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                                <title><![CDATA[Diário de Suzano - Jorge Lordello]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias de Jorge Lordello do Diário de Suzano</subtitle>
                                                    <updated>2026-10-27T23:42:47+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[A eterna briga entre o barato x caro]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Como definir o que é caro ou barato na hora de comprar um produto ou serviço? O leitor pode dar a seguinte resposta: “Lordello, depende da condição financeira da pessoa no momento da efetivação do gas...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como definir o que &eacute; caro ou barato na hora de comprar um produto ou servi&ccedil;o? O leitor pode dar a seguinte resposta: &ldquo;Lordello, depende da condi&ccedil;&atilde;o financeira da pessoa no momento da efetiva&ccedil;&atilde;o do gasto&rdquo;. Entendo que a melhor resposta n&atilde;o &eacute; essa em raz&atilde;o dos motivos que passo a expor. Recentemente, um amigo precisava ir a um m&eacute;dico otorrino em virtude do ac&uacute;mulo de cera no ouvido. Ele pesquisou v&aacute;rios consult&oacute;rios e encontrou pre&ccedil;os de consulta que variavam de R$ 100 a R$ 400. Acabou escolhendo o menor. Perguntei se porventura ele tivesse um problema grave de sa&uacute;de optaria por m&eacute;dico que cobrasse R$ 100 ou R$ 400? A resposta foi surpreendente: &ldquo;H&aacute; um ano tive fortes dores no peito; suspeitei que fosse algo grave no cora&ccedil;&atilde;o. Fiquei apavorado e me consultei com um m&eacute;dico excelente, recomendado por uma amiga; paguei pela consulta R$ 800. Como o leitor decide quanto gastar para presentear algu&eacute;m que vai fazer anivers&aacute;rio? Se for o coleguinha da escola de seu filho, acredito que entre R$ 50 a R$ 80 est&aacute; de bom tamanho para adquirir uma lembran&ccedil;a, mas se o aniversariante for algu&eacute;m que voc&ecirc; deve um grande favor, &eacute; claro que cabe gastar muito mais. A porca entorta o rabo quando surge a necessidade de se contratar um profissional para resolver problema de maior complexibilidade na resid&ecirc;ncia, empresa ou condom&iacute;nio, por exemplo. Normalmente, o processo de cota&ccedil;&atilde;o busca identificar o pre&ccedil;o mais convidativo, ou seja, o mais baixo. Em contraponto a esse tipo de racioc&iacute;nio, que entendo ser completamente equivocado, apresento a seguinte afirma&ccedil;&atilde;o para reflex&atilde;o: &ldquo;Se voc&ecirc; acha caro o valor cobrado por profissional gabaritado, &eacute; porque n&atilde;o faz ideia de quanto custa um incompetente&rdquo;. A experi&ecirc;ncia mais que comprova que corrigir erros &eacute; muito mais caro que fazer bem feito, mesmo se for a um pre&ccedil;o elevado. Tamb&eacute;m muito complicada &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o na qual o funcion&aacute;rio gasta mal e errado recursos da empresa. Ele pode perder o emprego e at&eacute; sofrer os efeitos de uma a&ccedil;&atilde;o indenizat&oacute;ria por danos morais e materiais em virtude de buscar economia de forma inconsequente e por se omitir de sua obriga&ccedil;&atilde;o de zelar pela qualidade do servi&ccedil;o a ser prestado.&nbsp;<br>O bom, bonito e barato, s&oacute; existe em filmes ou no mundo da fantasia. Na vida real, o valor de um produto ou de um servi&ccedil;o n&atilde;o &eacute; quantificado pelo pre&ccedil;o cobrado mas sim pelas qualidades apresentadas pelo fornecedor, principalmente quando a necessidade &eacute; relevante.</p>]]></content>
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                        <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-10-28T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-27T23:42:47+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Antes de brigar, procure se posicionar]]></title>
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            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a15bdf-2ea1-733d-b8ea-9bf17fcb87c3</id>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Um vendedor percorria algumas cidades interioranas oferecendo remédio contra coice de burro. Numa delas, instalou-se numa pracinha junto à capela e começou a gritar com aquela habilidade própria dos e...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um vendedor percorria algumas cidades interioranas oferecendo rem&eacute;dio contra coice de burro. Numa delas, instalou-se numa pracinha junto &agrave; capela e come&ccedil;ou a gritar com aquela habilidade pr&oacute;pria dos espertalh&otilde;es: &rdquo;Al&ocirc;, pessoal! Ouvi contar que aqui h&aacute; muito burro xucro. &Eacute; s&oacute; a gente passar perto e j&aacute; vem o coice. Mas tenho aqui um rem&eacute;dio infal&iacute;vel. Quem quer experimentar?&rdquo; Os curiosos se juntavam. Ent&atilde;o, ele mostrava um pacotinho bem fechado, dizendo: &rdquo;Cada pacotinho destes cont&eacute;m o rem&eacute;dio. Cura quem levou o coice e previne contra coices futuros. O pacotinho custa apenas R$ 76,00. E dava o pre&ccedil;o de um, de dois, de tr&ecirc;s pacotes, sempre com o desconto de praxe. Muitos roceiros compraram o tal rem&eacute;dio. Chegando &agrave;s suas casas, abriram curiosamente o embrulho e encontraram dentro tr&ecirc;s metros de barbante e um conselho por escrito: "Para evitar coice de burro, basta ficar longe do animal numa dist&acirc;ncia correspondente ao comprimento deste barbante&ldquo;. Amigo leitor, voc&ecirc; tem amigos, familiares ou conhecidos que de vez em quando ofertam alguns &ldquo;coices&rdquo;? Na verdade, todos n&oacute;s passamos por isso, mas a rea&ccedil;&atilde;o de cada um costuma ser distinta. Se ficar muito perto, pode acabar em briga e at&eacute; inimizade. Portanto, o ideal &eacute; encontrar a dist&acirc;ncia ideal para evitar qualquer tipo de agressividade. Brigar, n&atilde;o sei se vale a pena. Acredito que podemos evitar problemas quando aprendemos a nos posicionar, impossibilitando, assim, atritos e aborrecimentos. Quando encontramos a &ldquo;dist&acirc;ncia&rdquo; certa ou segura, podemos continuar com a amizade, seja ela qual n&iacute;vel for e preservar os ambientes que frequentamos.</p>]]></content>
                                    <category term="Colunistas" />
                        <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-10-21T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-21T00:31:55+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Técnica para sair do marasmo e alcançar objetivos]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.diariodesuzano.com.br/colunista/2026/10/14/tecnica-para-sair-do-marasmo-e-alcancar-objetivos.html" />
            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a137b9-b7b4-738c-9107-0a739a615049</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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            <summary type="html">
                <![CDATA[Três sapos estavam em uma piscina aquecida quando ela começou a ferver. Um dos sapos resolveu sair da água quente. Teoricamente, apenas dois sapos teriam morrido, mas não foi o que aconteceu. Os três...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tr&ecirc;s sapos estavam em uma piscina aquecida quando ela come&ccedil;ou a ferver. Um dos sapos resolveu sair da &aacute;gua quente. Teoricamente, apenas dois sapos teriam morrido, mas n&atilde;o foi o que aconteceu. Os tr&ecirc;s morreram escaldados, pois o que resolveu sair apenas &ldquo;resolveu&rdquo; sair. Em vez de agir, permaneceu ali parado na &aacute;gua. Amigo leitor, s&oacute; resolver n&atilde;o adianta. Toda resolu&ccedil;&atilde;o exige uma a&ccedil;&atilde;o para se tornar efetiva. O &ldquo;querer&rdquo; &eacute; apenas o primeiro degrau de uma longa escadaria. Se n&atilde;o erguemos novamente a perna para alcan&ccedil;ar outro patamar, o desejo de &ldquo;querer&rdquo; ficar&aacute; apenas em uma remot&iacute;ssima possibilidade e cair&aacute; no esquecimento. Mas se fosse somente isso ainda n&atilde;o era de todo mal. O problema est&aacute; no sentimento de frustra&ccedil;&atilde;o que &eacute; gerado em seguida. Portanto, &ldquo;querer&rdquo; e n&atilde;o entrar no jogo, &eacute; pior que n&atilde;o ter desejado. Um dos segredos para sair da in&eacute;rcia &eacute; pensar menos e agir mais. A magia acontece ao se iniciar o processo tomando alguma atitude, mesmo que pequenina. Posso garantir que s&atilde;o os pequenos passos que levam a distantes locais. N&atilde;o adianta sair correndo feito um louco, pois &eacute; claro que em pouco tempo a tend&ecirc;ncia &eacute; desacelerar, portanto essa n&atilde;o &eacute; a melhor estrat&eacute;gia para fins emocionais. Comece na primeira marcha; o motor vai esquentando e se acostumando a sair da in&eacute;rcia. Engate a segunda marcha e pise leve no acelerador para o motor n&atilde;o levar um tranco. Com o tempo, vir&atilde;o as demais marchas, num compasso crescente. O leitor deve ter em mente que n&atilde;o adianta entrar no carro, dar a partida, engatar a primeira marcha e n&atilde;o pisar no acelerador. Somente o &ldquo;querer&rdquo; n&atilde;o far&aacute; o carro sair do lugar. Sabe aquele regime que voc&ecirc; ia come&ccedil;ar na segunda-feira? E a aula experimental e inscri&ccedil;&atilde;o na academia de gin&aacute;stica? &Eacute;, o plano pago venceu e voc&ecirc; nunca compareceu para treinar. Quer um conselho de cora&ccedil;&atilde;o para sair do marasmo que lhe impede de pelo menos tentar novos objetivos? Pegue uma caneta e escreva uma meta que quer alcan&ccedil;ar. Determine dia de in&iacute;cio da primeira tarefa. Em seguida, escreva a atitude que dever&aacute; ser tomada. Escreva tudo isso com canetas de cores diferentes e letras garrafais. Deixe bem vis&iacute;vel no seu quarto para que a todo momento possa ler o compromisso. Cumpra a primeira tarefa no dia e hora prevista e imediatamente escreva na mesma folha o passo para o dia seguinte e assim por diante. Daqui a seis meses voc&ecirc; me conta o resultado!</p>]]></content>
