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Jornal Diário de Suzano - 24/10/2020
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COLUNA

Suami Paula de Azevedo

É escritor, responsável pela Mirambava Editora, palestrante e professor universitário. E-mail: suamiazevedo@uol.com.br

Como Ilha

17 OUT 2020 - 05h00
Estava pensando em isolamento, claro. Isola, ilha, coisas separadas, jeito de ficar, maneira de se colocar, maneira de viver. Esse jeito todo que a pandemia nos impôs. Certamente que sei dos muitos que rejeitam o isolamento. Coisa que não se faz agradável para quase absolutamente todos pelo mundo. Parece prisão. Somos gente porque convivemos, vivemos com, compartilhamos, juntos. 
Como negar, no entanto, que uma das pouquíssimas maneiras de evitarmos o contato, o contágio do virus é, evidentemente, nos afastarmos uns dos outros? Especialmente àqueles em situação de fragilidade, os tais do dito "grupo de risco". Temos o lado da autorresponsabilidade, e assim, cada um, por sua vez, temos de nos cuidarmos, ante ameaças já identificadas do mal. O que sabemos é que os idosos são os que mais morrem. Mas não apenas eles. E, digam lá, além dos próprios deveres em defesa da nossa pessoa, não devemos, também, cuidarmos dos demais? Será que não podemos pegar o mal em nós mesmos e o repassarmos até aos que amamos? Com certeza! Vale refletir? 
Como negar, sabemos que o isolamento é uma restrição na vida. E restrições implicam em também sentirmos algumas formas de mal em nossa vida. E, sabemos bem, grande parte desses males que nos atacam são os psicológicos, os emocionais. E mesmo assim, relaxamos bem nesses pontos.
Você já pensou que rir, num momento desses de isolamento real, pode fazer um bem enorme na nossa vida? Como fingir esquecer tal constância? E quanto podemos fazer por isso? Assistindo uns filmes de comédia? Claro, insista nisso! Lendo textos, crônicas, poemas, novelas, romances engraçados? Com certeza, gente! Vai fazendo a sua lista. Mesmo os filmes que já viu, faz tempo. Mesmo os livros que já leu, lá atrás. Mesmo novelas, séries que amou. Pela internet se encontra muito disso, em CDs. E se assiste quando e onde se quer ou se pode. 
O fato é que a cabeça da gente tem de se ocupar ao longo do seguir da carruagem, temos de nos ocupar. Uma coisa que gostava muito, mas fui esquecendo com o correr da história, foi fazer palavras cruzadas. Retomei, é especial. Mas tem vários níveis, temos de identificar, com a sequência do fazer, qual nos interessa mais. Tem seus truquezinhos, ajuda o cérebro. 
E, com toda a certeza, temos de fazer exercícios físicos. Mesmo aqueles com limitações, sei bem disso. Se não dá para as caminhadas, ruas e parques andam cheios demais e com pouco respeito às regras, temos a alternativa dos alongamentos, arrume uma daquelas faixas de tecido. Ajuda muito. Estou tentando retomar a Yoga e a meditação. Estive afastado dessas artes por anos. Não é tão simples. Mas sei, devo reaprender. Veja você. Estou na busca. 
E, sempre a relembrar, devemos o respeito a todos os demais. Nunca vi tanto barulho nas casas, nas ruas. Verdade, o funck é a "música" da moda. Não é só coisa de gente "sem escolaridade e sem recurso". Os bambambans ouvem, e repassam o "gosto" a todos. Uns, trancados em casa, querem que os outros sintam seu viver ("sofrer"?). Respeito?
Enfim! O arquipélago vai passar... 
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