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Jornal Diário de Suzano - 25/01/2022
COLUNA

Padre Carmine

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A Igreja São Sebastião e a cidade de Suzano comemoram mais um feriado

14 JAN 2022 - 05h00

Em todas as cidades são vários os caminhos que levam às igrejas. Para estes lugares é que se dirigem o olhar e a atenção de todos. Locais comuns por onde passam e encontram luz e paz milhares de moradores. A Igreja de São Sebastião desde a criação do primeiro vilarejo que surgiu perto da linha férrea onde hoje está instalada a estação de Suzano, foi e continua a ser o coração e o cartão postal da cidade.
Há uns feitos de encantos e belezas que marcam a arquitetura da Igreja com jardins coloridos que fazem cortejo à Igreja que a civilização cristã e popular sempre quis no centro da cidade. Todo visitante quer conhecer e admirar o cartão postal da cidade, a beleza no interior da Igreja, a arte, os enfeites florais que adornam e decoram os espaços, as pinturas coloridas dos símbolos litúrgicos, do Natal, da Cruz, das imagens dos Santos ou a versão mais moderna do presbitério.
No passado havia o tique-taque do relógio da torre da Igreja, que marcava com muito jeito notas e sons melodiosos. Havia também, dois sinos, que hoje se encontram na igrejinha do Baruel.
Que tristeza! A torre com seu relógio perdeu o jeito de tocar e de marcar o tempo e as horas do dia e não mais se escutam os sinos tocar.
Na Igreja muita gente se faz presente, das crianças pequeninhas que querem andar por todo canto, aos namorados, casais, idosos que sentados rezam, cantam e contam a Deus as novidades do dia, do ontem ou do amanhã.
Não pode, porém, ficar bem e bonito o cartão postal da cidade de Suzano quando em torno da Igreja há gente suspeita, tosses de drogados, palavrões de bêbados, explosões de sexo, prostituição a céu aberto, cães rosnando em seu encalço e aglomeração de lascados, famintos e moradores de rua abandonados à própria sorte.
Hoje, porém, na praça João Pessoa, há vigias e guardas que apitam o sinal quando alguém invade o jardim, pisa brutalmente a grama ou ensaia brincadeiras de mau gosto.
A festa de São Sebastião está se aproximando e a programação contempla sete dias de louvores até o dia 20 de janeiro que é também feriado em Suzano. 
A festa ajuda a recuperar novas energias para enfrentar as duras e sufocantes jornadas de trabalho ou a realidade dura e difícil com a qual se deparam muitas famílias, bairros e cantos da cidade.
A população deve curtir não apenas um dia feliz de descanso físico, mas também precisa curtir o dia sagrado que possibilita o crescimento espiritual e uma convivência mais humana e cristã.
Por vezes solitários, outras vezes em companhia, os moradores, em qualquer hora que estiverem transitando pela praça João Pessoa, além de ter a segurança garantida a ponto de desejar dar uma volta ao redor da igreja, podem curtir a feliz oportunidade de entrar na Igreja, sentar-se no banco, inebriar-se do perfume do sagrado, e ensaiar com os músicos uma alegre sinfonia ou ouvir a marcante melodia do hino a São Sebastião, chamando a população a elevar suas preces ao Deus da vida.
A história de Suzano inicia a partir do Centro histórico, da Praça João Pessoa e da Igreja de São Sebastião. Com estes três lugares o cidadão terá um vínculo de apego, com a sensação de segurar o fio da história e considerando-os pedaços da sua vida, com todos os fatos do passado que conservará em sua memória. 

 

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