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Jornal Diário de Suzano - 17/10/2019
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COLUNA

Suami Paula de Azevedo

É escritor, responsável pela Mirambava Editora, palestrante e professor universitário. E-mail: suamiazevedo@uol.com.br

Sexta-Feira 13

13 SET 2019 - 23h59
Todo mundo entendeu. Essa data é considerada o “Dia do Azar”. É claro que as coisas vão se corporificando e vai ficando difícil afastar a ideia, mesmo que seja negativa, como é essa. Mas deixa eu perguntar, você sabe de onde surgiu essa compreensão. E digo mais para vocês, essa ideia de “azar” está espalhada pelo mundo inteiro, não só na nossa Terrinha.
Pois então, vamos lá. Numa sexta-feira, dia 13 de outubro de 1307 (caramba faz muito tempo!) os Cavaleiros Templários foram presos na França, por ordem do Rei Felipe, o Belo (imagine!). Acusados de heresia, de ofensas as crenças religiosas.
O fato é que a notícia circulou por toda a parte e, sabemos, aquilo que o povo espalha, seja ou não, é reconhecido como verdade.
Particularmente, não considero as “sextas 13” como ocasião de “azar”, mas sei que, se a gente ficar batendo nessa tecla, o dia vira negativo mesmo, pela nossa insistência. Então, dá para afastar essa interpretação negativa. Isso, gente, apaguem essa ideia nefasta! 
Mas, quem foram esses Cavaleiros Templários?
Coisa antiga. Essa Ordem de cavaleiros foi criada após a Primeira Cruzada, quando os Europeus cristãos buscaram retomar a chamada Terra Santa, Jerusalém, dos mouros. Estamos falando do século XII, de 1118, com a fundação oficial da Ordem dos Cavaleiros do Templo, em Jerusalém. Esse nome é uma referência ao local onde eles foram instalados, no local do antigo Templo de Salomão. Nove monges veteranos da Primeira Cruzada, entre eles os nobres franceses Hugues de Payens e Godofredo de Saint Omer, se reuniram para criar um grupo de proteção das rotas e caminhos da Terra Santa. Eles se estabeleceram com votos de castidade, de pobreza e de obediência ao Papa.
Com esses votos esses Cavaleiros partiam para batalha sem medo de morrer. Isso os distinguia muito dos demais, tanto cristãos quanto mouros. E foram adquirindo absoluta fama de invencíveis. Até por isso foram recebendo doações de nobres e reis europeus para o seu projeto de proteção aos que se dirigiam a Terra Santa. Tornaram-se construtores de castelos e templos pelo caminho da Europa ao Oriente Médio. E assim, adquiriram condições de criar algo que podemos chamar de origem dos créditos financeiros que temos hoje com os bancos. Os caminhantes deixavam um dinheiro com eles e iam tendo proteção permanente no percurso, além de alojamentos. E os Templários passaram a emprestar recu rsos a todos.
Ora, o Rei Felipe, o Belo, devia muito dinheiro aos Templários. E então, decidiu persegui-los e deixar de ser devedor. Com a prisão dos Cavaleiros, ele também assumiu todas as propriedades deles na França. Interessante, né não?
A partir disso alguns reis perseguiram os Cavaleiros, outros protegeram, como o Rei de Portugal, que assumiu a Ordem, apenas mudando de nome para Ordem de Cristo. Por isso, nas descobertas, como a do Brasil, as caravelas tinham a Cruz nas velas. Se preferir, já éramos protegidos. Hoje sabemos por documentos que o Papa Clemente não os condenou.
Que tal deixar de ver o lado ruim e passar a sentir o positivo?
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