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Jornal Diário de Suzano - 21/09/2019
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COLUNA

Lorena Burger

Advogada

Abraços que energizam

14 JAN 2019 - 22h59
Acredito que todos nós somos apegados aos familiares mais próximos, aqueles com quem convivemos diariamente ou com mais frequência e esse convívio fraterno e amoroso nos dá a energia que precisamos para prosseguir em nossa luta, enfrentando dificuldades e alegrias.
A família não é feita somente desses entes mais próximos, pertencem a ela também os parentes mais distantes e, em alguns casos esses familiares mesmo morando longe de nós, conosco mantém uma ligação amorosa que nos faz muito bem.
Sempre que possível saio em visita ao interior de onde saiu meu pai, onde muitos ainda residem e vou a casa e cada um deles, mesmo que seja para uma visita breve, onde nos falamos, trocamos informações, relembramos d outras visitas e carregamos nossas baterias para uma nova jornada.
Nada se compara a recepção festiva e amorosa destes primos de cidades distantes da capital, que mantém uma forma simples de viver e encarar a vida, que com suas palavras sinceras nos impulsionam de maneira positiva, estão sempre com um sorriso estampado no rosto, os problemas parecem de fácil solução e nos recebem como se fossemos irmãos sempre presentes em suas vidas.
É certo que a internet e as páginas sociais nos mantém sempre ligados e informados, mas esse contato físico renova de maneira surpreendente as nossas energias e esperamos que os revigorem da mesma forma também.
Nas conversas relembramos aqueles que já se foram de maneira mais leve, rememorando coisas boas, lembranças alegres de outras visitas que compartilhamos e percebemos que apesar da distância física que nos separam somos muito parecidos, afinal somos parte de uma mesma árvore cuja raiz forte é nossa origem.
Alguns dos parentes mais antigos em busca de novas oportunidades seguiram rumo à capital deixando sua cidade natal e ali acabou fixando morada e se mantendo pela realização profissional e até porque encontrou o amor e formou família, como foi o caso do meu pai, que apesar disso continuou mantendo estreito contato com a família que ficou e com a qual conviveu toda sua infância.
O tempo passa e os mais velhos partem para o outro lado da vida, mas a possibilidade de ter com eles convivido faz enorme diferença em nossas vidas, afinal, essa convivência nos permitiu conhecer mais daqueles que nos antecederam, fatos de sua infância, histórias de nossos avós e travessuras que cometiam juntos e que na cidade nunca teríamos oportunidade de fazer, como nadar em rios, ajudar nas colheitas ou reunir aos acordes dos mais velhos para as refeições que juntavam à mesma mesa famílias de dois ou mais irmãos, onde as mulheres se uniam na cozinha para dar conta de elaborar a refeição para todos.
Os homens reunidos trocavam ideias e planos ou simplesmente conversavam sobre a atividade que os uniam, no caso da minha família a ferrovia, pois, a maioria ali desenvolvia sua atividade profissional fosse como chefe de estação ou em outra área administrativa.
É revigorante conversar, trocar lembranças, ouvir as novidades, trocar efusivos abraços de chegada e outros mais apertados na partida, com a promessa de nos vermos em breve, no interior numa próxima viagem ou na capital, quando vierem, o que ocorre ocasionalmente...
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