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                                <title><![CDATA[Diário de Suzano - Larissa Ashiuchi]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias de Larissa Ashiuchi do Diário de Suzano</subtitle>
                                                    <updated>2026-09-29T13:08:57+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Seja a voz das mulheres]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Quando a escrivã de polícia Verônica Torres acordou e se preparou para mais um dia de trabalho, ela não imaginou o rumo macabro que sua vida tomaria naquela manhã. Acostumada com sua rotina pacata, Ve...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div>Quando a escrivã de polícia Verônica Torres acordou e se preparou para mais um dia de trabalho, ela não imaginou o rumo macabro que sua vida tomaria naquela manhã. </div>

<div>Acostumada com sua rotina pacata, Verônica, interpretada pela atriz Tainá Müller, de repente presencia o suicídio de uma vítima de abuso sexual e também recebe uma ligação anônima de outra mulher pedindo socorro. Ela, então, mergulha de cabeça em ambos os casos, pondo o seu trabalho em risco, em busca de justiça.</div>

<div>Baseada no livro de Ilana Casoy e Raphael Montes, a nova série do Netflix “Bom dia, Verônica” conta a realidade de milhares de brasileiras vítimas de violência doméstica. </div>

<div>Pesada, impactante e extremamente necessária, sobretudo no país que registra um caso de feminicídio a cada 7 horas, a trama nos arranca de nossa zona de conforto, fazendo com que o espectador viva, junto aos personagens, a brutalidade e o medo que coordenam cada episódio. </div>

<div>A sensação de impotência que a personagem principal nos passa ao solicitar, inúmeras vezes, ajuda ao delegado Carvana e se vê ignorada é intensa e nos faz perguntar até quando nós, mulheres, seremos desacreditadas e tratadas como se nossas vidas fossem descartáveis. </div>

<div>Assim, o seriado vem com uma função social avassaladora e reflexões sobre as falhas da sociedade para com os crimes domésticos. Mostra também é importante o papel da Verônica como símbolo de luta e de representatividade, dando voz e vez às mulheres. </div>

<div>"Bom Dia, Verônica" traz diversos gatilhos por meio de atuações impecáveis. As cenas são perturbadoras e mexem com nosso psicológico; entretanto, o mais assustador é entender que elas estão longe de serem ficção. Estamos cercados por Janetes (vítimas de violência) e por Brandões (maridos abusivos).</div>

<div>Quem conseguir reservar uma hora de seu dia para assistir um episódio da série, garanto que não irá se arrepender e, provavelmente, sentirá a necessidade de “maratonar” os oitos episódios disponíveis. Mas, reforço, ela não é uma série para todos os tipos de audiência. Logo, se você já foi vítima de violência doméstica ou conhece alguém, peço que tenha ciência dos temas apresentados antes de decidir se irá assistir ou não. </div>

<div>Às mulheres que ainda sofrem com esse tipo de abuso, sua voz merece e deve ser ouvida. </div>

<div>Ligue 180 para a Central de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência e 190 em casos de perigo e violência no momento. </div>

<div>Em Suzano, contamos com a Delegacia de Defesa da Mulher, o Programa Patrulha Maria da Penha, o Conselho dos Direitos das Mulheres, as Promotoras Legais Populares e tantos outros serviços. Conte comigo, conte conosco! Você nunca está sozinha!</div>
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                        <published>2020-12-10T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:08:57+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[A luta continua!]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Hoje, 8 de março, é celebrado o Dia Internacional da Mulher, que é resultado de nossas lutas e reivindicações por melhores condições de trabalho, pelos nossos direitos sociais e políticos, além de rep...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div>Hoje, 8 de março, é celebrado o Dia Internacional da Mulher, que é resultado de nossas lutas e reivindicações por melhores condições de trabalho, pelos nossos direitos sociais e políticos, além de representação na sociedade contemporânea.</div>

<div>Esta data é uma forma de reiterar a nossa luta diária, a nossa representatividade e uma oportunidade de enaltecer a solidariedade.</div>

<div> </div>

<div>Digo que o 8 de março ainda não é um dia de comemoração, até porque somos alvos do feminicídio diariamente.</div>

<div>Com base nos dados apresentados pela Agência Patrícia Galvão, uma mulher morre no Brasil a cada duas horas; nosso país está na sétima posição no que se refere à violência contra a mulher no mundo; homicídio de negras aumentou 54% em 10 anos; 3 em cada 5 mulheres jovens já sofreram violência em relacionamentos; e 6 em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica.</div>

<div> </div>

<div>Por isso, a luta deve continuar! Uma luta que tende a diminuir o machismo e os casos de violência à mulher. </div>