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                        <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-10-14T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-14T00:04:40+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Brigam só acontecem quando duas pessoas querem se enfrentar]]></title>
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            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a113af-62f2-7293-a9bd-f3d6f0585c0d</id>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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            <summary type="html">
                <![CDATA[Um dia, o Mestre falava sobre o princípio do amor; da importância de se pagar sempre o mal com o bem! O discípulo ficou pensando se na prática ele realmente agiria assim. Até que numa certa manhã o jo...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dia, o Mestre falava sobre o princ&iacute;pio do amor; da import&acirc;ncia de se pagar sempre o mal com o bem!&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O disc&iacute;pulo ficou pensando se na pr&aacute;tica ele realmente agiria assim. At&eacute; que numa certa manh&atilde; o jovem escutou um homem arrogante gritando com o s&aacute;bio, que j&aacute; era idoso e de apar&ecirc;ncia fragilizada. O homem o insultava com palavras torpes e ainda fazia amea&ccedil;as. N&atilde;o era poss&iacute;vel ouvir a voz do mestre, apenas os gritos do ofensor. Depois que o agressor partiu, o disc&iacute;pulo se aproximou do Mestre e indagou: &ldquo;Por que o senhor n&atilde;o disse nada?&rdquo; A resposta foi: &ldquo;Dizer o que, meu bom rapaz?&rdquo; O jovem replicou: &ldquo;Responder aos gritos daquele homem que tanto o ofendeu injustamente&rdquo;. &ldquo;Meu filho, se voc&ecirc; resolve me oferecer um presente e eu n&atilde;o recebo, com quem o presente ficar&aacute;?&rdquo;, indagou o s&aacute;bio. &ldquo;Comigo, mestre. Mas o que tem isso a ver com os insultos?&rdquo; disse o garoto. &ldquo;Tem sim. Aquele homem trouxe-me de presente v&aacute;rios insultos que eu n&atilde;o recebi. Assim, ele continuou com os insultos que trouxe&rdquo;. O jovem sorriu, abra&ccedil;ou o mestre, que continuou: &ldquo;Deixe sempre com os outros os presentes ruins que s&oacute; servem para acabar com a tranquilidade. Sentimentos como inveja, raiva, rancor n&atilde;o devem habitar por nenhum instante o nosso ser, o nosso cora&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Amigo leitor, toda vez que entramos na mesma energia ou sintonia daquele que deseja nos irritar ou ofender, perdemos de alguma forma o embate, pois o ofensor conseguiu seu intento, que &eacute; desestabilizar. O velho ditado popular que diz: &ldquo;Quando um n&atilde;o quer, dois n&atilde;o brigam&rdquo;, deveria ser mais exercitado. Pense a respeito!</p>]]></content>
                                    <category term="Colunista" />
                        <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-10-07T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-07T00:07:03+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Se você não mudar, o mundo ficará pequeno para você]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.diariodesuzano.com.br/colunistas/jorge-lordello/2026/09/30/se-voce-nao-mudar-o-mundo-ficara-pequeno-para-voce.html" />
            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a0efb5-d5e8-72f2-90b9-ff80b64adbc9</id>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Depois de longa caminhada, os animais chegaram diante de uma imensa porta. Como transpô-la? O elefante se arremessou pesadamente sobre ela. O leão tentou derrubá-la com seu rugido de guerra; o cavalo...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de longa caminhada, os animais chegaram diante de uma imensa porta. Como transp&ocirc;-la?&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>O elefante se arremessou pesadamente sobre ela.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>O le&atilde;o tentou derrub&aacute;-la com seu rugido de guerra; o cavalo com um poderoso coice.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Assim, cada animal utilizou inutilmente seus recursos, at&eacute; que o coelhinho branco, mansamente, tocou a ma&ccedil;aneta da fechadura e a porta abriu-se.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Amigo leitor, essa singela estorinha n&atilde;o traz importantes reflex&otilde;es.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Imagine a seguinte situa&ccedil;&atilde;o: uma determinada pessoa deseja h&aacute; muito tempo emagrecer; sempre come&ccedil;a a dieta mas o resultado esperado nunca acontece.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>O outro busca emprego, j&aacute; entregou diversos curr&iacute;culos, mas o trabalho n&atilde;o acontece.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>E aquele que deseja um relacionamento bacana, mas diz que s&oacute; conhece pessoas erradas!&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Na verdade, temos que parar de colocar a &ldquo;culpa&rdquo; nos outros e olhar mais para dentro de n&oacute;s mesmos.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Ser&aacute; que n&atilde;o estou usando a estrat&eacute;gia errada?&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Ser&aacute; que o caminho que escolhi &eacute; o mais longo ou totalmente inacess&iacute;vel?&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>&Eacute; preciso olhar diferente para a mesma realidade; encontrar novos &acirc;ngulos, novas oportunidades.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Temos que adotar essa flexibilidade e jogo de cintura.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>O mundo, depois da inven&ccedil;&atilde;o da internet e do smartphone, vem sofrendo s&eacute;rias mudan&ccedil;as mas tem gente que ainda pensa de forma antiga ou totalmente ultrapassada. Somos obrigados a acompanhar os novos paradigmas ou ficaremos para tr&aacute;s, sozinhos e desesperan&ccedil;osos.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Ainda n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel diminuir a idade que atingimos, mas podemos remo&ccedil;ar as ideias e arejar os pensamentos.&nbsp;<br>Assim, pelo menos continuamos no jogo; com novas e &oacute;timas perspectivas.</p>]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <category term="Colunista" />
                        <published>2026-09-30T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-30T17:49:18+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Pais brigam e filhos sofrem]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.diariodesuzano.com.br/coluna/jorge-lordello/2026/09/23/pais-brigam-e-filhos-sofrem.html" />
            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a0ed40-9460-7121-aead-b3c57e5dbd5b</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Recentemente, encontrei amigo de infância; durante bate-papo numa cafeteria me contou ter passado momentos turbulentos com a separação judicial litigiosa que enfrentou. Narrou que a filha sofrera alie...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Recentemente, encontrei amigo de infância; durante bate-papo numa cafeteria me contou ter passado momentos turbulentos com a separação judicial litigiosa que enfrentou. Narrou que a filha sofrera alienação parental promovida pela mãe, a qual chegou ao ponto de acusá-lo injustamente de pedofilia. Após 6 anos sem poder ver a menina, em razão de decisão judicial, quando correu o risco de ser preso se descumprisse a sentença, às duras penas conseguiu provar sua inocência e agora estava tentando retomar a confiança e amizade da filha, que tem por volta de 10 anos de idade.<br />
A primeira conclusão, é que o desacerto do casal, as brigas constantes durante o convívio e o embate na justiça, sem sombra de dúvida, foram causas de sofrimento maior por parte da menor de idade e não daqueles que a geraram.<br />
Em conflitos conjugais, os adultos ficam com a raiva, a amargura, o ódio latente e o sentimento de frustração, mas os filhos estão sujeitos a traumas, às vezes, por toda a vida, em razão dos problemas gerados por aqueles que deveriam transferir paz e tranquilidade, principalmente na primeira fase de crescimento humano, ou seja, até os seis anos de idade.<br />
Sempre digo que não é salutar apontar culpados na hora da separação, mas uma coisa é certa, neste caso, faltou inteligência emocional ao casal para não envolver a filha de tenra idade em seus problemas de adultos. Não é preciso ser psicólogo ou terapeuta familiar para dizer que crianças devem ser poupadas das baixarias, desavenças e até agressões físicas promovidas pelos pais. O terror psicológico, então, nem se fala.<br />
Na hora da separação, se deveria pensar mais na integridade emocional dos filhos, do que na repartição de bens. Tive acesso a uma outra história, que me garantiram ser verídica, e que vale a pena reproduzir como lição de vida para muitos casais que estão em fase de separação tumultuada.<br />
Uma mãe solteira reclamava sempre por criar seu filho sozinha; xingava muito o pai da criança. Uma senhora, percebendo que aquele tipo de atitude poderia prejudicar emocionalmente o garoto, comentou que o correto seria ela elogiar o pai do menino, para que a criança não tivesse um mal exemplo ou até mesmo nutrir sentimento de raiva.<br />
