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Jornal Diário de Suzano - 12/05/2021
COLUNA

Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

Somos respostas de Deus

18 ABR 2021 - 05h00
Alguém está precisando de algo que você tem para dar. Alguém está precisando de uma ajuda que você pode oferecer. Se o problema foi parar nas suas mãos, você tem que fazer parte da solução. Não dá para se omitir, fazendo de conta que o problema não é seu. O mundo está assim porque grande parte da humanidade está vivendo de forma egoísta e individualista. "O problema do outro é dele, e eu não tenho nada a ver com isso". Em nossa sociedade, pensar no próximo, no bem social e coletivo, virou virtude. 
Seja qual for a nossa condição, podemos ser resposta de Deus na vida de alguém. Uma menina, escrava israelita, que trabalhava na casa do general Naamã, herói de guerra e doente de lepra, foi porta-voz de uma notícia que significou a cura para ele. A menina contou para a patroa que na cidade de Samaria havia um profeta de Deus (Eliseu), que poderia ajudar Naamã a ficar livre da lepra. Naamã foi procurar o profeta, resistindo às orientações dadas por ele. Mas, por fim, depois de mergulhar sete vezes no rio Jordão, conforme as instruções do profeta Eliseu, foi curado. Tornou-se, então, adorador do Deus de Israel, renunciando ao paganismo. (II Reis 5) Essa menina, creio que fosse uma adolescente, tinha sido levada como escrava pelos exércitos do próprio general Naamã. Tinha muitos motivos para guardar ódio e ressentimento. E querer vingança. No entanto, ela não agiu motivada pelos maus sentimentos. Quando o seu inimigo precisou dela, não encolheu as mãos, não reteve as informações que fizeram a diferença entre a vida e a morte para Naamã. O nome dessa menina nem aparece na história. Mas o que ela fez jamais será esquecido. A condição dela era desfavorável, mas a prontidão em ajudar foi inigualável!
Em outra ocasião, no capítulo 7 de II Reis, encontramos uma situação desesperadora. Os siros cercaram Samaria, a capital de Israel no tempo do profeta Eliseu. Ninguém entrava nem saía da cidade. Havia um estado de sítio. A comida foi acabando, e a fome já era extrema. O profeta Eliseu estava na cidade. Recebeu uma mensagem do Senhor de que a abundância existiria nas portas da cidade sitiada no dia seguinte. O capitão duvidou do poder de Deus, achando isso impossível. Mas havia quatro leprosos, que estavam do lado de fora da cidade, excluídos, precisando também de alimentos. "Pior do que estava não poderia ficar". Resolveram, então, ir ao acampamento dos siros. Para surpresa deles, o acampamento estava deserto, dando a entender que os soldados tinham fugido em desabalada carreira. É que Deus tinha feito soar um falso ruído, que parecia a aproximação de um grande exército. O ruído era de cavalos e carros. Os leprosos entraram nas tendas. Comeram o que encontraram e ainda levaram outras coisas para esconder. Todavia, uma sensação de culpa se apoderou deles: "Não fazemos bem; este é um dia de boas novas e nos calamos". (II Reis 7:9) Eles com fartura, e a cidade com gente morrendo de fome. Combinaram, então, de comunicarem ao rei o grande achado. Foi o que fizeram. O rei de Samaria mandou abrir as portas da cidade. O povo saiu em busca do alimento providenciado por Deus. Cumpriu-se a profecia de Eliseu. O capitão não participou da bênção, porque duvidou do que Deus poderia fazer. Foi atropelado e morreu. Deus usou a vida daqueles quatro leprosos, rejeitados, para salvar uma cidade faminta. Da mesma forma, Deus quer usar a sua vida para fazer a diferença na vida de outros!
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