<div>Uma luta que vai nos ajudar a ter igualdade de gênero perante à sociedade.</div>

<div>Posso dizer que esta é minha luta e está ligado diretamente ao meu trabalho. Atualmente, à frente do Fundo Social de Solidariedade de Suzano e do Serviço de Ação Social e Projetos Especiais (Saspe), além de promover ações sociais visando o bem-estar daqueles que mais precisam, também trabalho pela conscientização dos suzanenses sobre a violência à mulher.</div>

<div> </div>

<div>Nesta trajetória, vale destacar a retomada, depois de 11 anos, do curso "Promotoras Legais Populares", que capacita as suzanenses para combater a violência contra a mulher. Paralelamente, o curso "Homens pelo fim da violência contra a mulher" encaminha servidores públicos para serem orientados com a Defensoria Pública para o atendimento e ressocialização de agressores de mulheres.</div>

<div>Também oferecemos oficinas ao público feminino para que elas se tornem empreendedoras e consigam gerar renda própria; realizamos o "Apitaço" referente à campanha "Não hesite, apite!"; e promovemos a ação "Suzano diz Basta! - Pelo fim da violência contra a mulher".</div>

<div>Como disse Simone de Beauvoir, é pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem e somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta.</div>
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                        <published>2018-03-08T07:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:08:55+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Outubro Rosa, ainda dá tempo!]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Segundo o Instituto AC Camargo, referência brasileira no tratamento de câncer, só neste ano 58 mil mulheres vão ter câncer de mama e cerca de 17 mil terão câncer de colo de útero. A boa notícia é que...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div>Segundo o Instituto AC Camargo, referência brasileira no tratamento de câncer, só neste ano 58 mil mulheres vão ter câncer de mama e cerca de 17 mil terão câncer de colo de útero. A boa notícia é que as chances de sucesso no tratamento superam os 90% quando o câncer é diagnosticado precocemente. </div>

<div>Esses dados deveriam levar todas nós mulheres às consultas médicas. Porém, infelizmente, não é isso que está acontecendo.</div>

<div> </div>

<div>Estamos chegando ao fim do Outubro Rosa - uma campanha pública para levar todas as mulheres às clinicas para prevenir esse mal que nos mutila e nos mata. </div>

<div>Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer José de Alencar Gomes da Silva (INCA), em 2014 foram feitos exames de mamografia em apenas 24,8% das mulheres brasileiras, quando o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que pelo menos 70% da população faça o exame.</div>

<div>Isso mostra que precisamos reforçar a campanha, que precisamos usar todos os meios para levar as mulheres aos exames, que, inclusive, são gratuitos na rede pública de Saúde. Sei que às vezes eles demoram, não são feitos imediatamente, mas devemos insistir. Não podemos negligenciar. No Outubro Rosa, as Secretarias de Saúde de todos os municípios se preparam para providenciar os exames. Em Suzano não é diferente!</div>

<div> </div>

<div>Devemos aproveitar essa última semana de outubro e correr atrás. Entretanto, se não der tempo, devemos correr atrás dos exames também em novembro ou dezembro. O que não podemos é deixar de fazê-los.</div>

<div>Com o passar dos anos, o Outubro Rosa vem se tornando um símbolo do orgulho de ser mulher. Da luta contra o machismo, contra a supremacia masculina e contra a nossa baixa autoestima. Ser mulher em 2017 é cuidar da saúde, lutar por igualdade de gênero e contra a violência a qual temos sido submetidas desde sempre.</div>

<div> </div>

<div>Em Suzano, nós já temos uma excelente estrutura contra a violência à mulher, como a Delegacia da Mulher e nossa Patrulha Maria da Penha, que vem apresentando resultados muito expressivos na defesa física de nossas munícipes.</div>

<div>Mas ainda temos que avançar na nossa condição de cidadãs. Temos que lutar por salários iguais, por tratamento igualitário e por respeito.</div>

<div> </div>

<div>Não há como encarar todas as frentes de nossas lutas sem saúde. Temos que cuidar da alimentação, praticar exercícios e fazer exames preventivos. Não podemos perder a luta para o câncer.</div>

<div>Tenho certeza que um grande número de mulheres já procurou as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e os centros especializados, mas informação nunca é demais. Toda cidadã que já fez os exames tem a responsabilidade de alertar e de informar as mulheres de sua família, as amigas e as vizinhas.</div>

<div>Vamos fazer nossas vidas cor-de-rosa, começando agora, em Outubro.</div>
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                        <published>2017-10-26T10:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:08:55+00:00</updated>
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