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Jornal Diário de Suzano - 17/08/2019
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COLUNA

Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

Missão cumprida

10 AGO 2019 - 23h59
E se você soubesse que em breve morreria? O que você diria, ou deixaria escrito, para as pessoas que ama? De que forma as pessoas se lembrariam de você? Seria lembrado (a) como uma pessoa amorosa, prestativa, preocupada com o bem do próximo? Ou como alguém egoísta, oportunista e desleal? Na semana passada, faleceu uma irmã muito querida de nossa igreja. Em seu velório e nas redes sociais, todos mencionavam a amorosidade, o acolhimento, o sorriso franco daquela irmã em Cristo, sempre com um abraço caloroso para todos que a cercavam. Todos foram unânimes em reconhecer que aquela irmã havia combatido o bom combate da fé, encerrando a carreira que lhe estava proposta com louvor. Quando o apóstolo Paulo escreveu a segunda carta a Timóteo, seu amado filho na fé, ele estava preso em Roma e tinha certeza de que morreria logo. O apóstolo esperava que Timóteo fosse vê-lo, mas não tinha certeza de que ele chegaria a tempo. Os dois tinham vivido muitas experiências espirituais juntos. Paulo era o protetor e o mentor espiritual de Timóteo. Juntos, viajaram para espalhar as boas-novas de Cristo e foram presos. Paulo amava a Timóteo como a um filho. Ele havia deixado esse jovem pastor em uma difícil posição de liderança na igreja de Éfeso, onde havia muitas disputas. Paulo preocupava-se com Timóteo. Essa segunda carta a Timóteo é uma revelação do que havia no coração de Paulo. Uma carta cheia de expressões de afeto, encorajamento, conselhos, lembranças, instruções, notícias, desabafo e uma firme declaração de fé: "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé". (II Timóteo 4:7)
Vivemos em busca de tantas coisas, que não nos satisfazem plenamente. Muitos terminam seus dias com um forte sentimento de frustração, solidão e vazio. Sentem-se como se tivessem corrido atrás do vento. Mas isso não aconteceu com o apóstolo Paulo. No final da vida, ele podia declarar que havia atingido o grande alvo para o qual vivera. Paulo tinha satisfação no fim de seus dias, ainda que preso, distante daqueles a quem amava. Ele foi vitorioso no campo dos desafios, dos conflitos. Entendia as suas lutas não como um castigo, mas sim como uma "guerra espiritual". Por isso em II Timóteo 2:3, ele diz: "Sofre comigo as aflições como um bom soldado de Cristo. Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra". Paulo sofria privações, prisões, oposições, mas a Palavra de Deus não estava presa. O meu sofrimento é a minha batalha. Batalhas exigem posicionamento, estratégias, escolhas, determinação, perseverança. 
No campo dos alvos, Paulo também foi um vencedor. Ele sabia que tinha sido escolhido por Deus para ser o disseminador da Palavra aos gentios. Essa missão ele cumpriu fielmente até o fim. Assim, ele pôde dizer a Timóteo que o sucesso dele estava em seguir o caminho de sua vocação. O sucesso de nossas vidas está em fazer a vontade de Deus, cumprindo o nosso chamado. Enquanto resistirmos à vontade de Deus, não conseguiremos viver com satisfação. Por fim, Paulo faz a declaração de que guardou a sua fé, o seu bom tesouro, que ele levaria para a eternidade. Nada de riquezas, posições sociais, mas a fé. Como você se relaciona com Deus? O que você levará, quando partir desta vida? Partirá com alegria, satisfação, com a certeza do dever cumprido? Existe um "bom combate", e só esse vale a pena!
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