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Jornal Diário de Suzano - 24/08/2019
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COLUNA

Lorena Burger

Advogada

Sobre o que escrever

08 ABR 2019 - 23h59
São tantos os assuntos que agitam nosso dia a dia, que algumas vezes fico aqui olhando para a tela do computador pensando sobre o que devo falar...
Apesar de ter minhas próprias opiniões sobre política, futebol e religião, não gosto de expor minha maneira de ver e entender esses assuntos que considero de caráter pessoal, coisas para conversar com pessoas próximas, sempre evitando que se transforme em discussão por conta de ideias divergentes, afinal, apesar de não os considerar como tabu prefiro conversar pessoalmente, olho no olho.
Assim fico aqui divagando... Já são mais de vinte anos escrevendo crônicas semanais aqui neste espaço, sem nunca republicar nenhum de meus escritos. Alguma ideia brilhante há de surgir...
De repente me vêm à memória as palavras de alguém que me conheceu recentemente e disse que há anos acompanha meus escritos semanais e o assunto em pauta sempre acaba coincidindo com fatos que acontecem no cotidiano da vida dele e de outras pessoas e, lembra-se do que leu e passa a comparar como cada pessoa enfrenta situações semelhantes de maneira às vezes parecida e outras de forma bem diferente, mas sempre vamos acabar encontrando alguém que pensa e age tal e qual, buscando a solução de um jeito mais ponderado e pacifico, mesmo que o problema tenha tirado seu sono ou sua tranquilidade.
Lembro que comentou que gostaria que todas as pessoas ajudassem a manter suas calçadas limpas evitando problemas para os vizinhos e, soubessem viver em comunidade sempre conscientes que às vezes um vizinho pode não estar bem de saúde e merece como todos descansar quando está em sua casa ou não ter sua casa invadida pela água da chuva por conta do lixo amontoado na calçada que impediu o caminho da água, que represada atingiu as casas e causou prejuízo a todos.
E lembrando dessa conversa, rememorei que este final de semana, olhando um bueiro no centro da cidade, numa via de bastante movimento, reparei que o mesmo se encontrava cheio de lixo e isso devia acontecer com as demais saídas de água daquela rua, ali se podia observar muitas folhas de árvores, pedaços de madeira, garrafas plásticas e outros lixos que não conseguia distinguir, mas que por certo iriam obstruir o caminho da água de chuva, que após vários dias de ausência vinha chegando, mostrando suas nuvens escuras.
E acabou acontecendo o pior, a chuva, chegou forte, com rajadas de vento e granizo e num piscar de olhos vimos a enxurrada tomar conta da calçada e atingir a porta do restaurante e sem pedir licença invadiu o ambiente, tirando a tranquilidade do proprietário e daqueles que ali estavam almoçando.
A água tentava abrir caminho e ir embora por onde seria natural, os bueiros, entretanto, apesar da sua força, não conseguia passar e retornava forte, invadindo a rua, as calçadas e as casas e comércios existentes no local.
Quando a chuva passou o dono do estabelecimento não contabilizou prejuízo a não ser a mão de obra de limpeza extra em horário de atendimento, mas, na periferia certamente muita gente sofreu perdas com a chuvarada e por certo culpou o poder público, esquecendo sua responsabilidade como morador e cidadão...
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