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                                <title><![CDATA[Diário de Suzano - Lorena Burger]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias de Lorena Burger do Diário de Suzano</subtitle>
                                                    <updated>2026-10-26T23:39:08+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Por um Brasil melhor]]></title>
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            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Ano eleitoral e vimos a disputa vir se acirrando não só entre os políticos, mas entre as pessoas...As ofensas se tornaram comuns, as inimizades se criaram entre familiares, amigos e conhecidos só por...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ano eleitoral e vimos a disputa vir se acirrando n&atilde;o s&oacute; entre os pol&iacute;ticos, mas entre as pessoas...<br>As ofensas se tornaram comuns, as inimizades se criaram entre familiares, amigos e conhecidos s&oacute; por pensarem diferente, parece que n&atilde;o era permitido o livre pensar, num pa&iacute;s onde a liberdade sempre foi um diferencial.<br>Aprendi desde muito cedo a respeitar as diferen&ccedil;as, a maneira de pensar e agir de cada um porque somos seres humanos e diferenciados como s&atilde;o as nossas digitais.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Com meus pais aprendi que devia respeitar para ser respeitada, na escola aprendi a discernir o certo do errado por meio da leitura que nos eleva, nos aprimora e nos faz ter melhor compreens&atilde;o do que nos cerca.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Vivenciei como muitos uma &eacute;poca dura, onde aparentemente t&iacute;nhamos liberdade, mas dev&iacute;amos ter cuidado com o que fal&aacute;vamos, com quem and&aacute;vamos, o que por certo deve ser sempre norma geral, mas era por temor, pois, vimos e soubemos de muitos que foram presos ou perderam a vida em defesa de sua maneira de pensar e agir, a liberdade n&atilde;o existia de fato, era sonho de muitos.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Falamos que a seguran&ccedil;a naqueles tempos era mais eficiente e esquecemos que havia esquadr&atilde;o da morte que tinha liberdade de matar qualquer um em qualquer lugar, que n&atilde;o respeitava mulher ou homem que se manifestasse com opini&atilde;o diferente, que a liberdade de express&atilde;o n&atilde;o existia e que a profiss&atilde;o de jornalista era de risco, filha de pais jornalistas conheci de perto essa realidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>N&atilde;o faz tanto tempo que recebemos, ap&oacute;s muita luta silenciosa, o direito de votar, de escolher quem nos dirige em todos os n&iacute;veis, podemos ficar felizes ou decepcionados com a escolha nas urnas, mas, devemos aceitar porque a escolha &eacute; democr&aacute;tica e vence sempre a maneira de pensar e querer da maioria.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Nas p&aacute;ginas sociais o que vemos hoje &eacute; um desfiar de improp&eacute;rios, de desejos que o pa&iacute;s afunde e que nada d&ecirc; certo, como se todos os que n&atilde;o votaram no eleito estivessem prontos para mudar de pa&iacute;s e, que s&oacute; os que comemoram com o vencedor &eacute; que poder&atilde;o sofrer se o governo for ruim ou prejudicar o progresso desta na&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>N&atilde;o importa se somos de direita ou de esquerda, somos parte da popula&ccedil;&atilde;o t&atilde;o diversificada deste pa&iacute;s, t&atilde;o grande que muitos de n&oacute;s n&atilde;o conseguimos o conhecer por inteiro mesmo que viajemos por ele toda uma vida. S&atilde;o realidades diferentes em cada regi&atilde;o, at&eacute; mesmo em nosso aspecto f&iacute;sico, mas somos todos parte deste pa&iacute;s aben&ccedil;oado que chamamos de Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Esta terra recebe aqueles que vem de outras na&ccedil;&otilde;es em busca de vida melhor e aqui com trabalho e boa vontade progridem, por isso vemos e apoiamos essa miscigena&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as t&atilde;o diversas e at&eacute; nos misturamos com elas o que resulta em sobrenomes diferentes, na culin&aacute;ria que apreciamos e na cultura que absorvemos.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Ent&atilde;o, elei&ccedil;&atilde;o encerrada, importa agora torcer para que o pa&iacute;s progrida, que nosso territ&oacute;rio seja respeitado, que o com&eacute;rcio exterior evolua e nos beneficie, que n&atilde;o falte o alimento em nenhuma mesa, que nenhum de n&oacute;s seja exclu&iacute;do nos atendimentos hospitalares p&uacute;blicos quando necessitar, que os jovens realizem seus sonhos e possam acessar de maneira digna um diploma universit&aacute;rio ou t&eacute;cnico, que possamos permanecer em nossa terra e nela progredir, sem sermos amea&ccedil;ados de perder direitos ou os ver reduzidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>&Eacute; hora de nos unirmos em prol de todos os brasileiros e sermos de fato o pa&iacute;s do futuro, terra aben&ccedil;oada e feliz!&nbsp;</p>]]></content>
                                    <category term="Colunista" />
                        <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-10-27T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-26T23:39:08+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Observando]]></title>
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            <id>https://www.diariodesuzano.com.br/01a156cc-026c-7043-ac4a-ed798c75c365</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[O tempo passa e ficamos mais livres de compromissos que nos tomavam bastante tempo, o trabalho que se iniciava cedo e terminava somente no final da tarde não permitia que apreciássemos o dia de Sol ou...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tempo passa e ficamos mais livres de compromissos que nos tomavam bastante tempo, o trabalho que se iniciava cedo e terminava somente no final da tarde n&atilde;o permitia que apreci&aacute;ssemos o dia de Sol ou de chuva, nublado ou n&atilde;o, quente ou frio, somente pod&iacute;amos olhar para o c&eacute;u em breves momentos de folga.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Agora com mais idade acredito que olhamos para o c&eacute;u e ele nos mostra encantos que antes nem perceber&iacute;amos.<br>Volta a lembran&ccedil;a os tempos fagueiros de crian&ccedil;a que v&iacute;amos imagens lindas nas nuvens que se formavam na ab&oacute;boda celeste, ora um ursinho dormindo, ora um cachorrinho saltitando, flores brancas que pareciam andar calmamente, era a imagina&ccedil;&atilde;o livre de problemas dando vaz&atilde;o a criatividade que temos na inf&acirc;ncia e era aprovada por nossos pais que riam e permitiam que continu&aacute;ssemos criando essas ilus&otilde;es de &oacute;tica, cientes talvez que um dia n&atilde;o ter&iacute;amos mais tempo para vivenciar tudo isso...</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Enquanto crian&ccedil;as e com a presen&ccedil;a de nossos pais tudo era felicidade, viv&iacute;amos outros tempos, onde o di&aacute;logo era frequente e, s&oacute; v&iacute;amos nossos pais abstra&iacute;dos quando liam as not&iacute;cias impressas em jornais com muitas p&aacute;ginas, afinal as informa&ccedil;&otilde;es e atualiza&ccedil;&otilde;es nos chegavam por esse meio escrito ou pelas r&aacute;dios e nem todos tinham acesso a esse aparelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>N&atilde;o &eacute; saudosismo, pois, o progresso &eacute; necess&aacute;rio e faz parte da evolu&ccedil;&atilde;o, &eacute; s&oacute; um momento em que paramos para observar e refletir nas mudan&ccedil;as e ficamos felizes porque elas acontecem e ao mesmo tempo divagamos sobre o que nossa mem&oacute;ria nos traz.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Viv&iacute;amos mais ocupados, mas sem tanta pressa como hoje, onde tudo muda t&atilde;o rapidamente que nos sentimos obrigados a acompanhar com celeridade para n&atilde;o perdermos "o barco da evolu&ccedil;&atilde;o".</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Enfim, hoje com mais tranquilidade e idade, por vezes paramos e ficamos observando o que nos rodeia e at&eacute; mesmo o entorno da nossa casa que nos parecia t&atilde;o conhecido se mostra cheio de novidades, os p&aacute;ssaros que fazem ninho em qualquer brecha do telhado ou nos vasos de plantas, os papagaios que todos os dias no amanhecer e ao entardecer buscam os galhos do coqueiro e ali ficam palreando alegres, por vezes saboreando os frutos outras somente fazendo do local posto de observa&ccedil;&atilde;o dos arredores, tudo isso nos encanta e faz perceber que a vida est&aacute; em constante movimento, mas sem nenhuma pressa. O mundo continua girando como sempre a milh&otilde;es de anos e traz a cada dia um novo encanto, uma nova motiva&ccedil;&atilde;o para acreditarmos que somos aben&ccedil;oados por quem nos criou e sermos gratos sempre.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Vamos entendendo que a pressa &eacute; de fato inimiga da perfei&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o h&aacute; necessidade de nos estressarmos, tudo acontece no tempo certo e que se nos acelerarmos podemos n&atilde;o obter &ecirc;xito no nosso projeto.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>A vida humana se forma nos mesmos nove meses desde a cria&ccedil;&atilde;o do Universo, e as mulheres aprenderam a conviver com esse tempo e suas dificuldades e alegrias, assim como os animais e as aves, todos tem ci&ecirc;ncia de que h&aacute; um tempo certo para tudo acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Ent&atilde;o percebemos que n&atilde;o devemos deixar o tempo passar acelerando nossas vidas, vamos vivenciando cada novo dia como uma d&aacute;diva para ser experimentada e saboreada com tranquilidade, agradecendo a oportunidade de aqui estarmos presenciando as belezas que o Criador produziu para nos encantar e para tornar nossa caminhada mais feliz e produtiva.</p>]]></content>
                                    <category term="Colunistas" />
                        <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-10-20T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-20T00:52:53+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Nostalgia no ar]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Porque será que em alguns dias ao abrirmos a janela do nosso quarto e olharmos natureza que nos rodeia sentimos uma nostalgia, uma saudade que não se explica?O Sol não quer aparecer, então fica escond...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Porque ser&aacute; que em alguns dias ao abrirmos a janela do nosso quarto e olharmos natureza que nos rodeia sentimos uma nostalgia, uma saudade que n&atilde;o se explica?<br>O Sol n&atilde;o quer aparecer, ent&atilde;o fica escondido atr&aacute;s de nuvens mais densas, mas iluminando intensamente o dia, sabemos que est&aacute; ali afinal o dia amanheceu mais quente, como deve ser na primavera, esse per&iacute;odo do ano em que a natureza est&aacute; mais exuberante, as folhas mais verdes carregam as &aacute;rvores e as plantas por menores que sejam, talvez na inten&ccedil;&atilde;o de guardar s&oacute; para si o colorido das flores que encantam nosso olhar.<br>Desde a maria sem vergonha, que floresce na sua simplicidade, aproveitando qualquer brecha do jardim, at&eacute; a roseira antiga que subiu para o telhado com seus galhos esguios cujas pontas est&atilde;o carregadas de rosas amarelas que contrastam com a cor escura das telhas, o jasmim manga que reinicia seu ciclo de folhas novas e verdinhas e flores roxas que encantam a vizinhan&ccedil;a e nessa &eacute;poca servem de mirante para a passarada que se instala em seus galhos observando a redondeza, a amoreira e as pitangueiras carregadas de frutos doces de cores intensas que deliciam o paladar nosso e das aves que por ali pousam.<br>No tronco do coqueiro que cresceu absurdamente as orqu&iacute;deas est&atilde;o lan&ccedil;ando pequenos galhos cheios de bot&otilde;es que logo v&atilde;o explodir e lindas flores v&atilde;o encantar a vista, s&atilde;o as chuvas de ouro que parecem aguardar o Sol para se abrirem.<br>Toda essa beleza encanta os olhos e traz saudade que aperta no peito, com lembran&ccedil;as de outros tempos em que tudo isso era partilhado com pessoas que se encantavam tanto quanto n&oacute;s e, que nos descreviam a beleza e o encanto dos seus jardins...<br>Na casa de minha m&atilde;e, de onde sa&iacute; anos atras para seguir a vida com a fam&iacute;lia que constru&iacute;a, a vis&atilde;o do quintal era magnifica tamb&eacute;m, as orqu&iacute;deas plantadas por minha m&atilde;e av&oacute; eram a vis&atilde;o do para&iacute;so, o p&eacute; de gabiroba carregado, as pitangas maduras, os cachos de uva, tudo isso era motivo para ficarmos na janela observando em sil&ecirc;ncio para n&atilde;o espantar a passarada que ali se instalava e saboreava antes de n&oacute;s aquelas del&iacute;cias que foram plantadas pelas m&atilde;os caprichosas dos meus pais e av&oacute;.<br>Agora olhando para o meu jardim a lembran&ccedil;a v&iacute;vida de tudo isso retorna a minha mem&oacute;ria, trazendo um misto de alegria por ter vivenciado essa alegria e de tristeza porque hoje fazem parte das minhas recorda&ccedil;&otilde;es e, ter a certeza de que alguns lugares permanecem com toda essa beleza, mas ali n&atilde;o se encontram mais as pessoas com as quais repart&iacute;amos essa alegria.<br>Ah! A saudade &eacute; inexplic&aacute;vel... Tem dias que toma de supet&atilde;o nossas lembran&ccedil;as e fica apertando nosso cora&ccedil;&atilde;o... A mem&oacute;ria tenta desviar nos fazendo tomar consci&ecirc;ncia dos afazeres que est&atilde;o nos aguardando, mas cenas de um tempo maravilhoso que vivemos passa em nossa mente com insist&ecirc;ncia, s&atilde;o t&atilde;o claros que parecem que estamos vivenciando tudo novamente...<br>Entretanto, o tempo e a vida n&atilde;o param e assim algumas de nossas lembran&ccedil;as fazem parte do passado e n&atilde;o h&aacute; como viver novamente, fazem parte de um espa&ccedil;o da nossa exist&ecirc;ncia que n&atilde;o volta mais, do qual somente restam as lembran&ccedil;as maravilhosas e felizes de uma conviv&ecirc;ncia de amor e respeito...<br>Dias assim n&atilde;o nos tornam infelizes, somente mais acabrunhados e silenciosos, como se a introspec&ccedil;&atilde;o pudesse trazer de volta para nossa realidade tudo isso que acalenta nosso cora&ccedil;&atilde;o.</p>]]></content>
                                    <category term="Colunistas" />