A mãe não dormiu direito aquela noite. Refletiu que seu filho não merecia receber toda a raiva que ela sentia do homem que namorara e amara, mas que a abandonou ao saber da gravidez inesperada. No dia seguinte, ela parou de falar mal do pai da criança. Ao completar 5 anos de idade, o menino desejou saber quem era seu pai. A mulher não sabia o paradeiro do ex-namorado, que havia mudado de cidade para local ignorado. </p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-09-23T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Síndico, o prefeito do condomínio]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.diariodesuzano.com.br/coluna/jorge-lordello/2026/09/16/sindico-o-prefeito-do-condominio.html" />
            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a0ed40-945e-71c6-9b57-10048532eae9</id>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[A esfera administrativa de condomínios horizontais e verticais não é nada fácil. O problema aumenta quando o amadorismo supera o profissionalismo ou quando o ego do síndico é maior que os interesses d...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>A esfera administrativa de condomínios horizontais e verticais não é nada fácil. O problema aumenta quando o amadorismo supera o profissionalismo ou quando o ego do síndico é maior que os interesses da coletividade. Geralmente, poucos se interessam em participar das reuniões, que são esporádicas. Escolher o síndico é um verdadeiro parto, que perdura até que alguém se habilite a assumir a difícil missão. Superado esse primeiro momento, começa a fase do trabalho administrativo e do possível enfrentamento com a turma do contra, que sempre existe. Como quase tudo que acontece na comunidade condominial, vai depender de habilidade do administrador o tipo de relacionamento que terá com esses moradores mal humorados. Portanto, gostaria de apresentar três perfis mais comuns de administradores de condomínios: 1) Centralizador: numa empresa, quando um gerente ou diretor determina alguma norma, os subordinados aceitam como se fosse lei. Síndicos com essa característica gostam de colocar em prática as soluções e implementações sem ouvir a opinião de terceiros. Ele é convicto do acerto da decisão tomada. O lado positivo, é a rapidez, no entanto, pode infringir normas da convenção do prédio ou criar inimizades ou antagonismos com aqueles que não foram sequer consultados ou que simplesmente não gostaram do que foi determinado. 2) Democrático: é aquele que gosta de ouvir todo mundo. Tem por hábito incentivar a participação de maior número de moradores no dia a dia da administração. O lado bom, é que gera ambiente agregador e promove transparência. Negativamente, encontramos casos de decisões que seriam importantes para o condomínio serem proteladas, adiadas e algumas sequer colocadas em prática por falta de consenso. 3) Desinteressado ou Sem Tempo: apesar de ter sido vitorioso na eleição para síndico, não consegue desempenhar suas funções pois tem outras atividades prioritárias. Dessa forma, deixa tudo nas mãos dos outros ou simplesmente se omite, empurrando sempre os problemas com a barriga. Amigo leitor, é importante a coletividade perceber que o novo síndico e conselheiros são atuantes e com vontade de acertar, pois assim será maior a união entre todos, o que propiciará que a convivência no condomínio seja amena, agradável e produtiva.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-09-16T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Morador de condomínioquer segurança, mas não quer perder comodidade!]]></title>
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                <![CDATA[Sabe qual a principal diferença entre portaria de condomínio residencial e de empresa? A primeira tende a agir com amadorismo, voltada para dar regalias a alguns moradores. Já os porteiros de empresas...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Sabe qual a principal diferença entre portaria de condomínio residencial e de empresa? A primeira tende a agir com amadorismo, voltada para dar regalias a alguns moradores. Já os porteiros de empresas trabalham com mais critério e normas rígidas no controle de acesso. Moradores de prédios querem ter segurança, mas o problema é que uma parcela deles não quer abrir mão da comodidade. O funcionário deve permanecer na portaria para realizar o controle de acesso de pessoas e veículos. <br />
Quando da chegada de mercadoria, o morador deve descer e fazer a retirada. Mas na prática isso acontece? A resposta é: mais ou menos. Alguns condôminos, para não ter o trabalho de sair de suas unidades, convencem porteiros a colocar a mercadoria no elevador e apertar o andar respectivo; para isso, eles têm que abandonar a portaria, consequentemente, a segurança do local fica vulnerável. E se, para efetivar cadastro, o porteiro pedir RG ao visitante do morador? Esse simples ato pode gerar verdadeira guerra no condomínio, e mais uma vez o síndico ficará na berlinda e o funcionário, intimidado e com medo de perder o emprego, passará a flexibilizar as normas de segurança, aumentando, assim, risco de crime no local. Não é raro encontrar moradores que deixam veículos na garagem com as portas destrancadas e até vidros abaixados. <br />
Recentemente, fiquei sabendo de moradora que deixou aparelho eletrodoméstico de médio porte embaixo de seu carro na garagem, pois parente iria passar no prédio para pegar. Como mora sozinha, encontrou essa estratégia como solução, já que o porteiro recusou a guarda. O problema é que o embrulho sumiu e após registrar BO na delegacia, a moradora quis que o síndico arcasse com o prejuízo. É claro que tal pedido não tem amparo legal. Em pesquisa recente, descobri que entre 20 a 30% dos moradores de prédios não fecham as portas de seus apartamentos. <br />
Assim, qualquer pessoa pode entrar e subtrair alguma coisa. Curiosamente, depois que o problema surge, a culpa é lançada na administração. É importante compreender que segurança não pode ser delegada na sua totalidade. Cada um tem sua parcela de responsabilidade. <br />
Outro ponto a ser refletido, é que segurança não rima com pressa e nem com comodidade. São nessas brechas que o marginal enxerga a porta de entrada para o ato criminoso.</p>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2026-09-09T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[O furto por carência afetiva]]></title>
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                <![CDATA[O leitor deve ter conhecido pessoas que, mesmo sem a menor necessidade financeira, apresentavam o hábito de praticar pequenos furtos no cotidiano. Esses indivíduos, em sua compulsão, se satisfazem em...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>O leitor deve ter conhecido pessoas que, mesmo sem a menor necessidade financeira, apresentavam o hábito de praticar pequenos furtos no cotidiano. Esses indivíduos, em sua compulsão, se satisfazem em surrupiar coisas simples, até de baixo preço, como uma simples barra de chocolate do balcão da padaria, uma caneta do escritório ou frutas na feira. A atriz americana Winona Ryder, foi condenada por subtrair acessórios femininos em uma loja. Quem tem esse tipo de atitude, é chamado de cleptomaníaco, que nada mais é, que a recorrência de impulsos em cometer furtos de pequena monta. Mesmo sabendo que está cometendo algo reprovável e criminoso, a vontade é maior que o discernimento de não praticar. Especialistas afirmam que a cleptomania começa no final da adolescência e é considerada uma doença crônica. Geralmente, esse tipo de conduta é identificada em mulheres de aproximadamente 35 anos e nos homens na casa dos 50. Estatisticamente, encontramos mais casos de cleptomania entre mulheres do que em homens. Por outro lado, as mulheres, quando percebem o problema, procuram tratamento médico mais rapidamente que os homens, que têm certa relutância. A psicóloga Lizandra Arita, explica que os “furtos banais são cometidos geralmente por jovens e são resultado de uma combinação de falta de responsabilidade e de reconhecimento. A sociedade ainda não os reconheceu como cidadãos e eles não se sentem capazes. Muitos são dependentes dos pais e não têm autonomia suficiente”. Para ela, a “carência afetiva pode acelerar o impulso por esse tipo de comportamento. A maior parte dos objetos que essas pessoas furtam não têm valor financeiro. Esses delitos não são para sobreviver, mas para chamar atenção”. A psicóloga diz que há grande diferença entre pessoas que sofrem dessa carência e os portadores de cleptomania. Para a legislação penal, pouco importa qual o motivo que levou uma pessoa a subtrair algo de pequeno valor. Na prática, o infrator detido com a “boca na botija”, será conduzido à delegacia mais próxima e autuado em flagrante delito. Portanto, para que isso não aconteça mais cedo ou mais tarde, é melhor procurar tratamento psicológico ou psiquiátrico.</p>
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                        <published>2026-09-02T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[É possivel impedir que o jovem exagere  no consumo de álcool em casas noturnas?]]></title>
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            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a0ed40-9457-7283-bd17-724e4994866b</id>
