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O Brasil elege o novo Presidente

13 NOV 2018 - 22h59
O povo brasileiro, durante a campanha eleitoral estava dividido entre os militantes que defendiam a candidatura de Haddad ( PT) e os que defendiam a posse de Bolsonaro (PSL) ao Planalto, ambos com sede de poder. Neste cenário, os cidadãos brasileiros foram às urnas, para votar e eleger o novo presidente.
A campanha eleitoral do segundo turno inflamou a história e a vida dos brasileiros a ponto de se formar uma frente voltada toda a direita e uma frente voltada toda para a esquerda. Os candidatos à Presidência da República e aos Governos de Estado estavam com tanta sede de vitória, que quase romperam os limites da postura civilizada. Mentiram demais, soltaram boatos, trouxeram à tona a vida privada e política dos adversários e tentaram fechar o caminho para o adversário não avançar.
Não houve arruaça entre os militantes e nem motim, mas espalharam medo, inventaram acusações e agitaram a campanha eleitoral para vencer na reta final.
Quarenta e cinco milhões de cidadãos negaram o voto a Bolsonaro e votaram em Haddad e cinquenta e sete milhões negaram o voto em Haddad e votaram em favor de Bolsonaro. Não houve fraudes e nem erros, mas apenas defeitos em alguns equipamentos eletrônicos.
O Brasil tem jeito para ser uma potência mundial, uma estrela para brilhar.
A transição institucional, do governo do PT encabeçado pela Dilma e do governo Temer ao governo Bolsonaro é para todos verem se dará certo ou se irá piorar.
Há muitos desafios pela frente, como as reformas: política, tributária e da previdência, além da crise econômica, a luta contra a corrupção, a violência, a intolerância e a desigualdade. Bolsonaro e Haddad, dois homens diferentes, com convicções e opiniões diferentes e também formação diferente. O primeiro com diploma de Educação Física e o segundo com o mestrado e doutorado em Filosofia. No entanto o perfil é quase semelhante, pois estão comprometidos com a política e com uma visão mais ou menos clara, ao tratar questões importantes da vida do país.
Há políticas institucionais que precisam esperar para ver como será o relacionamento do novo Presidente com o Congresso, com o Poder Judiciário e com os Governos dos Estados. Temas estes que durante a campanha eleitoral os candidatos mal abordaram, oferecendo uma contribuição não muito relevante de analises, propostas e projetos novos para o país. 
A melhor resposta para dar ao povo pelo novo governo após as eleições, é saber enfrentar com determinação o difícil caminho da mudança, desatando os tantos nós que emaranham as Instituições.
Para isso é necessário banir a corrupção, a impunidade, a ganância sistemática e cega e criar oportunidade de novos empregos e salários justos.
Somente assim o povo saudará um novo Brasil e todos verão no plano nacional e internacional brotar a semente de um grande país
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