                        <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-10-13T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-12T18:24:18+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Alegria]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Acordei cedo com uma algazarra barulhenta nas árvores da calçada e do meu jardim... Curiosa, abri a janela bem devagar e procurei visualizar quem estava promovendo essa anarquia matutina, e me deparo...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acordei cedo com uma algazarra barulhenta nas &aacute;rvores da cal&ccedil;ada e do meu jardim...</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Curiosa, abri a janela bem devagar e procurei visualizar quem estava promovendo essa anarquia matutina, e me deparo com papagaios disputando espa&ccedil;o para comerem as amoras pretinhas bem maduras e docinhas do p&eacute; que tenho no jardim e outros de cabe&ccedil;a para baixo arrancando com o bico os coquinhos que ainda restam pendurados no alto da palmeira-jeriv&aacute; que anos atr&aacute;s foi semeada pelos passarinhos e cresceu tanto que nem vemos suas folhas que antes balan&ccedil;avam calmamente sobre o telhado.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>N&atilde;o s&oacute; os papagaios e maritacas barulhentas ali estavam festejando a fartura em alimento, estavam ali tamb&eacute;m s&aacute;bias laranjeira, bem-te-vis, corru&iacute;ras, pardais e um casal de can&aacute;rios, todos investiam na amoreira ainda carregada, que vergava seus galhos conforme recebia as visitas empenadas e coloridas.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Fiquei ali observando encantada, esperando que naquele momento nenhum tucano aparecesse, pois, certamente estressaria toda passarada, que iria de in&iacute;cio tentar espantar o invasor e por certo correr para defender seus ninhos desse predador, bonito e destruidor.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>No alto do muro uma infinidade de rolinhas n&atilde;o se preocupava com a movimenta&ccedil;&atilde;o nas &aacute;rvores, aguardava com calma que coloc&aacute;ssemos a comida di&aacute;ria delas nas vasilhas para ent&atilde;o atacar vorazmente o conte&uacute;do que acaba t&atilde;o r&aacute;pido que por vezes nos perguntamos se colocamos pouco ou se de fato s&atilde;o muitos os convidados.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>De onde estava podia observar no vaso de orqu&iacute;dea pendurado na beira do telhado com os bot&otilde;es de flores se preparando para abrir, uma mam&atilde;e rolinha tranquila aninhada chocando seu par de ovinhos que foram rec&eacute;m botados ali, logo ap&oacute;s a desocupa&ccedil;&atilde;o do local por outra mam&atilde;e e seus dois filhotes, um forte que logo saiu voando e o outro bem menor, mais temeroso para se lan&ccedil;ar de encontro a m&atilde;e que ficou observando...</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Assim a popula&ccedil;&atilde;o vai aumentando sempre, o namoro entre eles &eacute; frequente e muitas vezes temos que espantar os gatos da vizinhan&ccedil;a que vendo essa fartura de alimento voando por ali, vem com seus passos cautelosos tentar encher a barriga com algum que esteja bastante distra&iacute;do.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>&Eacute; l&oacute;gico que isso tamb&eacute;m &eacute; evitado pela Princesa, que ao avistar algum gato por ali se espreitando late e pula e, sendo uma mistura de labrador e pastor, uma vira-lata de bom tamanho, quase os alcan&ccedil;a e com isso os afasta, pelo menos temporariamente daquele espa&ccedil;o sem, contudo, impedir que voltem sempre que a fome apertar ou o instinto de ca&ccedil;ador se manifestar.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>Assim o dia amanhece e j&aacute; nos enche de alegria, a natureza &eacute; maravilhosa e capaz de permitir que vejamos o mundo com mais esperan&ccedil;a, acreditando nas benesses divinas que permite que com cenas assim tenhamos mais persist&ecirc;ncia para enfrentar a vida, mesmo com as dificuldades que nos cercam.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>E quando quase vinte minutos depois voaram em plena algazarra em busca de mais alimento eu lembrei dos meus afazeres e sa&iacute; dali imaginando onde teriam ido levar alegria e, agradecendo por come&ccedil;ar o domingo que teria uma elei&ccedil;&atilde;o com mais f&eacute; e esperan&ccedil;a no nosso futuro, sabendo que o Criador jamais abandona seus filhos, sempre oferecendo guarida e comida, mesmo para esses que n&atilde;o falam e que tudo buscam na natureza...</p>]]></content>
                                    <category term="Colunista" />
                        <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-10-06T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-05T23:47:42+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Sejamos participativos]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.diariodesuzano.com.br/coluna/lorena-burger/2026/09/29/sejamos-participativos.html" />
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Chegando ao final de setembro, um mês colorido, muito importante para a saúde, em que cada uma das suas cores tem um significado especial... O Amarelo pela prevenção ao suicídio, que deve permanecer c...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Chegando ao final de setembro, um mês colorido, muito importante para a saúde, em que cada uma das suas cores tem um significado especial...<br />
O Amarelo pela prevenção ao suicídio, que deve permanecer constante durante todo o ano, o Roxo pelo combate a fibrose cística, ao Alzheimer e ao combate ao câncer de pâncreas, o Vermelho pela conscientização sobre as doenças cardiovasculares que vem ceifando vidas continuamente, o Verde pela prevenção ao câncer de intestino, a luta sobre a inclusão social da pessoa com deficiência (e certamente sobre o respeito que merecem), pela conscientização (e divulgação que deve ser constante) sobre a doação de órgãos que salva tantas vidas e o Dourado que simboliza a conscientização sobre o câncer infanto juvenil, são cores que nos alertam para os males que nos atingem direta ou indiretamente e pelos quais devemos lutar sempre, independente do mês em que estejamos, lutas frequentes e necessárias.<br />
O mês é também de divulgação da segurança no trânsito simbolizado também pela cor Amarela, para que todos sejamos conscientes seja como condutores de veículos ou como pedestres, se temos consciência, se dirigimos ou nos movimentamos pelas vias com respeito e atenção vamos evitar acidentes que podem ser fatais...<br />
Num tempo em que o número de pessoas que possuem e dirigem veículos aumenta consideravelmente é necessário que a atenção no trânsito seja redobrada, por quem conduz e por quem trafega a pé. As sinalizações devem ser observadas e respeitadas por ambos como forma eficaz de mantermos a segurança e nossas vidas...<br />
Setembro é um mês carregado de significado também para a política, principalmente quando temos eleições no mês de outubro e, este ano as eleições são importantes, porque vários cargos terão renovação que depende de nós.<br />
Nós eleitores não devemos nos deixar levar pela publicidade que alardeia feitos que sabemos não serem reais, porque nesse meio, infelizmente, grassa a mentira e as invenções, e nós atualmente podemos e devemos conferir cada fala, para votarmos com consciência, assim não vamos continuar pagando altos salários, que saem de nossos bolsos para políticos que não retribuem os valores recebidos com um trabalho digno e respeitoso para com a população... <br />
No primeiro domingo do mês de outubro teremos a eleição para vários cargos e todos de alta relevância para nós, que seremos governados e administrados pelas pessoas que lá colocaremos...<br />
É tempo de termos atenção para todas as cores de todos os meses do ano e, votarmos cientes de que queremos o melhor para nós e para o nosso país.<br />
Vamos votar para Presidente, para Governador, para o Senado será tempo de renovação e este ano votaremos em dois, ainda teremos que votar para deputado Federal e Estadual e, são inúmeros os candidatos, muitos somente com interesse no ganho financeiro do cargo, sem um mínimo de preocupação com quem os elege.<br />
Alguns vão em busca da reeleição com projetos que se repetem a cada novo pleito e que nunca se cumprem, mesmo com o largo tempo de quatro anos para a execução, outros estão lá há tanto tempo que nem sabem como é viver sem a política e sem o cargo que lhes concede polpudo salário e mordomias que jamais teriam num emprego que carecessem de responsabilidade para se manter.<br />
Então vamos fechar este mês cientes de nossa responsabilidade para conosco, para com o próximo e principalmente para com nosso país, porque merecemos e necessitamos desse respeito para continuarmos como nação livre, soberana e justa...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-09-29T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Mundo louco]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Tem momentos em que lendo o noticiário não consigo acreditar nas falas, quero crer que só pode ser a imaginação fértil daqueles que escrevem as matérias, no intento de nos impressionar... Hoje, segund...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Tem momentos em que lendo o noticiário não consigo acreditar nas falas, quero crer que só pode ser a imaginação fértil daqueles que escrevem as matérias, no intento de nos impressionar...<br />
Hoje, segunda-feira, temos notícias de todo tipo, para todos os leitores... Os que gostam de futebol se deliciam com a derrota dos times adversários, com as brigas dos dirigentes esportivos e as falácias dos jogadores que em campo não demonstram tanta energia, apesar dos polpudos salários que recebem.<br />
Um trabalhador de indústria que ganha infinitamente menos, se dedica com mais afinco à sua função, ciente de que seu emprego é mantido pelo bom desempenho da empresa.<br />
Pessoas que nasceram cercadas de conforto e com boa estabilidade financeira no lar, se perdem no uso das drogas e nela perdem a vida num tempo que deveriam estar usufruindo da plenitude do amor familiar, da saúde e do vigor da idade.<br />
Políticos com poder econômico farto, devem para trabalhadores que precisaram recorrer a Justiça para terem seus direitos reconhecidos e mesmo assim não conseguem ver solucionadas as pendencias financeiras, pois, esses homens que se dizem transparentes e desejam administrar os bens públicos, escondem o patrimônio para escaparem das cobranças que iriam resolver a vida daqueles que um dia acreditaram na sua honestidade como patrões.<br />
Nos questionamos se vale a pena votar nalgum deles, pois, por trás dos sorrisos fartos e das palavras cheias de positivismo e promessas se esconde um ser humano que não cumpre com seus deveres básicos para com seus empregados.<br />
Apesar dos transtornos das chuvas, nos alegramos por saber que nossos reservatórios conseguiram absorver uma boa quantidade dessa água, aumentando sua capacidade em quase quinze por cento, permitindo que tenhamos um pouco mais de tranquilidade sabendo que com parcimônia não teremos falta desse líquido precioso.<br />
No topo da política internacional temos um homem que parece acreditar que é o dono do mundo.<br />
Seu país sofre com inflação alta, com gente demais sem conseguir manter suas moradias e que acabam se tornando moradores de rua, com violência pela facilidade em se obter armas de maneira legal, de desrespeito por racismo, seja da cor ou da nacionalidade e que prende e destrói famílias porque simplesmente acreditaram que conseguiriam uma vida melhor nesse país, que um dia foi a realização do sonho de muitos, mas agora é o país do pesadelo...<br />
Ele parece não enxergar as dificuldades do país que ele dirige, mas opina na direção de outros, que tem seus próprios administradores, prendendo e exilando, exigindo que seja atendido ou ameaçando com taxas exorbitantes de impostos sobre produtos que seu próprio povo utiliza. Invade outros países, traz a guerra que atinge inocentes, mata mulheres e crianças como se fosse o senhor dos destinos humanos porque pretende ser o mais poderoso administrador do planeta (e infelizmente tem inúmeros seguidores), transforma os jovens do seu país em guerreiros, que se não morrem em combate, voltam mutilados e traumatizados por uma violência desnecessária e descabida.<br />
Agora sua ameaça é não só em guerrear pelo poder econômico, mas destruir um país que tem muito mais tempo de existência e de resiliência para as dificuldades, esquecendo que lá vivem pessoas que jamais desejaram a guerra e seus malefícios, seres que enfrentam dificuldades impostas pelo regime interno, apesar do solo rico em petróleo e farto em desigualdade, mas que não devem sofrer mais pelo egoísmo de um ser que se considera soberano do mundo...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-09-22T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Quantos assuntos]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[É tanto assunto para discorrer que a vida de quem escreve fica difícil... A chuva que veio com vontade de ficar é muito necessária, afinal nossos reservatórios estão com níveis bem abaixo do esperado,...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>É tanto assunto para discorrer que a vida de quem escreve fica difícil...<br />
A chuva que veio com vontade de ficar é muito necessária, afinal nossos reservatórios estão com níveis bem abaixo do esperado, mas ela não vem caindo onde é tão necessária e onde chega faz alguns estragos severos, inclusive ceifando vidas.<br />
Todavia, percebemos que as plantas agradecem, estão muito mais verdes as suas folhas, as flores estão encantando a vida de todos nós com seus coloridos maravilhosos e os pássaros depois de muito namorarem se aninham para gerar novas vidas.<br />
Aqui em casa fizeram ninho em meus vasos e já estão preparando os filhotes para voarem e eu me encanto todo dia...<br />
A poeira baixou e nossas casa parece ficar mais limpa, que para donas de casa é uma maravilha.<br />
No entanto, se nos atermos aos assuntos referentes a política e as próximas eleições não conseguimos nos alegrar.<br />
Os níveis de discussão entre os políticos já conhecidos de longa data nos estressam, afinal os assuntos e as promessas são as de sempre e sabemos que não serão cumpridas por nenhum deles...<br />
Promessas se repetem ano após ano de eleição e quando chegam ao poder pelo voto, simplesmente as esquecem, assim que como esquecem os eleitores que foram fartamente abraçados pelas ruas e voltam a pensar somente no poder que adquiriram por meio do voto popular e se sentem poderosos, com direito a ignorar as promessas feitas, como se elas nunca tivessem acontecido.<br />
Os três poderes estão tão envolvidos em faltas éticas, que nos horrorizam, nos sentimos impotentes diante de tantas notícias de conivência com erros graves, que o mais simples cidadão não se permitiria envolver e aceitar, mesmo enfrentando dificuldades de todos os níveis.<br />
Aquele que denuncia está tão envolvido quanto o denunciado e, de fato não teria condições morais para o fazer, sem mostrar quanto também graves são os seus erros.<br />