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                <![CDATA[Diz o antigo jargão popular, que “prevenir é melhor que remediar”. Não é inteligente ir ao dentista só depois que o dente estiver doendo. Muita gente só começa a cuidar da saúde depois do enfarte ou d...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Diz o antigo jargão popular, que “prevenir é melhor que remediar”. Não é inteligente ir ao dentista só depois que o dente estiver doendo. Muita gente só começa a cuidar da saúde depois do enfarte ou deixa de fumar só após ser diagnosticado com suspeita de câncer. Países desenvolvidos e que ofertam boa qualidade de vida aos cidadãos, investem em ações proativas, impedindo, assim, o surgimento de problemas e dificuldades. Já no Brasil, temos a cultura do reativismo. Geralmente, troca-se a fechadura ou instala-se alarme e câmeras de segurança depois que a porta foi arrombada. A polícia da cidade de Birmingham, 180 quilômetros ao norte de Londres, teve ideia inovadora para conter algazarras, brigas e acidentes de trânsito provocados pelo exagero na ingestão de bebida alcoólica. O xerife fez reunião com os 40 principais bares da região e apresentou a seguinte proposta: o cliente, ao chegar no estabelecimento, deverá passar pelo teste do bafômetro. Se já tiver bebido o dobro do limite de álcool permitido para dirigir, será proibido de entrar. A polícia mostrou estudos que apontavam que muitas pessoas, para economizar dinheiro, bebiam em casa e depois seguiam para casas noturnas. De acordo com a mesma pesquisa, o principal objetivo dessas pessoas não é se divertir e sim encher a cara. No Brasil, essa prática é conhecida por “esquenta”; jovens, para se embriagarem a baixo custo, procuram botecos, vendedores ambulantes ilegais ou compram bebida alcoólica em lojas, antes de irem à balada. Os comerciantes de Birmingham foram solidários à proposta da polícia e toparam participar. Logo no início da implantação, os resultados já se mostraram satisfatórios. Na Inglaterra, devido às campanhas prevencionistas, a maior queda no consumo de álcool acontece junto aos jovens. O número de pessoas com menos de 25 anos que optou por total abstinência, cresceu 40% em oito anos. Uma constatação interessante e positiva, é que a nova geração de britânicos tem tendência a ser mais prudente. Quer diversão sem abraçar a calçada.</p>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2026-08-26T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Dicas para vigilantes e porteiros]]></title>
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                <![CDATA[Certo dia, ao término do expediente de trabalho, o gerente de qualidade foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da enorme geladeira. Desespe...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Certo dia, ao término do expediente de trabalho, o gerente de qualidade foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da enorme geladeira. Desesperado, passou a bater incansavelmente na porta e a gritar por socorro, mas ninguém ouvia. Todos já haviam saído da empresa e era impossível que alguém pudesse escutá-lo. Após cerca de 50 minutos, de repente, a porta se abriu e o vigia da empresa entrou na câmara e o resgatou com vida. O dono do frigorífico, ao saber do ocorrido, perguntou ao segurança: “Por que você foi abrir a porta da câmara se isso não faz parte da sua rotina de trabalho?” A explicação é deveras importante para aqueles que trabalham na área de segurança pública e privada: “Trabalho nesta empresa há 3 anos. Dezenas de empregados entram e saem daqui todos os dias; o gerente é um dos poucos que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede ao sair. Hoje ele disse "bom dia" quando chegou. Entretanto, quando estava me preparando para ir embora, ao trocar o uniforme percebi que ele não tinha se despedido de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isso, mesmo fora do horário de trabalho, resolvi procurar por ele e o encontrei...” O profissional de segurança, com o passar dos anos de trabalho na área, adquire capacidade de percepção que vai além dos 5 sentidos. Ele aprende a sentir a possibilidade do perigo, pois tem a mente focada na prevenção e na proatividade, ou seja, toma atitude antes que aconteça o pior. A mente daquele que gosta de proteger pessoas e patrimônios fica aguçada e sensível, assim, passa a reconhecer pequeninos detalhes que a maioria das pessoas não consegue enxergar. É preciso antever situações perigosas, ouvindo muitas vezes o silêncio e enxergando aquilo que nossos olhos não podem alcançar. Num relance, a mente sinaliza que alguma coisa está errada, que algo não se encaixa, que alguém pode estar mentindo, que há algo engendrado ou montado para prejudicar ou fazer mal a alguém. Crimes deixam rastros, mesmo antes de acontecerem; basta de olhos de ver e ouvidos de ouvir.</p>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2026-08-19T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Fones de ouvido aumentam risco de acidente e assalto]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Você sabia que pedestre que usa fones de ouvido para ouvir música aumenta em 300% o risco de acidente, queda ou atropelamento? Quando estamos ouvimos música, assumimos outro estágio emocional, que nos...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Você sabia que pedestre que usa fones de ouvido para ouvir música aumenta em 300% o risco de acidente, queda ou atropelamento? Quando estamos ouvimos música, assumimos outro estágio emocional, que nos leva à distração, além da incapacidade de ouvir sons exteriores. Estudos demonstram que escutar música também reduz as fontes cerebrais que captam os estímulos externos, diminuindo a atenção visual e deixando as pessoas “cegas” ao que se passa no entorno, ou seja, vê mas não enxerga. O personal trainer Ricardo Hirsch comentou que “a música na corrida, para algumas pessoas, acaba interferindo no ritmo e na respiração, e se a pessoa não tem controle sobre isso, pode acabar apertando mais o ritmo, e essa oscilação não é legal”. Quando falamos ao celular (a pé, de carro ou moto) é natural nos envolvermos com a conversa, e como consequência, deixamos de visualizar o que acontece ao nosso redor. <br />
É por isso que os acidentes de trânsito e atropelamentos aumentaram com o advento da tecnologia celular. Ao deixarmos de captar a plenitude dos sons do ambiente, entre outras coisas, perdemos excelente fator natural de autoproteção. Quando caminhamos por uma calçada, por exemplo, usando todos os nossos sentidos, é possível perceber se alguém está nos seguindo. Ao atravessar uma rua, é importantíssimo, além da atenção visual, ouvir o som dos carros e motos. Muitos atropelamentos poderiam ser evitados se houvesse pronta resposta ao som de uma buzina ou ao de um frear mais brusco. Portanto, a audição é um super equipamento que possuímos, e que, entre os benefícios que os proporciona, está a melhoria de nossa segurança. Jamais perca a oportunidade de ouvir o que está ocorrendo ao seu redor; essa atitude, além do prazer da interação com o meio ambiente, poderá livrá-lo de assalto ou acidente.</p>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2026-08-12T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Bati o carro! E agora o que faço?]]></title>
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                <![CDATA[Na casa de chá, um homem dizia aos amigos: “Emprestei uma moeda de prata a uma pessoa e não tenho testemunhas. Receio que o devedor negue que a pus em suas mãos e assim não tenho como cobrá-lo". Os am...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Na casa de chá, um homem dizia aos amigos: “Emprestei uma moeda de prata a uma pessoa e não tenho testemunhas. Receio que o devedor negue que a pus em suas mãos e assim não tenho como cobrá-lo". Os amigos ficaram com muita pena dele. Um sábio que estava sentado num canto ergueu a cabeça e disse: "Convide-o para tomar chá aqui e diga-lhe, na presença de todas estas pessoas, que você lhe emprestou vinte moedas de ouro". O homem retrucou: "Como posso fazer isso se só emprestei uma moeda de prata?" E o ancião concluiu: "É exatamente isso o que ele, indignado, vai responder e todos ouvirão. Você não queria testemunhas?". Recentemente, recebi e-mail de proprietário de um veículo que não sabia como resolver um problema referente a acidente de trânsito: "Lordello, gostaria de uma orientação. Na semana passada, um motorista bateu, inadvertidamente, na traseira de meu carro. Eu estava parado no sinal vermelho quando senti o forte impacto. O rapaz que causou o acidente, rapidamente saiu de seu auto e procurou saber se eu tinha me ferido; eu disse que não. Ele comentou que iria arcar com todos os prejuízos que causara. Comentei que achava interessante lavrar Boletim de Ocorrência, mas ele disse que não precisa me preocupar com burocracia e me forneceu cartão de visita. Acreditei no sujeito e fui embora para casa. No dia seguinte, ao telefonar para o número indicado no cartão, descobri que a pessoa não era a mesma do acidente. Para piorar as coisas, eu não tinha anotado a placa do veículo dele. Como posso localizar essa pessoa para cobrá-la". O fato que acabo de narrar é bastante comum. Muitas vezes, o culpado pelo acidente assume, no primeiro momento, em arcar com os danos causados, mas só faz isso Porque deseja "enrolar" a outra parte para que não seja providenciada ocorrência policial. Depois, sequer atende telefonema. Amigo leitor, ao se envolver em qualquer caso criminal, acidente ou dívida, tenha em mente que é importante ter provas. Ligar a câmera do celular é uma boa estratégia para capturar imagens do ocorrido. Peça também documento pessoal da parte contrária e anote todos os dados importantes para identificação. Ligue para o fone 190 e peça orientação sobre a necessidade do envio de viatura policial ou do registro de boletim de ocorrência. Estando com a razão, não perca a oportunidade de amealhar a maior quantidade de provas possíveis contra a parte contrária. Não permita que o causador do problema diga a você o que fazer.</p>

<p> </p>
]]></content>
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            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Os exageros na legitima defesa que podem dar cadeia]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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            <summary type="html">
