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COLUNA

Jorge Lordello

delegado e escritor

Gente que não consegue se desgrudar de um problema

02 JUL 2019 - 23h59
Como uma imensa serpente, na Índia, um trem deslizava pela planície nos arredores de uma pequena cidade. Vários homens compartilhavam um vagão, e como faltavam muitas horas para chegar ao destino, decidiram apagar as luzes para que o sono viesse com mais facilidade. Transcorreram alguns minutos e a maioria dos viajantes passou a dormir profundamente. De repente, uma voz que dizia: "Ai que sede que eu tenho! Ai que sede que eu tenho!", acordou a todos. A pessoa repetia essa frase insistentemente. Era um dos viajantes; e por não cessar de queixar-se de sua sede, impedia que os outros dormissem. Um dos passageiros, tremendamente irritado, se levantou, foi ao lavabo e trouxe-lhe um copo de água. 
O homem, sedento, bebeu-a com avidez. Outra vez apagaram as luzes. Os viajantes, reconfortados, dispuseram-se a dormir. Mas, minutos depois, a mesma voz de antes começou a dizer: "Ai, que sede que eu tinha, mas que sede que eu tinha!" Amigo leitor, qual conclusão tirar dessa singela estorinha? Na verdade, é preciso tomar cuidado para que nossa mente não enxergue problemas inexistentes ou simplesmente anabolise um aborrecimento fazendo-o parecer entrave por demais preocupante. Focar sistematicamente num problema só o fará aumentar de tamanho. É preciso mudar o ângulo de visão para buscar caminhos que levem à solução. Portanto, o segredo é focar na solução e não na dificuldade atual ou naquela que já não existe mais mas que ainda traz recordações que tiram a tranquilidade e o equilíbrio emocional.
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