Nossa Constituição é desrespeitada justamente por aqueles que a deveriam proteger e seguir de forma escorreita e séria.<br />
Somos um país cujo governo deveria ser laico, independente de qualquer modelo religioso, mas vemos o uso da religião de forma indevida para se chegar ao poder e, infelizmente nenhuma delas segue de fato os ensinamentos daquele Mestre simples, humilde e honesto que nos ensinou que devíamos amar uns aos outros como desejamos que nos amem, porque entre eles o amor-próprio é forte e insuperável.<br />
No planeta são tantas as guerras desnecessárias, são tantos políticos irresponsáveis que administram esses conflitos de longe, no conforto de seus escritórios, alimentados e felizes, enquanto os que lutam expõem suas vidas todos os dias aos perigos e à morte, para defender ideais que na maioria das vezes desconhecem ou não defendem.<br />
Perdidos assim entre tantos assuntos muitas vezes nos perguntamos onde vamos chegar com tanta coisa que entendemos errada, que divergem de nossos princípios éticos e de criação, que nos fazem temer pelo futuro de nossos familiares mais novos, de nossos filhos e descendentes...<br />
Então nos resta torcer para que um milagre aconteça e possamos ver uma melhora neste planeta, que foi criado por um poder maior e digno de respeito, que aqui nos colocou para alçarmos a evolução e não regredirmos aos primórdios da criação...</p>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2026-09-15T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Setembro de comemorações]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Chegamos rapidamente ao nono mês do ano enfrentando a diversidade no clima, muito quente ou muito frio, é a natureza correspondendo ao nosso carinho para com ela... Iniciamos o mês comemorando o anive...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Chegamos rapidamente ao nono mês do ano enfrentando a diversidade no clima, muito quente ou muito frio, é a natureza correspondendo ao nosso carinho para com ela...<br />
Iniciamos o mês comemorando o aniversário deste jornal, fundado em três de setembro de 1961, quando foi publicado pela primeira vez. Eu vim conhecer esse jornal nos anos de 65/66 e conviver com a família, pois, todos trabalhavam sob a batuta do senhor Thadeu José de Moraes, fundador e avô desses jovens.<br />
O jornal não envelhece, ele cria raízes profundas com a cidade e seus moradores, é o informativo, aquele que se atualiza todos os dias para que todos saibam o que acontece, se informem sobre os fatos sociais, políticos e de rotina, sempre necessários.<br />
Comemoramos também duzentos e quatro anos da independência do Brasil, marco inicial de nossa liberdade como pátria livre do jugo português e de qualquer outro domínio, como povo que deve ser consciente de sua capacidade de iniciativa, de responsabilidade e de amor à terra onde nasceu.<br />
A chegada da estação mais florida do ano também chega neste mês, reparamos que as flores já se mostram com todo seu encanto, orquídeas abrem lentamente seus botões coloridos como se despertassem de um sono longo e reparador, os ipês amarelos forram o chão com um tapete denso e encantador...<br />
Nos jardins das casas observamos as roseiras, gerânios, camarões amarelos e vermelhos, até mesmo as marias sem vergonha florindo e exibindo exuberantes cores que enchem a vista de quem passa, tornando sempre mais alegre e feliz o dia das pessoas.<br />
É mês também de luta pela vida, afinal com tanto colorido e tantos motivos para ser feliz, ainda persiste em algumas pessoas o desânimo, a tristeza, a depressão e a vontade infeliz de dar fim a vida...<br />
A vida concessão Divina deve ser usufruída em tempo integral, afinal ela resulta da união de duas pessoas que se sentiram atraídas por um sentimento forte e inexplicável, que pode se manter firme ou não, que pode resultar numa relação amorosa e duradoura ou como dizia o poeta Vinicius “que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure” em seu Soneto de Fidelidade...<br />
É certo que ela tem percalços que por vezes parecem insolúveis e duradouros, muitos deles nos atingem de maneira forte e dolorida, tornando tudo sombrio e triste, como se afundássemos num buraco sem fim.<br />
Nesses momentos é que devemos buscar ajuda, para que possamos enxergar com mais clareza a saída, porque sempre existe uma e essa não é a de dar cabo a nossa existência e sim tratar o que nos aflige de maneira consciente e com o respaldo de pessoas que de fato nos entendam e saibam nos mostrar caminhos e soluções.<br />
É assim que pensam e agem aqueles que se unem em torno da vida, que se dedicam a auxiliar pessoas que se sentem desanimadas e infelizes, que sabem como acolher, abraçar e se fazer ouvir com respeito e carinho.<br />
Por isso não vamos esquecer que setembro é mês de comemorar, principalmente a vida, e o que nela nos encanta, mesmo as dificuldades que nos fazem aprender e evoluir.<br />
Agradecer a possibilidade que nos é dada diariamente de poder abrir os olhos,<br />
respirar e viver mais um dia, de observar as maravilhas que a natureza nos concede com o colorido das flores, das aves, o céu com seu azul magnífico e o amor daqueles que conosco convivem...</p>
]]></content>
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                        <published>2026-09-08T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Mundo em mudanças]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Temos assistido nos últimos tempos seguidamente mudanças bastante importantes neste nosso planeta. Certamente não são as primeiras nem mesmo serão as últimas, afinal ele vive em constante mutação desd...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Temos assistido nos últimos tempos seguidamente mudanças bastante importantes neste nosso planeta.<br />
Certamente não são as primeiras nem mesmo serão as últimas, afinal ele vive em constante mutação desde o seu princípio.<br />
É certo que nós que o habitamos temos muita responsabilidade sobre essas mudanças, queremos viver da melhor maneira possível, sempre com conforto e com isso produzimos muitos efeitos colaterais para nossa existência.<br />
Para o conforto de nossa locomoção fazemos uso de material orgânico que polui nossa atmosfera, bem como consumimos carne alimento importante para nosso corpo, e isso incentiva os produtores a aumentarem sensivelmente seus rebanhos, que também temos ciência do quanto prejuízo esse aumento no número de animais prejudica o ar que respiramos, além obviamente do sofrimento que causamos para esses animais criados exclusivamente para servirem de alimento, mortos de maneira insensível e cruel.<br />
Também causamos malefícios aos nossos oceanos, são inúmeros os navios de grande porte transitando de lá para cá, levando um imenso número de pessoas e, que jogam os dejetos direto no mar sem nenhum tratamento específico, o mesmo acontece com o gado transportado para outros países, sem nenhum cuidado e higiene, que causa inúmeras mortes, sendo seus dejetos e seus corpos sem vida jogados ao mar, como se ali fosse a lixeira do mundo.<br />
Produzimos uma quantidade enorme de tecidos sintéticos que irão se transformar em roupas de moda passageira, usamos poucas vezes e já nos desfazemos como lixo sem nova utilização e esses restos também ocupam espaço na natureza, poluindo e não permitindo que a terra respire livremente.<br />
Em outros tempos nossas roupas eram duráveis e as utilizávamos por longos períodos, a moda não era motivo para troca de figurino com tanta frequência, andávamos sempre elegantes fazendo uso de peças que combinávamos entre si e podíamos usar sem medo de ficar deselegante.<br />
Nosso descuido e desrespeito com a nossa casa no espaço, tem nos causado inúmeros problemas e destruição. Locais em que a chuva era suficiente para manter a vida vegetal e animal, hoje se acelera e destrói como acontece em nosso país, onde ela devasta cidades inteiras, água em tanta quantidade que leva consigo casas, pontes, árvores e pessoas como se fossem simples folhas de papel.<br />
Mudamos com nossos hábitos errados o clima e vamos permitindo que o calor se instale de maneira irregular e geleiras milenares derretem e descem as montanhas com força destruidora, ceifando vidas e destruindo tudo por onde passam...<br />
Sabemos que a Terra já passou por inúmeras mudanças e segue firme, nós que causamos essas alterações é que vamos sendo suprimidos da face dela.<br />
Até a nossa índole malévola, gananciosa e deturpada permite que vivamos sem segurança, cercados por elementos perniciosos que roubam, matam sem nenhum remorso ou temor pela Justiça, a dos homens porque está sem credibilidade e a Divina porque poucos acreditam que ela existe.<br />
Nem mesmo os governantes que deveriam ser providos de ética, respeito e ponderação o são, alguns sentem que o poder a eles outorgado pelo voto ou pela força, lhes concede o direito de vida e morte, sobre seus governados e quiçá a todo o mundo.<br />
Já se faz tarde o tempo de repensarmos nossas ações particulares e coletivas e, buscar viver com mais respeito para com nosso próximo e para conosco, mais comedimento e atenção para o solo que nos sustenta no espaço, para que as gerações futuras também possam usufruir deste planeta tão generoso que hoje vivemos...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-09-01T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Eleições]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Nada como a democracia, onde podemos expressar nossas opiniões livremente sem medo de represálias. Desde que me foi permitido por lei exercer o direito de votar o faço sempre com muita tranquilidade,...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Nada como a democracia, onde podemos expressar nossas opiniões livremente sem medo de represálias.<br />
Desde que me foi permitido por lei exercer o direito de votar o faço sempre com muita tranquilidade, porque aprendi com meus pais a analisar com serenidade as falas dos candidatos e votar naqueles que parecem mais coerentes e verdadeiros. Comecei jovem a exercer esse direito e a trabalhar voluntariamente como mesária nas eleições, num tempo em que não tínhamos nenhuma mordomia, o voto era escrito, o eleitor levava mais tempo para expressar seu desejo na urna e assim o tempo ficava escasso até para o lanche, mas não para as conversas, afinal ali éramos, com exceção do presidente que sempre tinha mais experiência e idade, jovens cheios de sonhos e sempre alegres. Nas eleições municipais podíamos ver os candidatos nas seções exercendo seu direito de votar, sem, contudo, fazer campanha, que como hoje não era permitida nesses recintos.<br />
A divulgação era por meio de panfletos, no boca a boca, de casa em casa, divulgando e contando com os amigos e, no caso das eleições municipais conhecíamos quase todos os candidatos, afinal as cidades eram menores. A pesquisa maior era sempre para os demais cargos, com exceção ao maior posto, o de presidente, afinal esse era sempre um militar escolhido sem nossa interferência, outros tempos, democráticos, mas, nem tanto...<br />
Hoje temos inúmeros meios de conhecer os homens e mulheres que pleiteiam nossos votos, espalham suas ideias na televisão nos horários permitidos, nas redes sociais e até em nossas páginas pessoais e de conversas. São muitos e mal conseguimos conhecer todos os projetos e propostas, entretanto, aqueles que tem mais poder e tempo, colocam a nossa disposição suas ideias para transformar nosso estado e nosso país num paraíso. Propostas maravilhosas, que poderiam mesmo tornar muito mais forte e poderosa a nossa democracia, a vida do nosso povo, dessas terras que tanto amamos. Alguns estão buscando nossos votos pela primeira vez, outros são nossos conhecidos por estarem nessa luta há muito tempo sem conseguir seu intento e tem aqueles que buscam a reeleição, seus projetos são os mesmos de eleições passadas, entretanto, num período largo de quatro anos não conseguiram colocar em ação nenhuma das propostas da eleição anterior, mas, certamente engordaram seus cofrinhos com os salários pagos com o dinheiro desse povo sonhador que deseja de fato um país melhor, melhores condições de vida, com mais saúde, educação, meios de transporte eficiente, segurança e sem corrupção.<br />
É certo que nem todos agem assim, alguns são de fato homens e mulheres buscando dar o melhor de si e, vemos o quanto lutam para aprovar seus projetos e nem sempre conseguem. Temos agora a possibilidade de mudar o cenário do Senado, do Congresso, das Câmaras Estaduais e do poder executivo dos Estados, onde governadores quase nada fizeram buscam ansiosamente a reeleição, além de muita promessa e decidir também quem vai dirigir o país.<br />
Sejamos responsáveis, vamos votar com consciência para poder ter o direito de cobrar um bom trabalho do candidato, lembrando que o dinheiro que recebem e a mordomia que usufruem sai sempre do nosso bolso e tem que nos trazer retorno positivo, assim como numa empresa, somos os empregadores e temos o direito de exigir um desempenho que corresponda as expectativas, com retorno de melhora para a vida de todos os cidadãos deste país e do nosso Estado.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-08-25T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Vícios inocentes]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Parece coisa infantil, sem maldade e sem consequências os tais joguinhos que são tão amplamente divulgados nos campos de futebol, nas camisas dos jogadores, nas redes sociais e nos programas de televi...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Parece coisa infantil, sem maldade e sem consequências os tais joguinhos que são tão amplamente divulgados nos campos de futebol, nas camisas dos jogadores, nas redes sociais e nos programas de televisão.<br />
Não adianta dizer e alertar que jogo não é investimento se nas publicidades mostra ganhos e alegria.<br />
Desde sempre somos sabedores de pessoas que perderam muito dinheiro, bens e muitas vezes o seu patrimônio nos jogos.<br />
Em outros tempos tínhamos cassinos em nosso país, foram abolidos e proibidos por aqui, mas nos países que nos avizinham eles existem e atraem muitos brasileiros, assim como acontecia com os bingos recentemente.<br />
Podíamos encontrar ali pessoas que não se preocupavam com o valor das apostas e pareciam nem sentir quando a conta era apresentada, porque aparentemente haviam ganho o suficiente para se manter em equilíbrio.<br />
Havia aqueles que saiam desiludidos por não terem ganho nada e sem muitas vezes o dinheiro até para tomarem a condução de volta para casa.<br />
Jogo é viciante, entontece, parece que a sorte vai nos sorrir repentinamente e nos presentear com aquele valor que sonhamos para fazer algumas mudanças em nossa vida, talvez em nossa casa e se, não foi nessa rodada certamente será na próxima e assim o dinheiro se esvai sem retorno e, quando se ganha é insuficiente para cobrir o que se gasta em apostas...<br />