                <![CDATA[Tenho ministrado muitas palestras na área de segurança pública e privada para policiais, vigilantes bancários e seguranças de casas noturnas. Um dos pontos polêmicos é o instituto da "legítima defesa"...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Tenho ministrado muitas palestras na área de segurança pública e privada para policiais, vigilantes bancários e seguranças de casas noturnas. Um dos pontos polêmicos é o instituto da "legítima defesa". Conforme o art. 25 do Código Penal, "entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem". Portanto, não comete crime a pessoa que age em legítima defesa, seja ela policial ou não. A questão que suscita dúvida, é quanto a intensidade da força que o cidadão pode empregar para se defender ou a terceiros, esta de acordo com a lei. O excesso de legítima defesa ocorre quando o agente ultrapassa os limites legais, ou seja, exagera ao repelir a injusta agressão sofrida, seja ela culposa ou dolosa. Outro ponto a ser observado é quando a pessoa age em legítima defesa de maneira desnecessária. Recentemente, durante um simpósio sobre segurança em eventos, recebi a seguinte indagação de um vigilante: "Dr. Lordello, se um cliente for convidado a retirar-se do estabelecimento, em razão de comportamento inconveniente, após xingar o segurança e jogar em seu rosto cerveja, pode o funcionário agredi-lo fisicamente e alegar legítima defesa?". A resposta é não, pois uma agressão verbal não pode ser reprimida com uma agressão física. Vamos a outro caso interessante: o motorista está parado no farol quando surge um ladrão armado de revolver e solicita a entrega da carteira. A vítima atende o pedido e o marginal foge correndo. Ato contínuo, o motorista pega uma arma que tinha no porta luvas e faz um disparo, que vem a atingir as costas do bandido, a cerca de 15 metros de distância. Agiu a vítima em estado de legítima defesa ou irá responder pelo delito de homicídio? Neste caso não há de se falar em legitima defesa, pois a ação não teve a finalidade de repelir injusta agressão, haja vista, que o marginal já lograva fuga, não colocando assim em risco a integridade física do motorista. Portanto, em momentos de grande estresse temos que ter juízo e a cabeça no lugar, para não fazer uma besteira que pode ter reflexos por toda vida. Na maioria das vezes, suportar provocações, agir com a razão ao invés da emoção e contar até 10 é a melhor arma para solucionarmos um problema.</p>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2026-07-29T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Se você não mudar, o mundo ficará pequeno para você]]></title>
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            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Depois de longa caminhada, os animais chegaram diante de uma imensa porta. Como transpô-la? O elefante se arremessou pesadamente sobre ela. O leão tentou derrubá-la com seu rugido de guerra; o cavalo...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Depois de longa caminhada, os animais chegaram diante de uma imensa porta. Como transpô-la? <br />
O elefante se arremessou pesadamente sobre ela. <br />
O leão tentou derrubá-la com seu rugido de guerra; o cavalo com um poderoso coice. <br />
Assim, cada animal utilizou inutilmente seus recursos, até que o coelhinho branco, mansamente, tocou a maçaneta da fechadura e a porta abriu-se. <br />
Amigo leitor, essa singela estorinha não traz importantes reflexões. Imagine a seguinte situação: uma determinada pessoa deseja há muito tempo emagrecer; sempre começa a dieta mas o resultado esperado nunca acontece.<br />
O outro busca emprego, já entregou diversos currículos, mas o trabalho não acontece.<br />
E aquele que deseja um relacionamento bacana, mas diz que só conhece pessoas erradas!<br />
Na verdade, temos que parar de colocar a “culpa” nos outros e olhar mais para dentro de nós mesmos. <br />
Será que não estou usando a estratégia errada? <br />
Será que o caminho que escolhi é o mais longo ou totalmente inacessível? <br />
É preciso olhar diferente para a mesma realidade; encontrar novos ângulos, novas oportunidades.<br />
Temos que adotar essa flexibilidade e jogo de cintura. <br />
O mundo, depois da invenção da internet e do smartphone, vem sofrendo sérias mudanças mas tem gente que ainda pensa de forma antiga ou totalmente ultrapassada. Somos obrigados a acompanhar os novos paradigmas ou ficaremos para trás, sozinhos e desesperançosos. <br />
Ainda não é possível diminuir a idade que atingimos, mas podemos remoçar as ideias e arejar os pensamentos. <br />
Assim, pelo menos continuamos no jogo; com novas e ótimas perspectivas.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-07-22T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Brigas só acontecem quando duas pessoas querem]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Um dia, o Mestre falava sobre o princípio do amor; da importância de se pagar sempre o mal com o bem! O discípulo ficou pensando se na prática ele realmente agiria assim. Até que numa certa manhã o jo...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Um dia, o Mestre falava sobre o princípio do amor; da importância de se pagar sempre o mal com o bem! O discípulo ficou pensando se na prática ele realmente agiria assim. <br />
Até que numa certa manhã o jovem escutou um homem arrogante gritando com o sábio, que já era idoso e de aparência fragilizada. <br />
O homem o insultava com palavras torpes e ainda fazia ameaças.<br />
Não era possível ouvir a voz do mestre, apenas os gritos do ofensor. Depois que o agressor partiu, o discípulo se aproximou do Mestre e indagou: “Por que o senhor não disse nada?” <br />
A resposta foi: “Dizer o que, meu bom rapaz?” O jovem replicou: “Responder aos gritos daquele homem que tanto o ofendeu injustamente”. <br />
“Meu filho, se você resolve me oferecer um presente e eu não recebo, com quem o presente ficará?”, indagou o sábio.<br />
“Comigo, mestre. Mas o que tem isso a ver com os insultos?” disse o garoto.<br />
“Tem sim. Aquele homem trouxe-me de presente vários insultos que eu não recebi. Assim, ele continuou com os insultos que trouxe”.<br />
O jovem sorriu, abraçou o mestre, que continuou: “Deixe sempre com os outros os presentes ruins que só servem para acabar com a tranquilidade. Sentimentos como inveja, raiva, rancor não devem habitar por nenhum instante o nosso ser, o nosso coração”. <br />
Amigo leitor, toda vez que entramos na mesma energia ou sintonia daquele que deseja nos irritar ou ofender, perdemos de alguma forma o embate, pois o ofensor conseguiu seu intento, que é desestabilizar. <br />
O velho ditado popular que diz: “Quando um não quer, dois não brigam”, deveria ser mais exercitado. Pense a respeito!</p>
]]></content>
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                        <published>2026-07-15T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Antes de brigar, procure se posicionar]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Um vendedor percorria algumas cidades interioranas oferecendo remédio contra coice de burro. Numa delas, instalou-se numa pracinha junto à capela e começou a gritar com aquela habilidade própria dos e...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Um vendedor percorria algumas cidades interioranas oferecendo remédio contra coice de burro. <br />
Numa delas, instalou-se numa pracinha junto à capela e começou a gritar com aquela habilidade própria dos espertalhões: ”Alô, pessoal! Ouvi contar que aqui há muito burro xucro. É só a gente passar perto e já vem o coice. Mas tenho aqui um remédio infalível. Quem quer experimentar?” Os curiosos se juntavam. Então, ele mostrava um pacotinho bem fechado, dizendo: ”Cada pacotinho destes contém o remédio. Cura quem levou o coice e previne contra coices futuros. O pacotinho custa apenas R$ 76,00. E dava o preço de um, de dois, de três pacotes, sempre com o desconto de praxe. Muitos roceiros compraram o tal remédio. Chegando às suas casas, abriram curiosamente o embrulho e encontraram dentro três metros de barbante e um conselho por escrito: "Para evitar coice de burro, basta ficar longe do animal numa distância correspondente ao comprimento deste barbante“. Amigo leitor, você tem amigos, familiares ou conhecidos que de vez em quando ofertam alguns “coices”? Na verdade, todos nós passamos por isso, mas a reação de cada um costuma ser distinta. <br />
Se ficar muito perto, pode acabar em briga e até inimizade. Portanto, o ideal é encontrar a distância ideal para evitar qualquer tipo de agressividade. <br />
Brigar, não sei se vale a pena. Acredito que podemos evitar problemas quando aprendemos a nos posicionar, impossibilitando, assim, atritos e aborrecimentos. Quando encontramos a “distância” certa ou segura, podemos continuar com a amizade, seja ela qual nível for e preservar os ambientes que frequentamos.</p>
]]></content>
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                        <published>2026-07-08T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Desistir não pode ser mais confortável que persistir]]></title>
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                <![CDATA[No futebol americano, há um momento em que o jogador tem de dar um chute na bola. No circuito universitário havia, há alguns anos, um rapaz que era o recordista do chute. Ninguém chutava tão forte qua...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>No futebol americano, há um momento em que o jogador tem de dar um chute na bola. No circuito universitário havia, há alguns anos, um rapaz que era o recordista do chute. Ninguém chutava tão forte quanto ele.<br />
