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Jornal Diário de Suzano - 16/07/2019
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Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

As amarras do passado

06 JUL 2019 - 23h59
Todos nós, se quisermos, podemos tirar do baú de memórias muitas lembranças de momentos difíceis que enfrentamos. Chegamos a pensar que não conseguiríamos superar tanta dor. No entanto, Deus foi o nosso ajudador, e tudo passou. José do Egito só tinha 17 anos, quando foi jogado em uma cisterna por seus irmãos, e começou a sua longa jornada de aflição. Nada parecia justo nem produtivo durante aqueles anos difíceis de tribulação. Podemos imaginar o que passava pela mente de José, um adolescente, poderíamos dizer assim, ao ser traído pelos irmãos, sendo colocado em situações e contextos altamente perigosos e desafiadores. José já tinha 30 anos, quando ficou diante de Faraó, e as coisas começaram a mudar em sua vida. Foram 13 longos anos de sofrimento! Quanto você aguentaria? Já teria chegado ao seu limite? Já teria desistido de tudo? José foi-se tornando um homem que vivia acima do desânimo e muito acima de suas circunstâncias. O seu longo período de aflição não o desencorajou, porque o seu relacionamento com Deus era vivo e profundo. Enfim, no tempo certo, Deus mudou a sorte dele. Por que viver nas águas pantanosas das más lembranças? Infelizmente, há gente que, depois que tudo passa, vive pensando em dar o troco! Para a consolação total de José, Deus lhe deu uma esposa e dois filhos. Ao dar nome aos filhos, José estava proclamando abertamente que Deus estava fazendo com que ele esquecesse todo o sofrimento do passado, até a rejeição por parte de seus irmãos. O primeiro filho se chamou Manassés, que significa: "Deus me fez esquecer". Ao segundo filho deu o nome de Efraim, cujo significado é "Deus me deu dupla frutificação".(Gênesis 41:50-52)
Há lugares em nosso cérebro onde as lembranças ficam gravadas permanentemente. Não nos esquecemos de nada, na verdade. Mas, quando perdoamos, lembrar não nos faz mais sofrer. Podemos escolher viver de lembranças amargas, ou não. As lembranças do sofrimento de José continuavam lá, mas quando o alívio, finalmente, veio, Deus o fez ter alegria novamente. O mesmo ocorreu com Jó. Como Jó poderia usufruir de tudo o que Deus lhe deu, depois da provação, se não quebrasse as amarras do passado? Essa é uma lição para todos nós. Não podemos viver o novo de Deus, se não nos despojarmos do velho, representado pelo nosso passado. Quando nos alimentamos de pensamentos negativos, desejando dar o troco àqueles que nos ofenderam, nos roubaram e nos atormentaram com atos perversos e palavras más, isso nos impede de frutificar. Só depois de pedir ao Senhor Deus que apague os aguilhões de nossa memória é que poderá surgir "Efraim", para lembrar como Deus nos abençoou abundantemente. Podemos escolher o que nos transforma em reféns. Quase sempre podemos decidir quem e o que nos vai abater. Mesmo que tenhamos um depósito de lembranças penosas, não podemos ser derrotados por isso. É preciso tirar todo o ranço do passado, para que venham coisas novas! É preciso estar aberto e livre para receber o novo de Deus! 
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