Se antes era necessário sair de casa para se dirigir ao local dos jogos, agora ele nos pega ainda de pijama, em casa, sem necessidade de locomoção para qualquer lugar, basta ter um celular (e quem não o tem hoje?) para acessar algum tipo de jogo, por mais simples que pareça.<br />
Até mesmo as crianças podiam ter acesso e já iam se viciando nos joguinhos coloridos e de aparência inofensiva.<br />
Para distrair os filhos muitos pais liberavam o acesso, assim, de certa forma, teriam tranquilidade por algum tempo, sem se preocupar com o mal que estavam causando.<br />
Sabemos de casos de pessoas que na expectativa de ganhar, fazendo uso do celular, investiu todo seu salário do mês, somente percebendo o prejuízo quando nada mais havia para fazer, além de assumir o remorso pelo gasto que prejudicou sua vida, pois, ficou sem conseguir pagar as contas do mês, sem alimentos, sem nenhuma reserva e se viu obrigado a lançar mão de empréstimos (que também parecem fáceis demais para se obter) e que terão seus valores acrescidos nas despesas normais, sempre com juros exorbitantes.<br />
O vício seja ele qual for sempre vai causar prejuízo, seja financeiro ou para a saúde e, independente do tempo em que vivemos eles sempre parecem inofensivos e cheios de prazer.<br />
Dão a sensação de que desanuviam nossa mente, que por algum tempo ficará livre de responsabilidade, porque nos espairecem... O cigarro, a bebida, as drogas, os jogos, todos eles vão de início nos dar a sensação de leveza, de despreocupação, todavia, com o passar do tempo todos causarão algum malefício, seja para saúde ou para o bolso.<br />
A saúde é demasiado importante para se descuidar e somos hoje cientes de que o vício da bebida, da droga e do cigarro desgastam e corrompem nosso organismo, trazendo problemas que podiam ser evitados para nossa vida.<br />
O dinheiro gasto no jogo nunca será recuperado em sua totalidade e o patrimônio ficará abalado e fará falta, afinal só ganha com ele quem o pratica como forma de trabalho, seja no campo ou na sua divulgação.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-08-18T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Ser mulher e não sofrer violência]]></title>
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                <![CDATA[A nossa criação existe desde os primórdios da humanidade. Segundo a Bíblia, fomos criadas a partir de uma costela de Adão, mas desde daí os nascimentos só acontecem por meio de uma mulher. Esse fato d...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>A nossa criação existe desde os primórdios da humanidade.<br />
Segundo a Bíblia, fomos criadas a partir de uma costela de Adão, mas desde daí os nascimentos só acontecem por meio de uma mulher. Esse fato deveria inspirar respeito, pois, sem mulheres não haveria humanos habitando este planeta...<br />
Entretanto, as mulheres na história, com algumas exceções sempre foram dominadas e subjugadas por aqueles que dependeram dela para virem ao mundo... Os homens...<br />
Homens se sentem fortes e dominadores, de fato foram criados com mais força muscular, para defender a família, sua prole, não para usarem essa força contra as pessoas, todavia, é contra as mulheres e outras pessoas até do mesmo sexo que se exibem, desejando mostrar seu poder e, infelizmente sua falta de raciocínio, porque é mais fácil terminar uma discussão fazendo uso dos braços, da força muscular, de armas do que fazendo uso do cérebro e do diálogo. O relacionamento entre homens e mulheres é natural e deveria ser pacífico, afinal ninguém se relaciona iniciando uma discussão, um desentendimento. As relações humanas se iniciam por comunhão de ideias, por afeto, pela convivência, sempre por um sentimento positivo, e com diálogos, pois, são as conversas que fazem acontecer as melhores amizades e os amores.<br />
Relações assim iniciadas podem muitas vezes resultar em namoros que seguem rumo ao casamento ou a vida em comum, parecem perfeitas no começo e muitas o são até o final da vida, outras, por algum motivo sofrem um dano, parece um fio desencapado que pode gerar um curto-circuito repentino e um incêndio, muitas vezes incontrolável.<br />
Quando falamos nas relações afetivas de um casal, essas discussões parecem ocorrer com mais frequência, por vezes o diálogo predomina e as relações se prolongam por anos, noutras a violência se estabelece e, podem até durar muitos anos num silêncio dolorido, que afeta a relação, o amor e subjuga, causando medo, até terror na parte mais frágil. Somos cientes de que a violência doméstica sempre existiu e era calada por força da imposição social e familiar, o silêncio feminino fazia parte desse contrato, o homem pacífico na convivência social era quase sempre violento e dominador com esposa e filhos no lar, entre as paredes que tudo acompanhavam como testemunhas silenciosas. Mulheres pareciam frágeis, apesar de fortes para a luta diária, para o cuidado com a família e com suas tarefas nada fáceis... Viviam caindo de escadas, escorregando em chão úmido, batendo em móveis que ficavam no caminho. Assim emudecidas, muitas vezes morriam sem nunca reclamar da violência que sofriam.<br />
O mundo evoluiu e leis vieram para proteger essas mulheres, infelizmente criada a partir da violência brutal de um homem que tentou tirar a vida da esposa atirando nela e depois tentando eletrocutá-la...<br />
Por cobranças externas, porque nossa Justiça delongava suas decisões, a pressão internacional resultou na criação da Lei Maria da Penha, promulgada em sete de agosto de 2006, um avanço em nossa legislação, pois, determinou que as penas aos agressores não fossem brandas, criou medidas protetivas e o afastamento do agressor do lar, permitiu a visibilidade da agressão contra a mulher (que era calada e obscura). Infelizmente ainda não vencemos, a violência contra as mulheres é real e presente em nosso cotidiano e temos um longo caminho a ser percorrido a caminho da evolução, onde o entendimento, o diálogo e a paz devem se estabelecer entre os seres que um dia se uniram por um sentimento de amor. Vinte anos que trouxeram mudança no tratamento legal, mas que ainda engatinha no caminho do aperfeiçoamento das relações afetivas, que só acontece quando o respeito se faz presente, porque fomos criados para viver em paz, mas ainda não entendemos isso...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-08-11T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Sonhos não morrem]]></title>
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                <![CDATA[Dois jovens cheios de planos e ideias para o futuro se encontram um dia no mesmo local de trabalho, a amizade surge simples, a mão estendida para colaborar, a conversa despretensiosa ameniza o ambient...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Dois jovens cheios de planos e ideias para o futuro se encontram um dia no mesmo local de trabalho, a amizade surge simples, a mão estendida para colaborar, a conversa despretensiosa ameniza o ambiente normalmente tenso pela responsabilidade de ambos e dos demais participantes que cuidam com esmero da documentação que lhes é confiada por clientes novos e antigos.<br />
As mãos se juntam para agilizar o serviço, afinal ainda era um tempo de máquinas de datilografia antigas e sem manutenção, de fichas preenchidas a mão, com caligrafia caprichada, para que em qualquer tempo pudessem ser lidas e entendidas.<br />
No final do expediente todos voltavam para receber seus documentos prontos e deixarem seus clientes satisfeitos com a eficiência do órgão público, que na realidade tinha somente uma funcionária e só funcionava com essa eficiência graças a ajuda e parceria de todos.<br />
Nos momentos em que podiam parar e conversar, a maioria jovem falava sobre os projetos para o futuro e, também ouviam os conselhos e causos dos mais velhos, mais experientes e vividos, que sempre se disponham a nos ensinar caminhos menos pedregosos, pois, já haviam trilhado por ele e sabiam como desviar dos empecilhos que a vida tem prazer em criar.<br />
Os dois jovens também se incluíam nessa conversa, ouviam os conselhos com atenção, até porque naquele tempo havia muito respeito com o que os mais velhos diziam, a sabedoria residia em suas palavras.<br />
Por vezes, ele dava carona para ela na saída, assim agilizava sua caminhada, porque podia ficar muito tempo aguardando o ônibus passar e certamente iria perder a aula no outro município onde cursava a faculdade.<br />
As conversas assim foram se aprofundando a amizade se tornou mais intima e as confidências foram acontecendo com naturalidade.<br />
Ela preocupada com os estudos e sempre supervisionada de perto pelo pai, não via ali nenhuma possibilidade de romance, somente de uma amizade sincera, tão difícil de encontrar nos tempos atuais, mas muito comum outrora.<br />
A vida seguia seu rumo e, a fatalidade levou seu pai, ela então de jovem despreocupada passou a ser o braço direito da mãe e, as conversas sobre sonhos e projetos pareciam ter fenecido, junto com aquela perda dolorida.<br />
Dizem que o tempo nunca é o vilão, nós é que não damos oportunidade para ele...<br />
Então o tempo foi passando com seu modo tranquilo, amenizando dores, curando feridas, assentando a poeira que o caos ocasiona.<br />
Assim a amizade com o passar do tempo aprofundou, criou raízes fortes e o namoro surgiu, por conta de sonhos parecidos e de um sentimento que foi aflorando levemente em cada um deles.<br />
Os amigos entenderam e apoiaram aquela amizade que se aprofundara, foram se tornando quase uma família, por conviverem boa parte do tempo juntos.<br />
Hoje aquele casal já tem uma linda história de vida para contar, casaram-se, criaram uma família cheia de amor, nunca deixaram de sonhar e planejar o futuro, porque foi assim que tudo se iniciou.<br />
Ainda conversam, se apoiam, quando a estrada fica mais difícil eles se dão as mãos para auxiliar na caminhada e, seguem enfrentando dias maravilhosos e os mais complicados sempre unidos.<br />
Já faz quase meio século que tudo começou, muita coisa mudou, menos o entendimento e o sentimento de amor e amizade que os uniu...</p>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2026-08-04T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Viagens e amigos]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Viajar é muito bom, mas viajar com amigos é maravilhoso... As conversas fluem, boas lembranças e enquanto o papo se aprofunda saboreamos uma deliciosa comida. São amizades antigas que o tempo só aperf...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Viajar é muito bom, mas viajar com amigos é maravilhoso...<br />
As conversas fluem, boas lembranças e enquanto o papo se aprofunda saboreamos uma deliciosa comida.<br />
São amizades antigas que o tempo só aperfeiçoa e melhora, são muitas vezes mais próximos que nossa própria família, pois, a convivência nos faz perceber quando um ou outro enfrenta uma dificuldade, quando a tristeza toma conta do coração e da mente, quando a alegria transborda por todos os poros, amigos são os irmãos que a vida nos concede pela escolha que fazemos.<br />
Saímos cedo de casa, animados e felizes. Lá no ponto de encontro já somos aguardados com alegres cumprimentos cheios de sorrisos verdadeiros.<br />
Saímos dali para nosso destino, em grupos seguimos nossa vagem, um cuidando do outro no trânsito da estrada que é sempre movimentada.<br />
No destino o reencontro é sempre efusivo, parece que faz tempo que não nos vemos, novos abraços festivos, uns dão continuidade a conversa do início da viagem, outros comentam sobre o trânsito, sobre a paisagem por onde passamos, a vegetação exuberante, os manacás floridos, uma paisagem que encanta os olhos.<br />
Enquanto aguardamos a comida que já sabemos ser deliciosa, vamos conversando sobre assuntos com e sem importância, que às vezes motivam sorrisos leves ou gostosas gargalhadas.<br />
Brincadeiras sadias com nossas manias, afinal nenhum de nós ali é mais uma criança, já temos uma boa caminhada de vida e em comum por conta do nosso trabalho e das nossas relações que foram se aprofundando com o tempo.<br />
Uns ainda se mantém em plena atividade laboral, outros já aposentados parecem mais descansados dessas atividades profissionais, mas cansados do descanso que todos almejam chegar um dia...<br />
Alguns não veem a hora de poder usufruir desses encontros que de fato enchem de alegria o coração, porque aposentar é bom, entretanto, nos ausenta desses contatos diários que preenchem o coração e a mente com informações e conversas.<br />
Assim passamos o dia sem nem perceber as horas que passam, a conversa fluindo entre uma garfada e outra daquela comida saborosa...<br />
O almoço termina e continuamos ali, sentados, conversando, aproveitando a vida como se diz, ouvindo e sendo ouvido com atenção, porque todos somos importantes para outro, nossa convivência e amizade tornou -se um elo forte, cheio de carinho e afeição.<br />
Às vezes percebemos que nossa família nem sempre nos ouve assim, porque somos de mais idade, porque não compactuamos com as ideias mais avançadas de uns, porque deixamos a política interferir em nossa convivência e de fato, porque nos desgastamos com comentários e opiniões, que deveriam fluir leve, porque somos família e temos o mesmo sangue, mas é justamente aí que a convivência é mais difícil e pedregosa...<br />
Assim vamos percorrendo os caminhos que a vida nos oferta e nela vamos conhecendo pessoas, tornando algumas nossas confidentes, com outras temos conversas sobre o futuro e nossos sonhos com a leveza que muitos desconhecem.<br />
Quando temos oportunidade saímos para viajar, longos ou pequenos percursos, sempre com alegria no coração e na alma, cientes de que essas reuniões farão parte de nossas lembranças felizes!</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-07-28T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
        </entry>
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            <title><![CDATA[Venceu o melhor]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[A Copa do Mundo de futebol envolve todo o planeta nessa competição. Os times chegam cheios de esperança, carregando sorrisos e disposição, seus uniformes coloridos trazem as cores de seus países, uns...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A Copa do Mundo de futebol envolve todo o planeta nessa competição.<br />
Os times chegam cheios de esperança, carregando sorrisos e disposição, seus uniformes coloridos trazem as cores de seus países, uns mais tradicionais, outros modernos e cheios de glamour.<br />
Nos animamos com os jogadores mais velhos e experientes do nosso time e esperamos que tragam para nós mais uma conquista, no nosso caso o hexacampeonato. O que para o Brasil era motivo de alegria, com ruas enfeitadas, carros carregando bandeiras, pessoas andando pelas ruas usando camisetas amarelas, sonhando com a sexta estrela, foi um sonho vão... Voltaram muito cedo, a falta de garra e do verdadeiro futebol nos trouxesomente desilusão e tristeza...<br />
