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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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COLUNA

Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

O pai que nunca nos falta

08 AGO 2020 - 23h59
Nesses tempos difíceis de pandemia temos notícias de muitos pais que perderam os seus filhos, e de muitos filhos que perderam os pais. Nesse Dia dos Pais, muitos estão relembrando os bons momentos passados com os seus amados. E muitos estão chorando de saudades e tristeza! Que falta faz um pai! Pesquisas mostram que as novas gerações têm "fome" de pai. Isso significa que muitos filhos sofrem com a ausência física e/ou psicológica de seus pais. Um dos meus textos favoritos da Bíblia é a história do filho pródigo, contada por Jesus em forma de parábola. Quanto amor tinha aquele pai pelos filhos! Tanto pelo que ficou em casa, fiel ao pai, cuidando das coisas da casa, quanto pelo que abandonou tudo para viver dissolutamente. O pai sempre aguardou pela volta daquele filho que se perdeu, dia após dia. Até que em um certo dia, depois de ter passado por muito sofrimento, o filho pródigo retornou ao lar; e de longe o pai o avistou, recebendo aquele filho faminto, maltrapilho, arrependido, com alegria e festa. Assim é Deus, o nosso Pai. 
Você já ouviu falar de Jó? Poucos de nós já experimentamos perdas tão terríveis quanto as dele. Um dos empregados trouxe a terrível notícia - "Os seus filhos e as suas filhas estavam no meio de um banquete na casa do filho mais velho. De repente, veio do deserto um vento muito forte que soprou contra a casa, e ela caiu em cima dos seus filhos. Todos eles morreram; só eu consegui escapar para trazer a notícia. Então Jó se levantou e, em sinal de tristeza, rasgou as suas roupas e rapou a cabeça. Depois se ajoelhou, encostou o rosto no chão e adorou a Deus. Aí disse: - Nasci nu, sem nada, e sem nada vou morrer; o Senhor deu, o Senhor tirou; louvado seja o Seu nome. Assim, apesar de tudo o que havia acontecido, Jó não pecou, nem pôs a culpa em Deus". (Jó 1:18-22) Sabemos que Jó era um pai amoroso que se levantava de madrugada para interceder e oferecer sacrifícios em favor de cada um dos seus filhos, a fim de purificá-los. Era um pai preocupado com a vida espiritual dos filhos! Os pais devem orar pela família sempre. Não podemos explicar por que Deus permitiu a morte dos filhos de Jó. Nem sempre entendemos os desígnios de Deus. Enquanto o sofrimento dilacerava o seu coração, Jó faz duas declarações: "eu sei que o meu Redentor vive" e " verei a Deus". Ainda que a sua história não mudasse nessa terra, ele tinha a certeza do céu, da vida eterna com Deus! E isso alimentava a sua alma! 
A mesma convicção Paulo expressa em Romanos 8:38-39 - " Porque eu estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem principados, nem as coisas do presente século, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, o nosso Senhor". Assim, quando Deus nos dá algo, devemos bendizer a Ele. Quando nos tira algo, também devemos bendizer. Seja dando ou tirando, a Sua motivação é sempre amor, ainda que não consigamos entender isso. Foi pensando assim que Jó enfrentou todos os sofrimentos de sua vida. E, por fim, recebeu abundante restituição! A resposta de Jó diante do sofrimento deve-nos fazer refletir, seja qual for a dor que nos atinja. Nós não temos nada; tudo pertence a Deus. Bendito seja o nome do Senhor!
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