O importante nessa história era que o pé que ele utilizava para conseguir tal façanha, não tinha nenhum dos dedos! Quando descobriram isso, fizeram inúmeras entrevistas, e a primeira pergunta era sempre do tipo: “Como é que tendo tal deficiência, consegues fazer uma coisa que ninguém mais consegue?” E ele, orgulhosamente, respondia: “Porque eu cresci ouvindo meu pai a dizer: "Encara as tuas deficiências e teus problemas como desafios, nunca como desculpas!". Amigo leitor, só tem uma coisa na vida que nos faz crescer, em todos os sentidos, superar desafios. Para atingir um objetivo, seja ele qual área for, saiba que será preciso ultrapassar várias barreiras e adversidades. O perigoso nessa hora é quando desistimos de tentar, é quando resolvemos parar ou recuar. Muita gente, visando não assumir as próprias mazelas, prefere colocar a culpa na situação econômica, na política atual, na família que não ajuda, nos “amigos” que não colaboram e assim vai. Outras preferem vestir a carapuça da “vitimização” ou que a sorte nunca bateu em sua porta. Quer um conselho? Para de perder tempo e energia vital, inventando desculpas esfarrapadas para não continuar tentando. Saiba que somente a persistência e a dedicação é que abrem portas. Estipule sua prioridade e dedique integralmente seu tempo em alcançá-la. O mais interessante é que quando os resultados começam a aparecer as pessoas ao lado tendem a se espantar e a dizer: “Nossa, mas como ele conseguiu?”. A resposta é simples: “Aprendi a superar as adversidades com trabalho, deixando de lado as lamúrias e lamentações”.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-07-01T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Nem todo chefe consegue liderar pessoas]]></title>
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                <![CDATA[Alexandre, o Grande, Rei da Macedonia conduzia seu exército de volta para casa depois da vitória contra Porus na Índia. A região que cruzavam no momento era árida e deserta, e os soldados sofriam terr...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Alexandre, o Grande, Rei da Macedonia conduzia seu exército de volta para casa depois da vitória contra Porus na Índia. A região que cruzavam no momento era árida e deserta, e os soldados sofriam terrivelmente de calor, fome e, mais que tudo, de sede. Os lábios rachavam-se e as gargantas ardiam por falta de água. Muitos estavam prestes a se deixar cair no chão e desistir. Um dia, por volta de meio-dia, o exército encontrou um destacamento de viajantes gregos. Vinham montados em mulas, e carregavam alguns recipientes com água. Um deles, vendo o rei quase sufocar de sede, encheu um elmo com água e ofereceu-lhe. Alexandre pegou o elmo nas mãos e olhou em torno de si. Viu os rostos sofridos dos soldados, que ansiavam, tanto quanto ele, por algo refrescante e disse para todos ouvirem: “Pode levar, pois se eu beber sozinho o resto ficará desolado, e você não tem o suficiente para todos”. E devolveu a água sem tomar uma gota. Os soldados, aclamando seu rei, puseram-se de pé e pediram que o líder continuasse a conduzi-los adiante. Caro leitor, não importa qual seja a situação, as pessoas produzem e se envolvem mais na presença de um líder e não sob a égide de um chefe. Líderes motivam e inspiram, são exemplos de conduta e mostram o caminho a ser seguido. Já aquele que veste a capa de “chefe”, normalmente age de forma autoritária e é muito mais temido do que respeitado. Jamais servirá como exemplo! O líder enxerga as pessoas abaixo dele como parte de uma equipe, já o chefe, vê os demais como subordinados e que devem seguir à risca suas ordens, sem discussão.</p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-06-24T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Procurar respostas para sua vida  nos outros não é um bom caminho]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.diariodesuzano.com.br/coluna/jorge-lordello/2026/06/10/procurar-respostas-para-sua-vida-nos-outros-nao-e-um-bom-caminho.html" />
            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a0ed40-93f4-730a-bbbb-44a3d13f3900</id>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Um jovem acabara de completar treinamento espiritual e estava ansioso para tornar-se mestre. Mudou-se para uma cidade do interior com a finalidade de divulgar seus conhecimentos, mas ninguém lhe dava...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Um jovem acabara de completar treinamento espiritual e estava ansioso para tornar-se mestre. Mudou-se para uma cidade do interior com a finalidade de divulgar seus conhecimentos, mas ninguém lhe dava atenção. Naquela localidade morava um sábio que tinha muitos seguidores. Frustrado, o jovem concebeu um plano para desmoralizar o velho mestre e obter alunos para si. Capturou um pequeno pássaro e foi até onde o mestre, rodeado de discípulos, ensinava. Segurando o pequeno pássaro nas mãos, dirigiu-se diretamente ao mestre e disse: “Se és tão sábio, diz-me agora se este pássaro em minhas mãos está vivo ou morto?” <br />
Seu plano era diabólico. Se o mestre dissesse que o pássaro estava morto, ele abriria as mãos e o pássaro sairia voando, ficando, assim, patente o erro do mestre e os alunos deixariam de procurá-lo; se o mestre dissesse que o pássaro estava vivo, ele rapidamente o esmagaria entre as mãos e, abrindo-as, diria: "Veja, o pássaro está morto". Novamente o mestre se revelaria equivocado e o jovem angariaria seus alunos. O rapaz, confiante em si, sentou-se diante do ancião exigindo uma resposta: “Se és tão sábio, diz-me agora: este pássaro em minhas mãos está vivo ou morto?” <br />
O mestre olhou para ele com grande compaixão e respondeu: “A resposta está nas suas mãos”. Amigo leitor, está singela estorinha nos traz profunda lição de vida. As soluções para problemas e dificuldades em sua vida devem ser encontradas dentro de você, ou seja, tenha uma visão e um novo posicionamento frente a realidade que te preocupa. <br />
Nada irá melhorar se você não mudar. <br />
Pare de buscar respostas nos outros. É você que deve tomar novas decisões, mudar hábitos negativos, ou seja, fazer diferente.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-06-10T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[O brasileiro é individualista ou pensa no coletivo?]]></title>
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            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a0ed40-95e0-70a2-a8ea-ad040ac08611</id>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[Um lavrador com a esposa doente chamou um sacerdote budista à sua casa. O sacerdote começou a rezar pedindo que Deus curasse todos os enfermos mas o homem o interrompeu e disse: “Um momento, eu pedi p...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Um lavrador com a esposa doente chamou um sacerdote budista à sua casa. O sacerdote começou a rezar pedindo que Deus curasse todos os enfermos mas o homem o interrompeu e disse: “Um momento, eu pedi para que rezasse por minha esposa, e o senhor pede por todos os doentes?”. O monge explicou: “Estou rezando por ela”. Mas o lavrador retrucou: “ Mas pede por todos. Pode terminar beneficiando o meu vizinho, que está doente também. E eu não gosto dele”. O budista se indignou e comentou: “ Você não entende nada de curas. Ao rezar por todos, estou unindo minhas preces às milhares de pessoas que encontram-se agora pedindo por seus doentes. Somadas, estas vozes chegam até Deus e beneficiam a todos. Divididas, elas perdem sua força, e não chegam a lugar nenhum” e deixou a casa em seguida. O leitor acha que o brasileiro em geral é individualista ou pensa no coletivo? Uma coisa é certa, a cultura do “jeitinho brasileiro” tem caráter eminentemente individualista. Aqueles que praticam atos anti éticos, imorais chegando até a pequenos delitos e infrações para levar a tal “vantagem” não consegue enxergar a sociedade como um todo, ou seja, vê apenas o próprio umbigo. Ser “esperto”, na maioria das vezes, é estar prejudicando alguém ou muita gente. Comprar mercadoria falsificada, contrabandeada ou de origem ilícita é prejudicar o mercado como um todo, gerando desindustrialização no Brasil e desemprego. Desafiar as leis de trânsito para chegar em algum lugar mais rápido ou insistir em beber e dirigir é colocar em risco não só a própria integridade física e sim a dos outros motoristas também. Emprestar a carteirinha do seguro saúde para um conhecido sem plano ou inverter a responsabilidade em uma colisão de automóvel envolvendo terceiros... Furar a fila, seja de evento esportivo ou para ter preferência em atendimento em hospital público, é deixar várias pessoas para trás. De nada adianta apontar o dedo para aqueles que roubaram o dinheiro público em larga escala se no cotidiano tenta corromper agente público numa simples fiscalização de rotina.</p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-06-03T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Não adianta dar sermão, se o exemplo não vier de dentro de casa]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.diariodesuzano.com.br/coluna/jorge-lordello/2026/05/27/nao-adianta-dar-sermao-se-o-exemplo-nao-vier-de-dentro-de-casa.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Certa vez, o exército Napoleônico estava se preparando para uma de suas maiores batalhas. O problema era que as forças adversárias tinham um contingente três vezes maior, além de um equipamento muito...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Certa vez, o exército Napoleônico estava se preparando para uma de suas maiores batalhas. O problema era que as forças adversárias tinham um contingente três vezes maior, além de um equipamento muito superior. Napoleão não hesitou e avisou os generais de que estava indo também para a frente de batalha. Preocupados eles procuraram convencê-lo a mudar de ideia: “Comandante, o senhor é o império. Se morrer, o império deixará de existir. <br />
A batalha será muito difícil. Deixe que nós cuidaremos de tudo. Por favor, fique. <br />