Como somos o país do futebol, continuamos acompanhando os jogos de outros países e torcendo por aqueles que fomos simpatizando. Nos animamos com novos ídolos, com as torcidas e suas maneiras de traduzir seu amor pela equipe e pelo país.<br />
Alguns nos encantaram, como as remadas da Noruega, que infelizmente nos tirou a expectativa de continuar e mesmo assim nos cativou e acabou nos levando a torcer por aquele povo loiro, cheio de vitalidade que nos chamou atenção pela maneira alegre de jogar. Infelizmente eles também acabaram voltando para casa antes da final...<br />
Assim fomos mudando a cor da nossa torcida sem perder a esperança de ver um deles arrebatar o sonhado troféu de campeão.<br />
Admiramos o futebol, de países longínquos, que nunca imaginamos que jogassem esse jogo que consideramos tão brasileiro, apesar de nascido na Inglaterra. Cada time eliminado era por vezes motivo de alegria, doce vingança nalguns casos ou de tristeza porque nos eram simpáticos.<br />
Assim caminhamos por um mês de jogos, mudando nossa rotina, nos adaptando aos horários e analisando (afinal todos nós entendemos muito de futebol) quem seria o provável campeão. Nos encantamos com o goleiro de Cabo Verde, já um senhor, mas cheio de vitalidade e humildade, que nos fez sentir muito a dor da eliminação de seu time.<br />
Fomos vendo grandes times, que já se consideravam ganhadores, voltar para casa cabisbaixos e tristes, vencidos por equipes menores e até sem relevância, sem nenhum título, mas cheios de sonhos.<br />
Foi assim que fomos percebendo que a final se aproximava e que das grandes estrelas poucas haviam resistido ao futebol moleque, como era o nosso de outros tempos, cheios de amor a camisa e respeito ao torcedor... Os quatro finalistas se apresentaram e para nossa surpresa aquele que tinha maior probabilidade acabou jogando para garantir um terceiro lugar, saindo silencioso do campeonato e certamente envergonhado por não ter alcançado o objetivo pelo qual tanto treinaram durante quatro anos...<br />
Para nós que continuávamos assistindo e torcendo por outros países que nos eram mais simpáticos chegou a grande final... E o Brasil se juntou a outras torcidas e outras cores...<br />
Nos vimos divididos entre nossos vizinhos argentinos com o Sol reluzente no fundo azul e branco e as cores vibrantes da Espanha.<br />
Dois jogadores atraiam a atenção dos torcedores, um que se despediu omatreiro Lionel Messi, que sabe aproveitar cada oportunidade e o garoto Lamine Yamal, com sua garra juvenil...<br />
Assim vimos a Espanha se sagrar campeão dessa copa, levando além da taça o nosso respeito...</p>
]]></content>
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                        <published>2026-07-21T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Nossas árvores]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Gosto de acompanhar os escritos dos amigos que colocam nas letras suas emoções e vivências. O professor Suami sempre me emociona com suas colocações, sejam os fatos históricos da nossa região, seja o...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Gosto de acompanhar os escritos dos amigos que colocam nas letras suas emoções e vivências.<br />
O professor Suami sempre me emociona com suas colocações, sejam os fatos históricos da nossa região, seja o que visualiza em suas caminhadas por aí... Falou das árvores floridas nesta época tão inóspita de frio, os ipês que florescem grandiosamente espalhando tapetes amarelos pelo chão, nos encantando!<br />
Logo também vamos poder usufruir da beleza dos ipês rosa e branco espalhados por aí...<br />
Já é tempo de fazermos a revisão das árvores plantadas há anos em calçadas, como a sibipiruna, ela nos encanta também com suas minúsculas flores amarelas, mas sofrem com inúmeras podas malfeitas, em épocas erradas e acabam sendo transformadas em perigo iminente para quem transita a pé ou de carro, os galhos apodrecidos e minados pelas podam caem com os ventos ou quando molhados pelas chuvas e causam danos nas ruas e nas casas próximas.<br />
Outras tantas sofrem com os mesmos problemas, então podia ter alguém responsável no poder público pela análise dessas árvores em risco e tirá-las antes que causem danos.<br />
Em seu lugar plantar árvores nativas adequadas para as calçadas estreitas da nossa região, atenção requerida não só para nossa cidade, mas para todas do nosso alto Tietê, afinal esse mal é idêntico para todas as cidades.<br />
É muito gratificante andarmos em ruas arborizadas, o ar é mais fresco e respirável e a sombra benéfica é sempre bem-vinda.<br />
Quando se encontram floridas atingem nossa alma, nos fazem soltar a imaginação e nos permitem acreditar que caminhamos no campo e o som da passarada animada nos embevece e alegra.<br />
Levar crianças para aprender viver com a natureza, plantar árvores, incita nelas o amor e o respeito pelas maravilhas que nos cercam, um sentimento que levarão para o resto de suas vidas e que certamente transmitirão para suas famílias.<br />
Numa época em que vemos tanto desrespeito, em que pequenas mudas de árvores e coqueiros plantados nos canteiros centrais das rodovias ou nos parques são quebrados, arrancados e lançados fora do berço onde deveriam crescer, se fortalecer e num futuro breve dar sombra e moradia para muitas aves além de purificar o ar que respiramos, precisamos mesmo ensinar essa nova geração para que se tornem os vigilantes atentos para com a natureza que nos cerca, já tão vilipendiada.<br />
O desamor é tão grande que uma árvore centenária foi queimada no centro da cidade de Mogi das Cruzes, ao lado do teatro municipal e bem próximo de câmeras observadoras do ambiente, ela não atrapalhava ninguém, nem mesmo aos passantes pela larga calçada, mas precisou da ajuda de bombeiros para apagar o fogo nela colocado, por alguém que despreza o meio ambiente e acredita que podemos viver bem sem árvores, sem fauna e que as aves ali aninhadas e com filhotes são completamente desnecessárias...<br />
Não só essa, outras de menor visibilidade sofrem com o vandalismo normal de nossos tempos...<br />
Temos que atentar com o ensino para as crianças, como em outros tempos, desse respeito à natureza, do amor as árvores que florescem e frutificam, dando sombra, enfeitando o ambiente, trazendo para perto de nós aves lindas e coloridas, aprendendo como é bom saborear fruta no pé, agradável ao paladar e poder levar isso para sempre na memória...</p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-07-14T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[E voltamos para casa...]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[São quatro anos de expectativa, de observar treinos, de imaginar se este ou aquele jogador estará bem preparado para enfrentar os times adversários. Treinadores se revezam, são trocados e parece que s...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>São quatro anos de expectativa, de observar treinos, de imaginar se este ou aquele jogador estará bem preparado para enfrentar os times adversários.<br />
Treinadores se revezam, são trocados e parece que suas instruções não são suficientes para que aquele time chamado canarinho se aperfeiçoe o suficiente.<br />
Teve um tempo que não buscávamos treinadores em outros países, eram todos desta terra magnífica e cheia de encantos, os jogadores vinham de vidas pobres, mas, cheios de sonhos, queriam jogar futebol, queriam ver o seu time vencedor e na copa do mundo desejavam ver seu país brilhar, foi assim que conquistamos o pentacampeonato.<br />
Lembro do meu pai torcendo muito na copa de 1958, na de 1962 e eu não entendia nada daquela movimentação, só percebia a empolgação das pessoas, a brasilidade se expandia e atingia todos, uma febre benigna de alegria e muita emoção.<br />
Em 1970 eu entendi o que era aquela movimentação, o seu significado, a televisão preto e branco na sala nos mantinha atentos aos movimentos dos jogadores num outro país com a certeza de que iriamos sair vitoriosos.<br />
Segurávamos a respiração, nos emocionávamos com os dribles, era um futebol livre, cheio de graça e artimanha, cada jogador com sua técnica e malandragem e os adversários ficavam perdidos com a criatividade daqueles meninos vestidos de camisa verde e amarela, a rapidez, a agilidade e os gols emocionantes.<br />
Era um tempo que os meninos cresciam querendo representar as nossas cores, jogavam nos times brasileiros e não ficavam milionários, ganhavam bem, tinham conforto e muita vontade de vencer.<br />
O tempo passou e os times do exterior cobiçavam aqueles meninos cheios de energia e amor pela pátria que faziam uso dos seus pés para driblar a bola, fazer o encanto da torcida.<br />
Os times passaram a pensar no ganho financeiro e começamos a exportar nossos meninos prodígios, com sua garra e vontade de vencer ganharam títulos para clubes que não conhecíamos, viraram ídolos em outras terras, longe do nosso povo, com outra cultura, outra língua e com as contas nos bancos aumentando os valores depositados. Aprenderam o que era o luxo, carros de marca, casas imponentes, barcos, jatinhos e festas fabulosas... Atraíram lindas companheiras, mas com nenhuma delas formavam uma família amorosa e permanente, tudo se tornou passageiro.<br />
Em 2002 nossos últimos jogadores com garra foram para a copa e nos trouxeram o pentacampeonato... Nossa derradeira alegria no futebol, desde aí não temos mais o jogo faceiro que nos levava a vitória.<br />
Os uniformes ganham padrões internacionais, desenhados por estilistas famosos, os jogos arrecadam muito com publicidade e exposição de cada jogador, entretanto, o futebol cheio de encanto desapareceu.<br />
Fazemos chacota de outros times de países que não vencem no gramado, imaginamos que ainda temos a melhor seleção de jogadores, pintamos e enfeitamos nossas ruas, nos reunimos para torcer e rezar para que a vitória venha, mas não somos ouvidos por aqueles que nos representam nos gramados bem tratados, parecem alheios, suas jogadas não tem nenhum encanto, não driblam como antigamente como faziam aqueles homens mais simples, os canarinhos, são companheiros dos adversários e parece que não querem magoa-los...<br />
Então muitos de nós com lágrimas verdadeiras e doloridas vemos o fim do jogo, sem encanto, sem alegria e a volta dos jogadores para casa, prometendo um melhor resultado para daqui quatro anos...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-07-07T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Festividades juninas]]></title>
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            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Acredito que a festa mais popular do Brasil não seja o carnaval e sim as festas juninas, pois, elas acontecem sem necessidade de espaços especiais, qualquer lugar é um bom. É lógico que quanto mais es...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Acredito que a festa mais popular do Brasil não seja o carnaval e sim as festas juninas, pois, elas acontecem sem necessidade de espaços especiais, qualquer lugar é um bom.<br />
É lógico que quanto mais espaço melhor, um bom quintal dá para se preparar uma boa fogueira que além de aquecer o ambiente ainda deixa tudo mais alegre, ao seu redor podemos reunir a família, assar batata doce, deixar a chaleira com quentão e o bule de vinho quente próximo ao fogo enquanto a conversa se mantém, tudo isso acompanhado de boa comida, muita pipoca e música para alegrar o ambiente.<br />
Mas, nem sempre temos um quintal e lenha para fogueira, por vezes o espaço é me-nor e a reunião acontece ao redor da mesa com uma toalha xadrez e sobre ela canji-ca, arroz doce e todas as guloseimas que tornam essa festa sempre especial.<br />
Temos locais que os vizinhos se reúnem e enfeitam a rua com bandeirinhas coloridas, arranjam lenha para fogueira e cada um colabora com um prato e assim a festa fica ainda mais cheia de vida e sempre tem alguém que consegue preparar a quadrilha onde todos dançam e se divertem.<br />
Festa junina é sempre um motivo para reunir, no trabalho, na escola, em casa, no sítio ou em locais especiais como o parque da cidade, a frente da matriz...<br />
É festa para todas as idades, afinal reunir para conversar, saborear as delícias da épo-ca que aquecem o estomago, o corpo e a alma, não tem quem não goste...<br />
Junho é o mês que reúne os três dias dos santos mais festivos do ano, dia treze dia de Santo Antônio, dia vinte e quatro dia de São João e dia vinte e nove dia de São Pedro, então aproveitando esses dias especiais de comemoração passamos o mês comemo-rando e festejando.<br />
Já receberam o nome de festa junina que é para liberar para todos independente do credo, porque festejar é muito bom, reunidos com a família e os amigos fica ainda melhor.<br />
É um tempo tão bom de festividades que levamos as comemorações também para o mês de julho, afinal estamos no inverno e podemos continuar saboreando as comidas típicas, tomando quentão e vinho quente para suportar o frio, que tem sido cruel nos últimos tempos.<br />
Reuniões festivas desse tipo são sempre bem-vindas porque normalmente são feitas em família, entre amigos e vizinhos, as brigas e discussões não tem espaço para acon-tecer e todos de todas as idades participam com a mesma alegria e descontração.<br />
No Nordeste levam tão a sério essa época que comemoram o São João a nível nacio-nal, hoje com tecnologia que se equipara as festividades do carnaval, com imensas fogueiras, quadrilhas bem ensaiadas, muita comida e fogos de artifício. <br />
Pena que junho está se encerrando e com ele as festividades típicas, mas fica a certe-za de que julho vem chegando e o frio vai continuar, então nada melhor que prosse-guir com as reuniões para aquecer o corpo e conviver com a família e os amigos, por-que é isso que faz a vida valer a pena...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-06-30T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Japoneses no Brasil]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Dia 18 passado foi comemorado 118 anos da imigração japonesa, a chegada no Brasil do navio Kasato Maru... Quando criança, sem entender muito da existência de outros países e outros povos ouvia falar d...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Dia 18 passado foi comemorado 118 anos da imigração japonesa, a chegada no Brasil do navio Kasato Maru...<br />
Quando criança, sem entender muito da existência de outros países e outros povos ouvia falar do japonês tintureiro, figura simpática de poucas palavras que andava numa bicicleta que transportava um varal cheio de ternos bem passados, entregava uns e pegava outros, recebia o pagamento e pronunciava "arigato" e seguia seu caminho... Eu ficava imaginando o significado daquela palavra, afinal meu pai respondia também com ela e entreva carregando os cabides com os ternos para minha mãe guardar.<br />
