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Jornal Diário de Suzano - 14/10/2019
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COLUNA

Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

Dias de insegurança

25 FEV 2018 - 06h00
Buscamos estabilidade e segurança todos os dias. Mas, de fato, há situações e lugares seguros neste mundo? Quanto mais vemos notícias sobre tragédias e, inclui-se nisso, a violência crescente, temos a convicção de que não há lugar seguro. Até as construções mais sólidas podem desabar, ou mesmo montanhas virem abaixo, levando com elas o que encontrarem pela frente. 
Ninguém está seguro, seja rico ou pobre. 
O imprevisto vem a todos. Só encontramos a verdadeira segurança em Deus. Isso não significa que estaremos sempre em uma situação confortável, mas sim que contamos sempre com os livramentos do Senhor. Temos acompanhado o que tem acontecido no Rio de Janeiro. Mas essa onda de violência não é exclusividade do Rio de Janeiro. Recentemente, com muita tristeza, acompanhamos pela mídia a mais uma tragédia em uma escola americana, ocorrida em uma das cidades consideradas mais seguras da Flórida. Isso sem contar a violência das guerras, dos ataques terroristas, que ocorrem ao redor do mundo; também, a violência da fome, da desigualdade social. E tantas outras formas de violência. 
As cidades vivem cercadas pela violência. 
Uma cidade cercada tem a sua integridade ameaçada - o governo, os cidadãos, os bens patrimoniais, a sua autoestima. 
O texto de II Reis 6:24-33 relata essa realidade. Bem-Hadade, rei da Síria, sitiou Samaria. A cidade ficou completamente desestruturada. Houve grande fome em Samaria. 
Os habitantes da cidade ficaram desesperados. O caos foi instalado. Uma cidade sitiada fica fragilizada. Os valores morais se perdem. A vida passa a não valer nada. O governo fica exposto. No caso de Samaria, o rei rasgou as vestes. Vestes de vergonha, de humilhação, de impotência. O que fazer? Mas... alguém se levantou para trazer esperança. O profeta Eliseu declarou uma situação diferente: "Amanhã não continuará mais assim". (II Reis 7:1-2) Contudo, o coração do rei estava confiante no Capitão, que duvidava da voz do profeta e do poder de Deus. Mas tudo aconteceu como o profeta de Deus falara. 
Não podemos nos tornar reféns do medo. Mesmo enfrentando tanta insegurança, façamos de Deus o nosso refúgio, a nossa fortaleza, o nosso socorro bem presente na angústia. 
Se colocarmos a nossa confiança em lugares, coisas, pessoas, certamente ficaremos frustrados. 
A confiança de Noé não estava na arca que construiu nem no monte em que ela pousou. 
Aquela família viu a destruição ao redor, mas foi salva, porque acreditou nas palavras e promessas do Senhor. Quando nossa confiança está em Deus, não precisamos ter medo, ainda que as circunstâncias sejam desfavoráveis. Lembro-mede um hino antigo, cuja letra diz: "Que segurança! Sou de Jesus!". Quem tem Jesus tem segurança, porque sabe que Ele está no controle da situação. Que, assim como fez o rei Davi, possamos declarar: "Em paz me deito e logo adormeço, pois só Tu, Senhor, me fazes viver em segurança". (Salmo 4:8)
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