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Suami Paula de Azevedo

É escritor, responsável pela Mirambava Editora, palestrante e professor universitário. E-mail: suamiazevedo@uol.com.br

Crianças sempre

11 OUT 2019 - 23h59
Ser criança, ainda acho que é para toda a vida. Nós, enquanto criança, persiste lá dentro, em nosso interior mais profundo. Uma irmã me mandou uma foto, antiga, do meu aniversário de sete anos. Uma exibição clara de meu jeito de então.
Tínhamos chegado de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, e acabávamos de nos instalar em Salvador, na Bahia. Foi uma viagem de navio, da Loyde, o “Itaimbé”. Eu tinha acabado de sair do antigo Jardim da Infância, que gostava muito, o equivalente à Pré-Escola atual. Logo fui inscrito numa escola pública para a Alfabetização. Diferente no Norte. Era um menino muito tímido, bem quietinho. Só depois da adolescência é que fui me libertando. Na Era do Rock! Mas isso é outro assunto.
Quando criança o tempo passa muito devagar. Demasiado! Mas, como os nossos “compromissos” são só para o dia seguinte, não tem tanta importância isso. Mas, nunca vamos esquecer, se tivemos uma festa de aniversário muito alegre, com muita correria, com muita brincadeira, vamos sentir que a próxima festa vai demorar muito muito...
Esses dias fui numa festa de três anos de um sobrinho-neto. Muita brincadeira. A Galinha Pintadinha, que ele adora, estava presente para tudo encantar. E minhas três netas estavam presentes se divertindo. A mais velha, com doze anos, ficou na dela. Tinha as redes sociais. A do meio, com nove anos, as vezes corria, em outras parava. E vinha conversar com os avôs. A menor, nos seus quatro anos, estava onde queria estar. Era a sua festa. Com brincadeiras e muita risada. E tinha muito doce! Tudo de bom!
Para o comércio é um dos períodos mais vibrantes. Muitos presentes comprados. É o que as crianças esperam. Ainda que os mais velhos prefiram dar roupinhas, “é mais útil!”. Coisa de cabeça diferente. Fico contente com a ação do pessoal que estimula a doação de brinquedos nessa época, como no Natal. Faz um enorme destaque. Criança pode até ter uma ideia de brinquedo a que se interesse, mas está disponível para receber o que vier. Só muda isso em caso de criança que tem de tudo, ou então é demasiado mimada (pouca diferença!). Ou não é?
Eu gostava muito de desenhar, então receber lápis de cor e papel era maravilhoso. Minha mãe guardava muitos dos meus desenhos de pequeno. Nem sei onde foram parar. Minhas netas também adoram isso. Agora também tem as canetinhas coloridas. Adorava também ouvir histórias. Minhas netas também. Será que tem a ver com um costume que passamos? Ou é mesmo coisa de criança? Prefira a segundo hipótese. Cultive o costume de contar. Se não tem um livro, invente a história. E não se preocupe em repetir o livro, muitas e muitas vezes. O gostoso é a prática, ouvir a narrativa. As crianças entram na história, com certeza. A imaginação voa. Êta coisa boa!
Não tenha medo ou vergonha da sua infância. Tenha orgulho. Sempre há coisas alegres. Repasse aos seus menores. Eles vão adorar. O olhar dos pequenos é diferente do seu de agora. É outro ângulo, outro enfoque. E reveja as brincadeiras como quem as revive.
É muito doce.
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