Numa determinada época mudamos para Mogi das Cruzes, cidade que vinha com certa frequência visitar minha bisavó que também era descendente de oriundos da Alemanha, para mim não tinha muito significado a não ser pelo forte sotaque e a pronúncia do "erre" mais fortalecido nas palavras, minha avó quase não tinha sotaque e minha mãe falava perfeitamente a nossa língua, apesar de nos encontros com elas conversar em alemão com perfeição.<br />
Nesse tempo passei a frequentar a escola e nela conheci muitos outros japoneses, o olho puxado o sorriso sempre presente, a amizade sincera, as mãos normalmente calejadas, pois, desde pequenos ajudavam na colheita das frutas e legumes plantados pelos pais.<br />
Como também tinha minhas obrigações caseiras, nessa época não aprofundamos muito a amizade, saiamos da escola direto para casa, onde os deveres de casa e a ajuda nos afazeres domésticos nos ocupavam boa parte do dia, para livres depois podermos brincar com os irmãos mais novos, aproveitando para cuidar deles, uma maneira simples de ajudar nossa mãe...<br />
O progresso escolar nos levou ao curso ginasial, onde as amizades se aprofundaram, os amigos mais íntimos eram os netos dos alemães que frequentavam nossa casa junto com seus pais e avós para deliciosos cafés da tarde, sempre com muitas guloseimas que faziam nossa alegria.<br />
Passamos a conviver mais com os colegas filhos de japoneses e muitas vezes íamos também participar da colheita do caqui, do pêssego, do tomate e ajudar molhar os extensos canteiros de verduras, a retribuição era sempre poder saborear e até levar alguns desses produtos para casa, além de aprofundar a amizade, que foi se tornando mais sólida com o passar dos anos. <br />
Com o tempo deixamos de ver japoneses como tintureiros, passamos a encontrá-los no mercado nas bancas de frutas e verduras, nas feiras livres, no comércio em geral e nos consultórios médicos e dentários, inclusive na faculdade de Direito, onde meu melhor amigo tinha nome bem diferente... Kasuo...<br />
Passei a conviver com japoneses lá na infância e prossegui pela vida com amigos de olhos puxados e sorriso franco, convivia com suas famílias, simples e tímidas no princípio e que com o passar do tempo nos recebia como se fossemos também filha deles.<br />
Aprendi saborear as comidas típicas deles e eles as comidas da minha bisavó e depois da avó. O peixe assado, o gohan, o banho no ofurô, que parecia nos transportar ao paraíso com sua água quentinha e revitalizadora.<br />
A vida foi me aproximando de outros amigos de olhinhos puxados, além dos companheiros de banco escolar que convivo até hoje, amigos profissionais do Direito como eu, médicos, dentistas, veterinários, até familiares e tantos outros e só posso comemorar essas amizades com esse povo descendente de gente que veio de um país tão distante que são leais, sinceros e se permitem ser amorosos com aqueles que estimam.<br />
É assim que tenho amizades de sessenta anos com pessoas especiais que carrego no coração como se fossemos irmãos de sangue apesar do visual diferente...<br />
Gratidão a esse povo que chegou para o trabalho em nosso país e trouxe progresso e uma maneira positiva de encarar a vida!</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-06-23T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
        </entry>
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            <title><![CDATA[O maior erro é persistir no mesmo erro]]></title>
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            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Depois de longa caminhada, alguns animais chegaram diante de uma imensa e resistente porta. Como transpô-la? O leão pensou em derrubá-la com seu rugido de guerra; o cavalo com um poderoso coice. Cada...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Depois de longa caminhada, alguns animais chegaram diante de uma imensa e resistente porta. <br />
Como transpô-la? <br />
O leão pensou em derrubá-la com seu rugido de guerra; o cavalo com um poderoso coice. <br />
Cada animal apresentou seu recurso, mas tudo parecia inútil, até que um gatinho, mansamente, tocou a maçaneta da fechadura e a porta se abriu. <br />
Amigo leitor, tenho a nítida impressão que as pessoas que persistem no mesmo erro devem ser masoquistas, pois adoram sofrer. <br />
Na verdade, persistir no erro é uma tolice, para ir direto ao ponto. <br />
Tem gente que reclama por não emagrecer mas não altera hábitos alimentares. <br />
Não podemos esquecer dos que sofrem por não ter um relacionamento, mas que não mudam um centímetro sequer a estratégia para conhecer alguém. <br />
Muito pelo contrário, frequentam os mesmo lugares, agem da mesma forma e mesmo assim acreditam que ainda terão namorados(as) dos sonhos. <br />
Tenho ouvido muito a seguinte frase: <br />
“Estou desempregado há 2 anos pois a situação do Brasil não melhora”. <br />
Ou seja, o desempregado prefere gastar tempo com lamúrias do que arriscar outras possibilidades para obter alguma renda financeira. <br />
Precisamos ser ecléticos, arriscar mais, fazer diferente e constantemente buscar novas alternativas para progredir. <br />
Andar no mesmo terreno e pela mesma trilha leva sempre ao mesmo lugar, e o pior é não perceber tal situação. A escritora Luiza Pereira nos traz a seguinte reflexão: ''Meu maior erro, além do medo de errar, foi persistir no mesmo erro, até mesmo sem percebê-lo ''. <br />
Portanto, o conselho é muito simples: mude e reinvente-se.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-06-17T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
        </entry>
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            <title><![CDATA[Convivências difíceis]]></title>
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            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Viver em sociedade significa conviver com pessoas diferentes, culturas diversas, diferentes tipos de educação familiar. Certamente não é fácil, cada um tem uma maneira de pensar e agir e a adaptação é...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Viver em sociedade significa conviver com pessoas diferentes, culturas diversas, diferentes tipos de educação familiar.<br />
Certamente não é fácil, cada um tem uma maneira de pensar e agir e a adaptação é sempre necessária, para que todos possamos conviver em paz na sociedade.<br />
No trabalho cada pessoa tem um modo de pensar e nos adaptamos as regras da empresa, ao seu sistema e com isso conseguimos unir nossas mãos em benefício do progresso e da boa convivência entre todos os trabalhadores e lógico lucrarmos com essa união de ideias.<br />
Na escola seguimos a ordem da direção que estipula a maneira como ali vamos conviver durante o tempo de estudo e sendo a determinação para todos não questionamos, obedecemos e seguimos em busca da nossa efetiva diplomação, que abre portas para nosso progresso profissional e nos torna mais competitivos e eficientes.<br />
A vida segue e com ela fazemos novas amizades, por vezes com pessoas totalmente diferentes de nós, outras são como irmãos criados na mesma casa, nos assemelhamos no modo de vestir, de falar, de pensar, de agir e mesmo que não nos vejamos rotineiramente sabemos que podemos contar com essas pessoas, pois, nos entendem como se tivéssemos passado uma existência toda juntos.<br />
Entretanto, as maiores dificuldades de convivência encontramos com aquelas pessoas que nasceram dos mesmos pais, vivenciaram as mesmas experiências no lar que os criou, receberam o mesmo tipo de educação e informação, foram preparados para a vida da mesma maneira e com o mesmo carinho e atenção.<br />
Por vezes até acreditamos que as diferenças maiores são as físicas, alguns se parecem mais com o pai outros com a mãe, mas durante a convivência no lar, onde todos comemos o mesmo pão como dizem os antigos, sequer notamos isso e nossos pais, sempre presentes também não permitem discussões e brigas tolas e desnecessárias, deixando claro que somos irmãos e entre irmãos não deve haver desavenças...<br />
Elas vão se tornando mais claras e explicitas com o passar do tempo, quando vamos nos tornando adultos e acreditamos que somos senhores das nossas verdades e, cada um tenta impor sua maneira de pensar e agir sobre o outro, muitas vezes de maneira prepotente, autoritária ou usando de subterfúgios sob alegação de males de saúde que os afligem, de dificuldades que enfrentam com sua vida pessoal.<br />
Saímos todos da mesma casa onde a criação se deu com esmero, sem distinção, enfrentando alegrias e dificuldades igualmente e, falo isso pensando nas criações mais antigas, onde poucas famílias sofriam com a separação dos pais, que apesar dos percalços e dos desentendimentos seguiam juntos.<br />
Atualmente a família sofre muitas transformações na criação dos filhos e a convivência pode ser ou não facilitada com essas mudanças de critério de cada casal e, talvez isso facilite a convivência de modo geral, situação que aprendemos a entender devagar, pois, podemos considerá-las muito novas ainda.<br />
Essas dificuldades na convivência resultam em desentendimentos sérios entre familiares que chegam a vias de fato por não concordarem com alguma situação que os envolvem e não conseguem discutir como adultos pensantes e inteligentes, partindo para violência verbal ou física com muita facilidade, violência que se estende para a família por eles criadas, que resulta muitas vezes em agressões aos filhos e companheiras e até mesmo em feminicídios,<br />
por falta de um bom diálogo, de buscar alternativas para que o desentendimento tenha solução pacífica...<br />
Ainda temos muito a aprender para caminhar para a perfeição da convivência em sociedade e em família...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-06-16T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Assuntos aleatórios]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Tem dias que me sento em frente ao computador e fico pensando sobre o que vou escrever, qual tema abordar, as dificuldades estão por aí estampadas nos jornais impressos que ainda se mantém como o noss...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Tem dias que me sento em frente ao computador e fico pensando sobre o que vou escrever, qual tema abordar, as dificuldades estão por aí estampadas nos jornais impressos que ainda se mantém como o nosso Diário de Suzano e nas mídias, porque é necessário divulgar...<br />
Então fico por alguns momentos divagando em minhas lembranças que já são de muitos anos e penso como era diferente em outros tempos, talvez a crueldade das pessoas já existisse com a mesma intensidade, mas a comunicação não era tão facilitada então não tomávamos conhecimento.<br />
Hoje percebemos um número imenso de feminicídios, de violência gratuita contra as mulheres, não só aqui, em todas as partes do mundo, alguns lugares com muito mais crueldade em nome da religião e de normas absurdas, parece que os seres humanos do sexo masculino esquecem que não havendo a mulher para dar continuidade a espécie a humanidade deixará de existir, esquecem que para virem ao mundo tiveram antes que se alojar no útero de uma mulher.<br />
Li uma frase estes dias que deveria ser mais atentamente entendida... Deus ama tanto as mulheres que permite que ela sinta o pulsar do coração do ser que está gerando muito antes do homem e ali já nasce uma ligação amorosa intensa e especial.<br />
Entretanto, quando falamos em violência lembramos que existem inúmeros países em guerra, algumas sequer são mencionadas, mas elas mutilam, matam, destroem famílias e, nós que parecemos viver num país sem guerra não conseguimos dimensionar essas tragédias.<br />
Aqui nessa nossa casa de mais de oito milhões de quilômetros quadrados, com praias maravilhosas, natureza exuberante, de pessoas dotadas de muita inteligência e criatividade também convivemos com violência diariamente, assaltos, homicídios, ataques de facções, mas por não atingir todos de uma só vez, fica como se fosse algo distante da nossa realidade.<br />
Somos também um povo que não gosta muito de cumprir determinações e normas, somos transgressores, tudo que não pode e não deve ser feito nos atrai... Se uma placa de trânsito informa que não se deve ultrapassar por conta do perigo desse ato naquele local, o que vemos é o desrespeito e atitude que coloca pessoas em risco, o mesmo ocorre nas praias onde os avisos para não entrar no mar por conta do perigo não merece respeito e aí o resultado é sempre ruim, pessoas que morrem afogadas ou são atacadas por tubarões que vem próximo as praias por fatores naturais.<br />
Nossa criação é divina, somos seres inteligentes, frutos do amor e para que nos tornemos adultos somos alimentados no seio materno, fatores que deveria pesar em cada um de nós de maneira positiva, aprendendo desde cedo que o amor é um sentimento maravilhoso e que deve se expandir, não encruar em nossa mente.<br />
Aquele que nos criou certamente fica horrorizado com as atrocidades de que somos capazes, com os seres humanos por pensarem diferente de nós, por serem do sexo oposto, por nos exacerbarem ou por que simplesmente existem, incluindo aí animais e até mesmo a natureza que destruímos sem nos preocupar com o dia do amanhã...<br />
Nada nos surpreende em termos de violência e alguns de nós fica a pensar no que estamos nos tornando, quando deveríamos ser melhores, evoluirmos como tudo no universo, afinal fomos criados para progredir, nos tornarmos melhores e não regredir, pois, essa não é a lei da natureza...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-06-09T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:05+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Agradáveis lembranças]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.diariodesuzano.com.br/coluna/lorena-burger/2026/06/02/agradaveis-lembrancas.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A palavra saudade tem o dom de trazer consigo um entendimento de dor, de perda, de ausência permanente ou não... Entretanto, conseguimos também ter saudade de coisas boas, de lembranças agradáveis......]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A palavra saudade tem o dom de trazer consigo um entendimento de dor, de perda, de ausência permanente ou não...<br />
Entretanto, conseguimos também ter saudade de coisas boas, de lembranças agradáveis...<br />
Tomava meu café da manhã tranquilamente quando lembrei de uma passagem com meu pai, que já partiu para o outro plano há bastante tempo, e sem querer me vi sorrindo e viajando nas memórias que de repente me pareceram muito próximas.<br />
Meu pai, assim como as pessoas mais antigas e do seu tempo, era extremamente severo na criação dos filhos, tudo era concedido, sempre com limites bem delineados. Sabíamos até onde podíamos ir sem ter problemas, era só respeitar o que havia sido determinado e tudo ficava bem. Eu gostava de dançar e de início ia na casa de amigos, nos bailinhos de garagem, como eram conhecidos, depois, nos salões dos clubes da cidade, onde as famílias se reuniam e acompanhavam as filhas e os filhos que podiam dançar, sempre sob os olhares atentos deles.<br />