Confie em nós”. Tudo em vão, nada fez Napoleão mudar de ideia. No meio da noite, o general Junot, um de seus brilhantes auxiliares e também amigo, procurou-o e, de novo, tentou mostrar o perigo de o imperador ir para a frente de batalha. Napoleão olhou-o com firmeza e disse: “Não tem jeito, eu vou”. O subordinado insistiu: “Mas por quê, comandante?”. A resposta foi simples: “É mais fácil puxar do que empurrar”. Amigo leitor, servir de exemplo não é a melhor forma de ensinar talvez, seja a única forma de ensinar! O velho jargão popular diz que “um exemplo, vale mais do que mil palavras” e isso é uma verdade incontestável.<br />
A palavra pode até convencer, mas o exemplo arrasta com mais força. <br />
A maioria das crianças ouvem o que os pais dizem a elas; algumas inclusive fazem o que é dito, mas a tendência é a criança fazer o que os adultos fazem.<br />
A esse fenômeno educacional chamamos de modelação. Portanto, muito melhor que longos e cansativos sermões, trate de ser afinal um bom exemplo a ser seguido.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-05-27T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[A cultura do individualismo que arrasa o coletivo]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Os bichos estavam reunidos para conversar sobre os problemas da floresta. Logo, logo, ficou evidente que os “problemas” eram: indefinições e conflitos de poder agravados ou determinados pela falta de...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Os bichos estavam reunidos para conversar sobre os problemas da floresta. Logo, logo, ficou evidente que os “problemas” eram: indefinições e conflitos de poder agravados ou determinados pela falta de consenso sobre matérias essenciais. Cada qual queria manter ou ampliar seu espaço de influência e dominação. A confusão era grande e as divergências ameaçavam transformar-se em “guerra declarada”. Nisso surgiu uma luz: o grilo pensante. Todos resolveram ouvi-lo: “ Vocês não se entendem por uma única razão. Não pensam, ou melhor, não sabem pensar em grupo. Então, perdem a visão do geral, ou seja, do coletivo. Discutem apenas problemas individuais e não as sociedade como um todo. A maioria tem apenas o medo de perder ou a ânsia de ganhar a qualquer preço. Nesse clima, só pode haver desavença e desunião. Poxa pessoal, por que estamos aqui reunidos? Em que acreditamos? Quais nossos objetivos maiores e as metas a serem alcançadas? O que poderemos fazer para garantir o bem comum e a felicidade? O grilo respira e termina seu raciocínio: “A partir dessas respostas, vamos estabelecer o compromisso e o nível de autoridade de cada um. Peguem um papel e lápis e vamos escrever cada qual as respostas às perguntas que formulei”. As discussões duraram três dias, num clima nunca antes experimentado: havia a liderança do grilo, objetividade nas intervenções, vontade de acertar. Surgiram, assim, as primeiras diretrizes estratégicas da selva. Mas o ganho maior foi a descoberta de que é imprescindível saber pensar coletivamente. Daí surgem as verdades comuns, fruto de consenso, que vão garantir a unidade de pensamento e ação planejada. O leão, imediatamente, criou o comitê estratégico, e nomeou o grilo pensante, seu consultor.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-05-20T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Honestidade no brasil virou qualidade]]></title>
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                <![CDATA[O leitor já ouviu a expressão “A lanterna de Diógenes”? É usada como símbolo da procura de homens honestos. Diógenes foi um filósofo grego e um dos fundadores da filosofia cínica. Nasceu em Sinope, po...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>O leitor já ouviu a expressão “A lanterna de Diógenes”? É usada como símbolo da procura de homens honestos. Diógenes foi um filósofo grego e um dos fundadores da filosofia cínica. Nasceu em Sinope, possivelmente em 404/412 a.C., na Turquia, e morreu em 323 a.C., em Corinto, na Grécia. Exilado de sua terra natal, passou a viver em Atenas, onde criou um estilo próprio de vida, criticando os valores sociais e as instituições, acreditando-as corruptas. O termo cínico, aqui, diferentemente do sentido do senso comum, representa uma filosofia de vida que acreditava-se isenta das regras de pudor criadas pela sociedade. No entanto, Diógenes criou um estilo de virtude da pobreza – passou a viver dentro de um grande vaso de barro instalado em via pública. Porém, o ponto alto da sua história é que ele andava pelas ruas, durante o dia, carregando uma lanterna e dizendo estar à procura de um homem honesto. Esse é o significado do símbolo de "A lanterna de Diógenes". O fato foi tão marcante, que virou história. Curiosamente, no Brasil, infelizmente, honestidade virou qualidade ou virtude e não obrigação do cidadão, ou seja, invertemos completamente os valores. O famigerado “jeitinho brasileiro” se encorpou, passando a ser “aceito”, de alguma maneira, como forma de esperteza e sucesso. Quantas vezes você já foi ao shopping e viu um carro estacionado em vaga para idosos ou deficientes? Com o tempo, pequenos deslizes passaram a ser considerados justificáveis. Os conceitos de ética e moral também foram sendo alterados em nosso país. Os departamento de recursos humanos de algumas empresas, nos processos de seleção, têm avaliado a honestidade dos candidatos. Entendo que honestidade não se mede em graus. Ou é correto ou não é. Não vejo espaço para margem de erro.</p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-05-13T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[O futuro é incerto, quando nada fazemos hoje]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Um homem muito rico, agonizando em seu leito de morte, pediu para a enfermeira papel e caneta. Havia resolvido deixar um testamento enquanto estava lúcido: “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobr...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Um homem muito rico, agonizando em seu leito de morte, pediu para a enfermeira papel e caneta. Havia resolvido deixar um testamento enquanto estava lúcido: “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres”. Logo após escrever a frase e sem ter tempo de revisar a pontuação, veio a falecer. A dúvida entre os quatro herdeiros era: “Mas para quem ficou a fortuna?” O sobrinho fez a seguinte pontuação: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres”. A irmã chegou em seguida e pontuou o escrito da seguinte forma: “Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres”. O padeiro pediu cópia do original e puxou a brasa para a sardinha dele: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres”. Aí, chegaram os descamisados da cidade e um deles, sabido, fez esta interpretação: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres”. Tendo em vista a confusão literária, os “herdeiros” foram brigar na justiça pela herança. Caro leitor, qual mensagem podemos extrair dessa estorinha? A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos a pontuação. Não adianta colocar a culpa nos outros ou nas circunstâncias; a responsabilidade de tudo que nos acontece é sempre nossa. Pontue sua vida com o que realmente importa. Isso faz toda a diferença.<br />
A vida é feita de escolhas diárias. Se estiver insatisfeito, altere a pontuação, pois a caneta das decisões nunca saiu das suas mãos.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Jorge Lordello" />
                        <published>2026-05-06T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Diga-me com quem andas que te direi como tu estás]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[O mestre falava sobre a valorização do amor e da importância de se pagar sempre o mal com o bem! Um dos discípulos, refletindo a respeito, concluiu que na prática deveria ser muito difícil agir dessa...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O mestre falava sobre a valorização do amor e da importância de se pagar sempre o mal com o bem! <br />
Um dos discípulos, refletindo a respeito, concluiu que na prática deveria ser muito difícil agir dessa forma tão nobre. <br />
Uma semana depois escutou um homem, nervoso, gritando com o mestre, que já era idoso; tinha mais de 80 anos. <br />
O homem o insultava com palavras torpes e humilhantes. <br />
Não era possível ouvir a voz do mestre, apenas os gritos do agressor. <br />
O mestre permaneceu em silêncio, com a expressão facial tranquila como se nem ali estivesse. Em dado momento, o homem, enraivecido, deixou o templo. <br />
O discípulo, então, fez a seguinte pergunta: “Mestre, por que o senhor não disse nada?” <br />
O monge respondeu com uma pergunta: “Meu filho, se você resolve me oferecer um presente e eu não o recebo, com quem o presente ficará?” <br />
O jovem respondeu baixinho: “Comigo, mestre. Mas o que tem isso a ver com os insultos?” <br />
“Aquele homem trouxe-me de presente vários insultos que eu não recebi. Assim, ele continuou com os insultos que trouxe”. <br />
O jovem sorriu, abraçou o mestre, que continuou: “Meu filho, deixe sempre com os outros os presentes ruins; eles só servem para acabar com nossa tranquilidade. Sentimentos como inveja, raiva, rancor não devem habitar por nenhum instante o nosso ser, o nosso coração”. <br />
O amigo leitor percebeu a mensagem desta singela estorinha? <br />
Uma das coisas mais importantes na vida é manter o equilíbrio emocional para se ter paz e tranquilidade. Isso requer a adoção de algumas estratégias. <br />
Uma delas, é não permitir a incorporação de energias negativas no cotidiano, tais como as de pessoas que não estão bem e querem dividir suas insatisfações com os outros. <br />
Portanto, escolha bem suas companhias e amigos e procure estar perto de quem lhe agrega bons conhecimentos e sentimentos nobres e afetivos.</p>
]]></content>
