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COLUNA

Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

Aliança quebrada

24 SET 2017 - 06h00
É muito triste quando um casal desiste de seu casamento. E isso vem acontecendo cada vez mais, infelizmente! A Bíblia diz que Deus "odeia" o divórcio, conforme lemos em Malaquias 2:16. Jesus afirma que o divórcio acontece pela dureza dos corações (Mateus 19:7-8). O casal chega àquele ponto do relacionamento em que as forças se esgotam, não consegue mais conversar franca e produtivamente sobre o relacionamento, e nenhum dos dois se mostra disposto a fazer qualquer concessão. A aliança feita diante de Deus e dos homens passa a não ter mais tanta importância assim. E as falas mais frequentes são: "não estou mais feliz"; "não sou obrigado(a) a aguentar isso"; "não quero mais"; "o amor acabou!". E pronto! Nos dias atuais assistimos com certo conformismo a falência dos casamentos. Nenhum relacionamento nasce pronto. Muito menos o relacionamento amoroso, que se vai constituindo através de muita disposição, humildade, perseverança, concessões por parte dos dois e perdão. É preciso investimento diário para que o relacionamento cresça e satisfaça o casal. Um jantar especial, uma flor acompanhada de um sorriso no final da tarde, um beijo todas as manhãs antes de sair para o trabalho, tempo dedicado para bater um papo a dois, palavras de encorajamento, um passeio sem os filhos, um bilhetinho apaixonado na porta da geladeira, um passeio ou viagem juntos; enfim, muita coisa simples, mas significativa pode ser feita para cultivar o relacionamento ao longo de dias rotineiros e difíceis, muitas vezes. Seria maravilhosos e pudéssemos amar pura e apaixonadamente todos os dias; porém, a realidade é que somos humanos, falhos e precisamos de estímulos diariamente. Isso diz respeito ao homem e à mulher! É necessário compreender que o amor é um compromisso, uma renúncia, uma entrega diária, para se chegar a uma amizade crescente, a um respeito profundo e a um romantismo genuíno.
As atitudes de cuidado com o relacionamento na vida diária ajudam o casal a vencer muitas dificuldades. Quando as coisas não vão bem no casamento, por exemplo, as lembranças dos bons momentos passados juntos ajudam o casal a se reorientar, valorizando o que realmente importa, percebendo o quanto um é importante para o outro. Se, ao contrário, as lembranças são só ruins, negativas, será difícil encontrar forças para continuar. Pensemos nas coisas que fazíamos, quando namorávamos. Era muito bom andar pelo parque de mãos dadas, bem juntinhos, marcar um encontro num lugar especial, oferecer uma flor encontrada pelo caminho, passar o melhor perfume e vestir a melhor roupa para o encontro, a fim de impressionar, dar um presente escolhido com o maior carinho e atenção. Por que mudamos? 
Muitas justificativas podem ser dadas: filhos, muito trabalho, falta de tempo, problemas financeiros, expectativas não atingidas, etc. Será que não nos acomodamos à situação, sempre esperando que o outro faça alguma coisa pelo relacionamento? 
O amor é uma conquista diária. As novelas da TV, os romances, os filmes de cinema fazem crer que paixão e romantismo são sensações só para os mais jovens e não casados. É difícil aparecer em uma novela um casal (casado) que lance olhares mútuos cheios de docilidade e desejo, ou que demonstre um coração palpitante com a aproximação do(a) companheiro(a). A televisão, em geral, mostra exemplos de casamentos falidos, em que os cônjuges precisam de uma terceira pessoa para expressar o seu romantismo. Cultivar o amor é um investimento necessário. Uma palavra doce, um gesto carinhoso pode salvar o dia de um casal. 
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