O certo é que apesar dessa vigilância intensa os namoros iam se iniciando e muitos casamentos aconteceram.<br />
O tempo era de música boa, baladas românticas para se dançar juntinho, cochichando ao pé do ouvido, ouvindo e fazendo declarações de amor ou ao som do rock and roll, na sua essência que nos permitia criar passos e coreografias jamais esquecidas...<br />
Meu pai e outros que conheci, liberavam nossas idas aos bailes de final de semana, mas sabíamos que algumas pessoas conhecidas, a seu pedido cuidavam do que fazíamos e, certamente ele saberia de tudo que acontecera sem ouvir uma palavra de nossas bocas. Então o importante era saber se comportar e evitar discussões e possíveis castigos, que poderiam nos fazer ficar em casa por mais de um final de semana, sem participar desses encontros alegres com amizades, onde o papo rolava cheio de planos para o futuro, sobre os sonhos que cada um acalentava, sobre as paqueras e os amores platônicos que podíamos viver intensamente sem que a pessoa amada soubesse de nada. Coisas de outros tempos que nos faziam felizes e cheios de segredos entre amizades sinceras...<br />
Em casa meu pai era um homem que gostava de conversar, contar histórias da sua infância no interior com irmãos e a mãe que ficara viúva muito cedo e, apesar disso conseguira criar os filhos com severidade amorosa, tal qual ele fazia conosco.<br />
Ele e os irmãos, após as aulas e terminar as tarefas na casa onde moravam, podiam ir para a beira do rio, não sem antes ouvir todas as recomendações de cuidados que se repetiam sempre, tomar banho ou jogar bola, ali as travessuras e brincadeiras entre os irmãos era livre e tranquila, o horário da volta era sempre determinado pelo Sol, que nunca deveria se por antes de retornarem, não causando assim preocupação para a mãe zelosa. Fazia para nós balanços e conosco brincava quando tinha tempo livre, debaixo de uma árvore baixa, limpou e construiu uma casinha para podermos brincar com segurança e, de longe nos observava com seu olhar atento e carinhoso.<br />
Assim nos criou, exigindo respeito, educação, obrigação de estudar e sermos melhores para nós e para a sociedade, dizendo que o amor fraterno era imprescindível para que fossemos felizes na vida.<br />
Revendo na memória sua figura austera e bem cuidada, sorri, porque apesar da saudade sempre presente ele deixou um legado de amor e de boas lembranças que fazem parte de mim hoje...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-06-02T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Fogos de artifício irritantes]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Emocionante ver a queima de fogos na passagem de ano, coloridos formando desenhos no céu, principalmente quando não emitem som ou ele é quase imperceptível. O barulho dos fogos assusta aves que levant...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Emocionante ver a queima de fogos na passagem de ano, coloridos formando desenhos no céu, principalmente quando não emitem som ou ele é quase imperceptível.<br />
O barulho dos fogos assusta aves que levantam voo em debandada no meio da noite ou mesmo durante o dia, aterroriza cães com suas audições sensíveis, causa transtorno nos animais que nada entendem e por vezes nem conseguem fugir e se esconder.<br />
As crianças se assustam com sons estridentes normalmente e aquelas que sofrem de distúrbios sofrem duplamente, pois, para elas não há nenhuma explicação inteligível para esses barulhos inquietantes.<br />
Idosos e pessoas internadas em hospitais se assustam com o som ensurdecedor do estampido dos fogos e podem ter alteração em seus batimentos cardíacos, sofrendo com aumento da pressão arterial e passando por distúrbios de saúde desnecessários.<br />
Proibir o uso desses artefatos é um modo paliativo de evitar tantos problemas, o correto é proibir a sua fabricação, pois, dessa maneira se consegue controlar com eficiência o cumprimento da norma.<br />
As pessoas sabem que é proibido o uso desses fogos em muitas cidades, e somos o maior produtor de fogos do mundo, perdendo somente para a China, país que há quase dois mil anos descobriram de maneira acidental que o bambu verde explodia com forte barulho quando queimado e tem registro de quase mil anos do uso dos tiros coloridos para comemorar vitórias em guerras.<br />
Esses fogos chegaram no Brasil e se popularizaram principalmente com a chegada da família real portuguesa, porque na Europa já era costume o uso desses fogos nas comemorações.<br />
O Brasil tem na cidade de Santo Antonio do Monte o principal produtor de pirotecnia do país, conforme informa a Wikipedia.<br />
Atualmente são usados de maneira irrestrita e por inúmeros motivos, entre eles os mais comuns são os jogos entre torcidas de times de futebol, na virada do ano, nos comícios políticos, nas comemorações festivas e nas festas juninas e certamente demonstram a alegria dos participantes.<br />
Entretanto, os fogos explosivos só fazem barulho, em nada alegram o ambiente e causam mais problemas que alegria, deixando pessoas e animais estressados desnecessariamente.<br />
Nesta época do ano que se avizinha com as festividades juninas se aproximando já sabemos de antemão que vamos enfrentar muitas vezes o barulho incomodo dos fogos e imaginamos porque não há uma lei específica que proíba a fabricação deles, evitando assim o mal-estar que causam.<br />
É muito irritante acordar num domingo as sete horas da manhã com o barulho ensurdecedor de rojões que explodem no ar, deixando o cheiro forte de pólvora queimada no ar e tornam o ambiente estressado com cães ladrando por toda redondeza, pássaros em debandada no céu, buscando abrigo sem saber onde encontrar, abandonando o ninho com filhotes que carecem de alimento e calor e principalmente deixando crianças chorando de medo, pais que não conseguem acalmar filhos com distúrbios psicológicos e idosos acamados que tem suas funções alteradas por causa do barulho, além do estresse de terem sido acordados de maneira tão enervante.<br />
Não há mais necessidade de fazer uso de fogos com estampido em campanhas políticas e festividades uma vez que podemos nos deliciar com os fogos de artificio sem barulho, que não causam os malefícios do som estridente e que incomoda e alegram a visão, além do respeito sempre aconselhável com o descanso e a saúde de todos.</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-05-26T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Em maio novamente]]></title>
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                <![CDATA[Entramos neste mês e todo ano nos lembramos da cor amarela, pensamos na segurança no trânsito, mas o que temos visto serve para nos alertar que ainda falta muito para termos a tão sonhada segurança......]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Entramos neste mês e todo ano nos lembramos da cor amarela, pensamos na segurança no trânsito, mas o que temos visto serve para nos alertar que ainda falta muito para termos a tão sonhada segurança...<br />
As pessoas quando entram num veículo e se sentam com o volante a sua frente parecem se transformar, sentem-se poderosas, inalcançáveis e sequer lembram que existem leis e normais que regem o tráfego de veículos.<br />
Obviamente isso não é dirigido para todos os motoristas, inúmeros são conscientes, dirigem seus veículos com todos os cuidados necessários para cumprirem seus afazeres e voltarem para suas casas com tranquilidade no final do dia.<br />
Entretanto, ainda vemos pessoas dirigindo sem fazer uso do cinto de segurança, porque entendem desnecessário, o braço para fora do veículo, crianças nos bancos da frente ou com o corpo para fora da janela, falando ao celular é corriqueiro, nem ligam quando alguém comenta ou faz alguma observação mais contundente.<br />
Sentem-se os donos da pista e se alguém mais apressado passar por eles, aceleram e disputam o espaço colocando pedestres e os demais motoristas em perigo.<br />
A buzina é usada de maneira desrespeitosa para com o pedestre obrigando-o a acelerar o passo independente da sua idade ou se estiver carregando criança no colo ou sacolas, sequer respeitam a proximidade com os hospitais onde pessoas doentes necessitam de calma e se possível silêncio.<br />
Temos que conviver também com motociclistas que se espremem entre os veículos, muitas vezes esbarrando suas bolsas de transporte de carga nos vidros e mudando a posição dos retrovisores, "dar grau" é uma atitude comum entre eles e, com isso fazem com que mantenhamos nossa atenção redobrada, pois, podem cair e serem atropelados, aliás acidentes com motociclistas também é fato corriqueiro, por vezes no nosso percurso podemos observar mais de um caso e os motivos são sempre conhecidos, velocidade alta, avanço nos semáforos fechados, abuso nas ultrapassagens e tantos outros que sempre levam a resultado negativo como fraturas severas, amputação de membros e até a morte.<br />
Agora convivemos também com motos elétricas com usuários muitas vezes sem capacete e as bicicletas elétricas que só percebemos pelo barulho que fazem e que são em sua maioria pilotadas por adolescentes sem habilitação, mas que se consideram exímios pilotos.<br />
Ciclistas, skatistas, jovens de patins, todos entendem que as ruas são para eles, os motoristas de ônibus e caminhões que se "virem" para os enxergar, porque eles são despreocupados e felizes em seus malabarismos.<br />
Aqueles que se habilitaram cumprindo toda rotina até chegar receber sua Carteira Nacional de Habilitação e entendem que respeito é necessário e preserva vidas, sentem dificuldade para enfrentar o trânsito cada dia mais caótico das ruas e avenidas da cidade e muitos, com certa idade preferem fazer uso de aplicativos, onde não se veem obrigados a prestar atenção ao tráfego movimentado das vias para chegar ao seu destino.<br />
Maio Amarelo é para conscientizar todos de que segurança é fundamental, que os veículos de todos os tipos existem para facilitar nossa vida, nos levar de um lado para outro com conforto, para que possamos fazer longos percursos sem ter que utilizar mais de uma condução...<br />
Então vamos pensar que a vida merece respeito e assim a preservamos para conviver com a família usufruindo dela com segurança...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-05-19T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[As mães]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Como é controversa essa data em que se comemora o Dia das Mães... Quando somos crianças não entendemos direito porque um dia especial, pois, para nós elas são tudo, nos carregam em seu ventre por long...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Como é controversa essa data em que se comemora o Dia das Mães...<br />
Quando somos crianças não entendemos direito porque um dia especial, pois, para nós elas são tudo, nos carregam em seu ventre por longos nove meses suportando dores e incômodos, nos abrigam em seus braços quando sentimos frio ou temos medo, nos alimentam, nos cuidam com carinho e, enquanto crescemos parece que esse amor que nutre por nós só aumenta.<br />
A natureza se encarrega de nos fazer crescer, mesmo sem nosso consentimento e, quando percebemos já estamos tomando nossas próprias decisões que muitas vezes contrariam os desejos de nossas mães.<br />
Passamos a seguir nossos caminhos, devagar vamos abandonando o ninho que nos acolheu e cuidou e da mesma maneira vamos nos distanciando daquela que nos concebeu e criou.<br />
Amigos surgem e com eles a vida fica cheia de alegria e programas e nos deixamos levar, afinal a mocidade é para ser vivida intensamente e isso é seguido independente da geração.<br />
Nesse caminhar encontramos o amor e decidimos partilhar a vida, constituir nossa própria família, tal qual nossos pais fizeram um dia.<br />
A mãe que jamais nos esquece continua nos protegendo com suas orações, desejando que sejamos felizes e aguardando nossa visita com ansiedade, preparando com carinho comidinhas que um dia nos deram muito prazer e que agora nos trazem felizes lembranças.<br />
Constituímos um lar e com amor aguardamos a chegada dos filhos que sonhamos ter e, é com o nascimento deles que passamos de fato entender o verdadeiro significado da palavra amor e compreender esse sentimento tão intenso, capaz de aceitar decisões mesmo que contrárias aos nossos princípios, tolerar ausências, perdoar esquecimentos e palavras mais ásperas. Amor materno é incomparável, supera qualquer sentimento por mais profundo e sincero que seja, dolorida e até mesmo abandonada mãe sempre tem uma boa desculpa para a atitude dos filhos, compreende e tolera ausência, sem deixar de pedir proteção divina para aqueles que gerou e, continua preocupada se eles estão bem, se estão alimentados, aquecidos e seguros, independentemente da idade que tenham. De repente, completamente adultos e cercados de compromissos e afazeres desejamos novamente ser crianças, buscar nos momentos difíceis o aconchego daquele abraço que parecia resolver tudo, então redescobrimos o amor materno e se ainda vida ela tiver procuramos nos reaproximar, retribuir tudo que dela recebemos, ansiamos pelos finais de semana em que o almoço preparado com carinho nos aguarda, as reuniões se tornam mais frequentes e o sentido da palavra família ganha intensidade.<br />
Felizes aqueles que conseguem abraçar suas mães mesmo adultos e sentirem que para elas seremos sempre as crianças que deram seus primeiros passos sob seus olhares atentos e amorosos, e as lembranças serão de momentos de alegria e felicidade. Entretanto, por vezes acordamos tardiamente e ela não faz mais parte desta vida, restaram só as lembranças, então uma saudade dolorida e frequente se instala em nosso coração, fazendo as lágrimas rolarem pela nossa face, desejosos de ter mais um tempo com elas, pois, mesmo ausentes continuam sendo nosso alicerce, nosso apoio e a mão que nos ampara. Que todos possamos ter entendimento para nunca abandonarmos nossas mães, sermos presentes em suas vidas como elas foram nas nossas.</p>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2026-05-12T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Priorizando a vida]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[O dia amanheceu meio friozinho, da minha janela observo a passarada aguardando a comida, indo e vindo em voos rasantes na vasilha ainda vazia. Os cachorros parecem sorrir quando saio e preparo a comid...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>O dia amanheceu meio friozinho, da minha janela observo a passarada aguardando a comida, indo e vindo em voos rasantes na vasilha ainda vazia.<br />
Os cachorros parecem sorrir quando saio e preparo a comida deles, dormiram quentinhos nas casinhas com colchonetes e cobertos, porque o frio a noite é sempre mais sentido.<br />
