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Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

Clamando por Justiça

02 JUL 2017 - 06h00
No Brasil, jovens são mortos, praticamente,todos os dias, vitimados pela violência urbana. Crianças são abandonadas por mães viciadas em crack. Idosos morrem em corredores de hospitais sem atendimento médico. Nossos direitos de cidadãos não são respeitados. Pagamos nossas contas, altos impostos, mas temos pouco retorno em termos de serviços públicos. Não vemos os governantes lutando e trabalhando, verdadeiramente, pela qualidade de vida dos cidadãos. A maioria dos políticos brasileiros só quer tirar proveito da função pública. Gostaríamos de poder dizer que essas coisas não acontecem no Brasil. Que a realidade é bem diferente. Mas não é assim. E nós nos calamos, como se tudo isso fosse normal. Até quando? É de Martin Luther King a seguinte frase: "O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons".
Enquanto somos tentados a fechar os olhos para a maldade deste mundo, Jesus nunca desconsiderou a realidade do mal. Porém, Ele não demorava em apontar que Deus pode e vai triunfar sobre o mal. A vida vai triunfar sobre a morte. E nós também podemos lutar contra o mal, praticando o bem, sendo no mínimo vozes que clamam por justiça. Uma voz. Apenas uma voz, eis o que João Batista pretendia ser. Uma voz que clamava no deserto, com uma mensagem forte: "Voz do que clama no deserto - preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas (...) Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento... E também já está posto o machado à raiz; toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo". (Lucas 3:4-10) João Batista era um homem que se vestia de forma diferente e que comia alimentos diferentes - gafanhotos e mel silvestre. Provavelmente, muitos o consideravam um louco. Mas ele foi uma voz forte, com uma mensagem forte e contundente. 
As cidades vivem, atualmente, cercadas pela violência. Não há lugar seguro. Uma cidade cercada tem a sua integridade ameaçada - o governo, os cidadãos, os bens patrimoniais, a sua autoestima. O texto de II Reis 6:24-33 relata essa realidade. Bem-Hadade, rei da Síria, sitiou Samaria. A cidade ficou completamente desestruturada. Houve grande fome em Samaria. Algumas mães planejavam comer os próprios filhos. Coisa horrenda! Uma cidade sitiada fica fragilizada. Os valores morais se perdem. A vida passa a não valer nada. O governo fica exposto. No caso de Samaria, o rei rasgou as vestes. Vestes de vergonha, de humilhação, de impotência. O que fazer? Mas... alguém se levantou para trazer esperança. O profeta Eliseu declarou uma situação diferente: "Amanhã não continuará mais assim". (II Reis 7:1-2) Contudo, o coração do rei estava confiante no Capitão, que duvidava da voz do profeta e do poder de Deus. Mas tudo aconteceu como o profeta de Deus falara. Por que o povo de Deus não tem sido ouvido? Porque a Igreja tem sido pobre e tímida nas palavras e, principalmente, nas atitudes. A Igreja de Jesus Cristo tem que fazer a diferença. Tem que se unir. "Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao Senhor; porque, na sua paz vós tereis paz". (Jeremias 29:7) A Igreja tem que trabalhar pela paz e prosperidade da cidade.Quando um servo de Deus se levanta em oração e ação, as coisas mudam. Deus vai levantar pessoas que vão intervir no futuro da cidade e do país. Se a Igreja de Jesus Cristo não for sal e luz, o que será?
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