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Jornal Diário de Suzano - 17/06/2019
PMMC UPA JUNDIAPEBA
PMMC JUNHO VERDE
CENTERPLEX 13 A 19/06
PMMC AGASALHO
COLUNA

Pedro Alves Benites

É presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Suzano e 2° Tesoureiro da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo

Por uma economia forte

19 DEZ 2018 - 22h59
O ano de 2018 está chegando ao fim e o momento é propício para fazermos algumas reflexões. Como representante dos metalúrgicos de Suzano, o Sindicato pode afirmar que o ano foi positivo, apesar de muitas dificuldades que tivemos, como o corte de direitos trabalhistas. Vale lembrar que a nova CLT diz agora que a negociação entre patrões e empregados tem valor superior à própria legislação. Isso quer dizer que precisamos nos desdobrar para manter as cláusulas sociais vigentes, dialogando com os empresários.
No meu entendimento, isso fortalece os sindicatos realmente comprometidos com os trabalhadores, como é o nosso caso. Afinal, a partir de agora tudo o que for negociado com os empresários acaba tendo o valor de lei. Por isso, cada categoria deve contar com um sindicato forte, preparado e consciente da legislação. Desde a nossa fundação, em 27 de julho de 1991, trabalhamos com este objetivo e hoje temos todo o preparo e a experiência para dialogarmos com as empresas, sempre visando o bem estar dos funcionários.
Isso sem falar no respaldo que temos da Federação dos Metalúrgicos, que reúne cerca de 700 mil trabalhadores em todo o Estado de São Paulo. A Federação exerce um importante papel de liderança dos sindicatos, analisando as tendências da economia e apontando os rumos que devem ser seguidos, além de oferecer todo o suporte jurídico necessário para as decisões que dizem respeito aos trabalhadores.
O que querem os trabalhadores e os sindicatos? Nada mais do que uma economia forte, em que a produção seja crescente, com um mercado interno crescente, com exportações e consequentemente bom poder aquisitivo à população. É tudo o que não vemos hoje no Brasil, por culpa de uma série de erros cometidos pelo Governo Federal. Os juros altos desestimulam o investimento e fazem com que o dinheiro fique aplicado nos bancos. A carga de impostos elevada e mal organizada afeta as empresas nacionais, que não conseguem competir em igualdade de condições com as estrangeiras. Estes são apenas alguns exemplos.
Queremos que as empresas abram mais turnos, contratem mais funcionários, vendam mais e paguem bons salários a seus empregados. Só assim a economia pode funcionar bem. E uma luz no fim do túnel apareceu agora no final do ano, com a assinatura do Programa Rota 2030, que vai modernizar os veículos brasileiros, aquecendo a produção das montadoras. Este setor é estratégico para a economia: quando ele vai bem, toda uma cadeia de fornecedores também passa a vender mais, como as empresas de peças, que aliás existem em grande quantidade na nossa região.
Nossa expectativa é de que 2019 comece com este cenário positivo. Se a produção e a venda de carros aumentar, teremos todo um processo de aquecimento da economia, o que será sentido também entre as empresas de Suzano, principalmente do setor metalúrgico. É o que queremos. Enquanto isso não chega, desejo a todos os leitores um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de conquistas, paz, alegria e prosperidade.
PMMC AGASALHO
PMMC UPA JUNDIAPEBA
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Império do Sabor 2
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