Todos alimentados, vou preparar o café, agora também estou com fome e a sensação de umidade do tempo causa uma certa nostalgia dos tempos de criança quando o fogão de lenha já amanhecia aquecendo o ambiente, enquanto o café era passado e nenhuma preocupação ocupava a nossa mente. Era hora de saborear pão caseiro, geleias que minha bisavó produzia com as frutas do quintal e imaginar um dia de muitas brincadeiras com minha irmã mais nova ou ouvir histórias de um tempo que não vivi, mas que tinham o poder de nos transportar para outra realidade, contadas por um negro de cabelos brancos e fala mansa que tinha acesso livre nessa casa, onde o linguajar era meio enrolado, mistura de português e alemão.<br />
Passados os momentos de imersão nas recordações que o tempo traz cada dia com mais força, envolvidas em saudade, vamos nos atualizar rapidamente nas notícias do dia e voltar a realidade dos nossos tempos.<br />
A semana que se inicia está quase toda programada, temos vários compromissos pela frente, afinal enquanto há vida, há necessidade de permanecer em atividade, sejam elas no lar ou fora dele, no campo familiar ou profissional.<br />
Aproveitar a oportunidade que temos de viver mais um dia, termos mais uma chance de nos aprimorar, de aprender, pois, a vida é uma escola onde o aprendizado é constante e obrigatório e cada pessoa que conhecemos, que convivemos nos ensina coisas que muitas vezes nem imaginávamos existir.<br />
Hoje com mais tranquilidade não preciso enfrentar o trânsito caótico do período da manhã, posso dar andamento aos meus afazeres do lar e na sequência, graças à modernidade, trabalhar em casa, tal qual estivesse em meu escritório, inclusive atendendo pessoas que comigo conversam buscando soluções para alguns problemas jurídicos.<br />
Daqui mesmo, vou agendando compromissos para o decorrer da semana, encontros que devem resultar positivamente no benefício daqueles que carecem de apoio de todo tipo, visita a enfermaria de um hospital onde a nossa presença ou de outras pessoas estranhas ao corpo de profissionais, trazem alento, iluminam o olhar dos que ali estão, lutando contra dores físicas que somente tem alívio com medicamentos e que sentem nessas visitas o calor da amizade sem nome, que enche de esperança e alegria seus corações entristecidos pelo isolamento.<br />
Agradecemos a possibilidade de termos afazeres que nos ocupam o tempo e a mente pronta para continuar aprendendo, atividades que mantém nosso corpo saudável, lucidez para usufruir de boas lembranças de um tempo passado e de pessoas que já partiram, mas também de nos fazermos presentes na vida daqueles que aqui estão com palavras de apoio e abraços carregados de amor e energia positiva.<br />
Uma nova semana se abre para nós, que seja de boas notícias, de bençãos de paz no nosso planeta e de entendimento entre os governantes, administradores e políticos para que pensem mais em benefício do povo do que em seus próprios interesses.</p>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2026-05-05T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Amizades especiais]]></title>
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                <![CDATA[Nosso tempo neste plano terrestre é desconhecido, nascemos, crescemos, vivenciamos com nossa família de sangue e com ela aprendemos desde os primeiros passos até o caminhar para a vida que vamos segui...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Nosso tempo neste plano terrestre é desconhecido, nascemos, crescemos, vivenciamos com nossa família de sangue e com ela aprendemos desde os primeiros passos até o caminhar para a vida que vamos seguir sozinhos, tomando conta de nossos destinos.<br />
Esse lar especial para o qual fomos destinados nos prepara desde a base para que sejamos pessoas corretas, humanas, respeitadoras e que possamos usufruir deste tempo no planeta com dignidade e felizes com nossas escolhas. São raízes profundas, vínculos que permanecem firmes mesmo quando criamos nossas próprias famílias, quando somos responsáveis por nossos destinos. Laços que quando se rompem pela partida de qualquer um deles é imensamente doloroso, fica um vazio impreenchível para o resto de nossa existência, seguimos vivendo com suas lembranças em nossa mente e em nosso coração.<br />
A vida fora do lar que nos trouxe para este mundo não se encerra nesse ambiente fraterno e amoroso, ela nos impele para fora, temos que evoluir, buscar nossos caminhos, tomar nossas decisões, nos tornarmos seres responsáveis pelas nossas atitudes na sociedade.<br />
Por tudo que nos foi ensinado lá na nossa base familiar aprendemos cultivar nossas próprias opiniões, escolher os caminhos que seguiremos e buscar sempre nos aperfeiçoar.<br />
Os laços familiares são fortes, pais e irmãos fazem parte de nossa vida, com eles conseguimos extravasar nossos sentimentos, sejam eles de alegria, tristeza ou dor e, somos acolhidos nos bons momentos ou naqueles mais difíceis, sempre com uma palavra de apoio, um gesto ou um simples abraço que traduz tudo silenciosamente. A vida do lado de fora desse muro protetor não é certamente um mar de rosas, invariavelmente mais de percalços e descoberta de uma realidade mais dura, onde a resiliência é que nos faz prosseguir, acreditando em dias melhores.<br />
Muitas vezes nesses momentos não podemos contar com a família envolvida nos próprios afazeres e compromissos da faina diária de cada um, então algumas mãos amigas nos apoiam, pessoas com quem cruzamos durante nossa jornada e com as quais não temos laços sanguíneos, mas temos uma ligação especial que normalmente não sabemos explicar e que sentimos ser profundas. Algumas parecem tão familiar como se conhecêssemos de longa data, mesmo tendo certeza de que nunca nos vimos antes.<br />
Essas pessoas passam a ter muita importância para nós, nos auxiliamos mutuamente, estamos próximos naqueles momentos que um ou outro necessita de um ombro amigo, de um abraço fraterno e acolhedor.<br />
Tornam-se nossos irmãos por escolha, nossa ligação começou quando já percorríamos as estradas dos nossos destinos e nos encontramos aparentemente ao acaso, apesar de sabermos que aqui nada é por acaso, tudo tem seu tempo para acontecer, afinal aprendemos que não cai uma folha de árvore se não estiver programada a sua queda...<br />
Às vezes os laços se tornam tão profundos que acabamos nos unindo em casamento e formando uma nova família, outras nos abraçamos mesmo distantes quando precisamos de apoio e sentimos toda energia boa que carecemos naquele momento para prosseguir nossa caminhada, mesmo que a estrada seja de pedras pontiagudas que nos causam dor, recebemos essa vibração amorosa e forte que nos anima e incentiva.<br />
Essas são amizades especiais, irmãos por escolha na vida e se tornam importantes pelas palavras, pelos abraços, pelo olhar e pelo apoio sempre presente...</p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Lorena Burger" />
                        <published>2026-04-28T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:04+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Uma visita especial]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Exerço algumas atividades dentro de um complexo hospitalar bastante antigo em nossa região com muita história, principalmente de lutas e esperança. O atual Arnaldo Pezzuti Cavalcanti, conhecido como C...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Exerço algumas atividades dentro de um complexo hospitalar bastante antigo em nossa região com muita história, principalmente de lutas e esperança.<br />
O atual Arnaldo Pezzuti Cavalcanti, conhecido como CERAPC é um grande complexo hospitalar, que se assemelha a uma pequena cidade do interior, onde além dos diversos atendimentos clínicos, tem residências, uma igreja católica muito bonita, mas abandonada, igrejas evangélicas e um centro espírita antigo, campo de futebol, quadra esportiva, muito verde e um teatro, por sinal com melhor acústica e número de assentos, entretanto, completamente abandonado pelo poder público.<br />
Esse espaço existe há quase cem anos, no dia 2 de agosto completará noventa e oito anos.<br />
Teve seu início nos idos dos anos 20, com a construção de inúmeros prédios denominados Carville, onde ficariam os internos portadores do mal de Hansen, inicialmente por livre vontade e, posteriormente compulsoriamente, além de centros médicos e enfermarias para o tratamento contínuo que a doença exigia à época. <br />
Denominado no início de Hospital Asylo Santo Ângelo, tinha em sua entrada uma placa com os dizeres "Aqui renasce a esperança" que dava aos doentes que chegavam, com dores e chagas de que ali encontrariam a recuperação da saúde, o que, entretanto, no início não se cumpria, em face ainda de não se ter descoberto a cura para esse mal que acompanhava a humanidade desde os primórdios dos tempos com o isolamento das pessoas contaminadas para evitar o contágio.<br />
A hanseníase ainda existe e o tratamento hoje não carece mais de internações prolongadas, mas é necessário o cuidado e atenção para nos primeiros sintomas buscar ajuda médica evitando sequelas e dores.<br />
Em outros tempos foi um lugar isolado por conta do alto contágio desse mal, atualmente está cercado de bairros e construções legais ou não, mas o complexo continua ativo como hospital de atendimento especializado em reabilitação física de pacientes e serviços de atendimento às pessoas ostomizadas.<br />
Possui também UTI pediátrica permanente que atende crianças que fazem uso de equipamentos especiais, além de traqueostomia, que ali permanecem desde seus primeiros dias de vida até o final, com acompanhamento médico e de enfermagem de excelência.<br />
Há também um Centro Cirúrgico e uma UTI adulta para pacientes que necessitam de tratamento paliativo.<br />
Quando entramos sentimos a maravilha de um ambiente com muito verde, árvores quase centenárias plantadas em sua maioria pelos primeiros pacientes que ali residiram e cuidavam com carinho do local, sentimos também uma energia vibrante de esperança, apesar dos inúmeros internos em caráter definitivo, porque recebem todos os cuidados necessários para sobreviveram sem dor e acompanhados de um grupo de excelentes médicos e um corpo de enfermagem muito dedicado.<br />
Quando temos a possibilidade de visitar uma dessas UTI, com autorização e agendamento é gratificante e de muito aprendizado individual, passamos a olhar para nossos problemas com outro entendimento, vendo quanto são minúsculos e solucionáveis e, passamos agradecer ao Mestre todos os momentos de vida que temos com possibilidade de nos movimentar livremente e com saúde, mesmo que enfrentando as dificuldades cotidianas que fazem parte da existência de todos nós.</p>

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                        <published>2026-04-21T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[O mundo evolui]]></title>
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                <name><![CDATA[Gabriely Machado]]></name>
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                <![CDATA[Vi uma reportagem sobre como a China evoluiu, universidades com estudos avançados usando IA, tecnologias que permitem poluir menos o ar e o ambiente, veículos elétricos silenciosos e confortáveis. A C...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Vi uma reportagem sobre como a China evoluiu, universidades com estudos avançados usando IA, tecnologias que permitem poluir menos o ar e o ambiente, veículos elétricos silenciosos e confortáveis.<br />
A China deixou de ser o país para onde grandes empresas mandavam seus produtos para serem manufaturados de maneira muito econômica, usando mão de obra barata e quase escrava, para um país que buscou evoluir em todos os sentidos.<br />
Lembro de um tempo que mostravam um povo vestido com fardamento cinza, todos iguais, e isso era uma mostra do comunismo, todos eram semelhantes, sem direitos e gostos individuais, tudo era pensado no governo e de modo geral, o que servia para um servia para todos.<br />
Entretanto, hoje sabemos que houve evolução, o capitalismo é exercido lá, o avanço na educação e na tecnologia se faz presente, aprenderam muito trabalhando para países que se consideravam avançados e souberam usar essas informações e progrediram.<br />
É lógico que muitos programas só mostram o lado bom, mas ainda existe pobreza, ainda existem moradores de rua, pessoas que se perdem no vício, assim como o investimento forte em tecnologia armamentista, o que os torna um país potencialmente perigoso numa guerra.<br />
O mesmo certamente ocorre na Rússia, pois, pelos poucos relatos de pessoas que lá estiveram sabemos que a tecnologia também está avançando, que o estudo é priorizado, que as cidades são limpas, que obras de arte são expostas nos metrôs e respeitadas sem pichação, e ao mesmo tempo se convive com mendigos dormindo nas ruas juntamente com viciados em álcool. <br />
Querer e precisar evoluir é uma questão de necessidade dos nossos novos tempos, nossas crianças já quase nascem sabendo usar tecnologia, enquanto os mais velhos ainda aprendem com alguma dificuldade, afinal ela faz parte do nosso viver atual, somos cercados por ela até mesmo nos aparelhos domésticos que utilizamos.<br />
Aprender aquilo que faz parte da nossa cultura e de nosso país e dos nossos costumes, além da nossa língua é muito importante e é o passo inicial, pois, assim teremos respeito e entendimento do que é a nossa pátria.<br />
É preciso que não se pare de estudar, num mundo globalizado, onde temos que conviver com tecnologias importadas, com informações vindas de todas as partes do globo, obrigatoriamente temos que aprender outras línguas, além de querermos somente andar vestidos e utilizando equipamentos da moda, é necessário integrar essa evolução, para fazermos parte do progresso, senão seremos ultrapassados rapidamente, porque até países considerados atrasados em outros tempos já estão à frente daqueles que pararam acreditando que já estavam suficientemente evoluídos.<br />
Um exemplo simples e que todos conhecem bem é o nosso futebol... Era o melhor do mundo, estávamos sempre à frente e, não procuramos melhorar acreditando que éramos insuperáveis, mas usando nosso exemplo e modelo muitos jogadores de outras partes do mundo foram estudando e adaptando técnicas, hoje não podemos nos considerar os melhores, desejamos e torcemos para voltarmos ao topo, mas temos que intensificar os esforços para que isso aconteça e, assim é com tudo que nos envolve, o progresso chega em todos os níveis e precisamos fazer parte dele...<br />
O mundo evolui e precisamos acompanhar essa evolução estudando e nos aperfeiçoando sempre.</p>

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                        <published>2026-04-14T11:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-29T13:09:06+00:00</updated>
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