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Jornal Diário de Suzano - 16/09/2019
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COLUNA

Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

Amor que transforma

13 AGO 2017 - 06h00
Os filhos, quando são crianças, encaram os pais como verdadeiros heróis. Mas lá pelos nove, dez anos, começam a enxergar algumas falhas e incoerências nos pais. Na adolescência, então, tornam-se muito críticos em relação aos pais. Acham que os pais dos amigos é que são legais – dão boas mesadas, compram bons presentes, deixam sair e chegar tarde, e assim por diante. Mais tarde vão perceber que os pais normais agem de forma bem parecida. Na verdade, não existem pais perfeitos. Roy Hession, um famoso pastor inglês, contou uma emocionante história em uma de suas passagens pelo Brasil. “Um de seus filhos, que tinha na época 18 anos, era rebelde e indisciplinado. Um dia resolveu deixar a casa e foi morar no hotel da cidade. Assim, pensava ele, teria mais liberdade para fazer o que quisesse sem ser censurado pelo pai. Sua conduta, entretanto, envergonhava e entristecia o pai, pastor de uma pequena igreja no interior da Inglaterra. Passado algum tempo, Roy Hession foi até o hotel para tentar dialogar com o filho e convencê-lo a voltar para casa. Ao abrir a porta, o rapaz mostrou-se indiferente e nem convidou o pai para entrar. Roy apenas disse: “Filho, volte para casa, Deus quer te perdoar”. O jovem, sem dizer nada, bateu a porta violentamente. Roy Hession conta que desceu as escadas em lágrimas, pensando que seria melhor desistir de tudo e abandonar o Ministério.
Nas semanas seguintes, enquanto meditava em sua casa, o Espírito Santo começou a mostrar-lhe o que estava errado. Roy percebeu que nunca dispensara tempo ao filho, nem mesmo quando era criança. Não o levara para pescar, não jogara bola com ele, não se importara em ouvir o que tinha a dizer. Fora um pai ausente, ansioso por cumprir as suas obrigações com a igreja. Resolveu, então, telefonar para o rapaz. –“Filho, ouça-me por dois minutos. É muito importante. Deus me mostrou que não fui o pai que deveria ser. Eu amei mais meu trabalho do que meu papel de pai. Estou ligando para pedir perdão e dizer que, apesar de tudo, amo muito você”. Do outro lado da linha, um breve silêncio e, então, o telefone foi desligado. Duas semanas se passaram. Certo dia, Roy estava em casa muito abatido e desanimado, quando a campainha tocou. Ao abrir a porta, deparou-se com seu filho. Meio sem jeito, convidou o rapaz a entrar. Imediatamente o rapaz disse: - “ Pai, me perdoe por ter sido tão estúpido com o senhor. Quando o senhor me pediu perdão e disse que me amava, comecei a chorar e não queria que percebesse, por isso desliguei o telefone. Mas suas palavras me tocaram profundamente, pois eu nunca pude imaginar que um homem tão forte como o senhor tivesse coragem de admitir o seu erro. Deus também falou comigo e estou aqui para pedir perdão. Os dois se abraçaram chorando, esperançosos de fazer renascer das cinzas um relacionamento mais forte e verdadeiro”. Os pais não devem pensar que admitir um erro e pedir perdão ao filho significa fraqueza. Pelo contrário. Ser forte é ser terno. Ser forte é ser compassivo. Ser forte é mostrar amor. Só o amor transforma. Os fracos são cruéis, desinteressados e faltos de amor. Procure seu filho, falando com honestidade e transparência. Com certeza, Deus pode trazer um tempo novo para a sua família!
PMMC CIAS
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