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                        <published>2026-04-29T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[A eterna briga entre o barato x caro]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Como definir o que é caro ou barato na hora de comprar um produto ou serviço? O leitor pode dar a seguinte resposta: “Lordello, depende da condição financeira da pessoa no momento da efetivação do gas...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Como definir o que é caro ou barato na hora de comprar um produto ou serviço? O leitor pode dar a seguinte resposta: “Lordello, depende da condição financeira da pessoa no momento da efetivação do gasto”. Entendo que a melhor resposta não é essa em razão dos motivos que passo a expor. Recentemente, um amigo precisava ir a um médico otorrino em virtude do acúmulo de cera no ouvido. Ele pesquisou vários consultórios e encontrou preços de consulta que variavam de R$ 100 a R$ 400. Acabou escolhendo o menor. Perguntei se porventura ele tivesse um problema grave de saúde optaria por médico que cobrasse R$ 100 ou R$ 400? A resposta foi surpreendente: “Há um ano tive fortes dores no peito; suspeitei que fosse algo grave no coração. Fiquei apavorado e me consultei com um médico excelente, recomendado por uma amiga; paguei pela consulta R$ 800. Como o leitor decide quanto gastar para presentear alguém que vai fazer aniversário? Se for o coleguinha da escola de seu filho, acredito que entre R$ 50 a R$ 80 está de bom tamanho para adquirir uma lembrança, mas se o aniversariante for alguém que você deve um grande favor, é claro que cabe gastar muito mais. A porca entorta o rabo quando surge a necessidade de se contratar um profissional para resolver problema de maior complexibilidade na residência, empresa ou condomínio, por exemplo. Normalmente, o processo de cotação busca identificar o preço mais convidativo, ou seja, o mais baixo. Em contraponto a esse tipo de raciocínio, que entendo ser completamente equivocado, apresento a seguinte afirmação para reflexão: “Se você acha caro o valor cobrado por profissional gabaritado, é porque não faz ideia de quanto custa um incompetente”. A experiência mais que comprova que corrigir erros é muito mais caro que fazer bem feito, mesmo se for a um preço elevado. <br />
Também muito complicada é a situação na qual o funcionário gasta mal e errado recursos da empresa. Ele pode perder o emprego e até sofrer os efeitos de uma ação indenizatória por danos morais e materiais em virtude de buscar economia de forma inconsequente e por se omitir de sua obrigação de zelar pela qualidade do serviço a ser prestado.<br />
O bom, bonito e barato, só existe em filmes ou no mundo da fantasia. Na vida real, o valor de um produto ou de um serviço não é quantificado pelo preço cobrado mas sim pelas qualidades apresentadas pelo fornecedor, principalmente quando a necessidade é relevante.</p>
]]></content>
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                        <published>2026-04-15T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[O importante não é ter, é saber usar]]></title>
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            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a0ed40-93c8-73b2-a969-8dfe9103b521</id>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Toda semana, um idoso fazendeiro tomava um trem para ir à cidade depositar em um banco o produto da colheita. Ele procedia assim havia muitos anos. No final da tarde retornava no mesmo trem. Na viagem...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Toda semana, um idoso fazendeiro tomava um trem para ir à cidade depositar em um banco o produto da colheita. Ele procedia assim havia muitos anos. No final da tarde retornava no mesmo trem. Na viagem de volta também era rotineira a presença de um professor universitário, que aproveitava a viagem para ler algum livro ou corrigir provas. Com isso, ele se distraía e não sentia o tempo passar. Numa dessas viagens, o professor esqueceu sua pasta na escola e ficou sem ter com o que se distrair. Resolveu então puxar conversa com o velho fazendeiro que ele sempre via no trem. Depois de dizer seu nome, acrescentou: “Sou professor universitário, tenho cinco diplomas, falo seis idiomas e sou muito viajado; conheço todos os continentes. E o senhor, quem é?” Após também dizer seu nome, o ancião acrescentou: “Puxa, eu não completei nem o primário”. O professor, vendo que entre eles não seria possível uma longa conversa, sugeriu uma brincadeira para passar o tempo: “Eu lhe faço uma pergunta e o senhor me faz uma pergunta. Quem errar paga um real para o outro”. O homem retrucou: “Ah, não acho justo! Como eu tenho pouco conhecimento, se eu errar eu lhe pago um real. Mas se o senhor, que tem muito conhecimento, errar, aí o senhor me paga dez reais”. Assim acertaram e o idoso pediu para fazer a primeira pergunta: “O que é, o que é que tem dez metros de comprimento, pesa dez quilos, tem capacidade para transportar dez pessoas e dá a volta ao mundo em dez dias?” O professor pensou, pensou, mas não teve jeito de achar a resposta. “Então me pague os dez reais”, disse o velhinho, estendendo a mão. O professor pagou e, percebendo a perspicácia do oponente, disse: “Sendo a minha vez de perguntar, eu devolvo a mesma pergunta ao senhor: o que é essa coisa que o senhor me perguntou?” O professor se surpreendeu com a resposta: “Eu também não sei”, e estendendo a mão, completou: “Aqui está o seu um real”. Amigo leitor, o que vale não é a quantidade de conhecimento que temos, mas o que somos capazes de fazer com o pouco de conhecimento que tivemos a oportunidade de receber”.</p>
]]></content>
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                        <published>2026-04-08T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[A impaciência é reveladora]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[O carro de uma senhora apresentou problema mecânico em meio a um movimentado cruzamento e apagou. Isso é um pesadelo para qualquer pessoa, mas ela manteve a serenidade. Pisou algumas vezes no acelerad...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O carro de uma senhora apresentou problema mecânico em meio a um movimentado cruzamento e apagou. Isso é um pesadelo para qualquer pessoa, mas ela manteve a serenidade. Pisou algumas vezes no acelerador na tentava de dar na partida, mas não estava tendo sucesso. Um irrequieto motorista, que, lamentavelmente, estava bem atrás, começou a buzinar impiedosamente, como se estivesse gritando com todas as suas forças. Depois de algum tempo de incessante e irritante buzina, a mulher saiu do carro, caminhou até o homem, e, educadamente, disse: “ Senhor, acho que deve ter percebido que estou tendo dificuldades em religar meu carro, cujo motor apagou. Se puder fazer a gentileza de ajudar, eu ficarei muito feliz em me sentar aqui no seu lugar e buzinar para você”. O motorista pediu desculpas, desceu do carro e empurrou o auto da mulher até uma vaga próxima. Ao fundo, reflexo do enorme congestionamento, era possível ouvir buzinasso gigantesco. Qual mensagem o leitor tirou desta singela estorinha? Provavelmente, destacou o evento paciência, que é uma das maiores virtudes que o ser humano pode ter e que tem como base o autocontrole emocional, ou seja, é a capacidade de se suportar situações desagradáveis e incômodas provocadas por terceiros sem a perda da calma e da concentração. A paciência é, principalmente, baseada na tolerância com os erros alheios ou diante situações e fatos indesejados. A perda da calma ou a irritabilidade, pode ser sinal de se estar vivenciando crise de estresse. Por isso, quando se irritar com alguém no cotidiano, volte atenção para você mesmo, pois o problema pode não estar no outro.</p>
]]></content>
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                        <published>2026-04-01T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[‘Amor, acho que morremos’]]></title>
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            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Minha mulher estava com os olhos estatelados e não conseguia dizer uma só palavra. Algum tempo se passou, não consigo precisar quanto. É como se tivéssemos voltado à estrada, que estava praticamente d...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Minha mulher estava com os olhos estatelados e não conseguia dizer uma só palavra. Algum tempo se passou, não consigo precisar quanto. É como se tivéssemos voltado à estrada, que estava praticamente deserta. Depois de percorrer quase 2 quilômetros, pude ver no canteiro lateral o caminhão capotado e o outro veículo totalmente destruído, dando a impressão que todos os ocupantes tinham falecido. Não consegui parar; era como se o carro estivesse sendo guiado por Deus. Naquele instante, forte aroma de rosas invadiu o interior do veículo. O cheiro permaneceu por quase dois dias. Lordello, não me peça nenhum tipo de explicação; realmente não sei o que aconteceu”.<br />
Quatro anos depois, esse mesmo homem pediu à sua secretaria para reservar passagem de avião para outro Estado. No dia do embarque, na hora de realizar o check-in, o funcionário verificou que aquele bilhete era para o dia seguinte, ou seja, a funcionária havia comprado passagem para data errada. O avião estava lotado e assim não conseguiu embarcar, vindo a perder importante reunião. Ele voltou frustrado para a empresa. Ao iniciar bronca pelo erro cometido, a mulher, que estava pálida, disse:<br />
“O senhor viu o que aconteceu com o avião que iria embarcar?”<br />
“Claro que não”, disse o gerente geral da empresa.<br />
E a moça explicou: logo após decolar, o avião caiu e todos os passageiros e tripulantes morreram.<br />
Cada leitor que tire suas conclusões!</p>
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                        <published>2026-03-25T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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