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Jornal Diário de Suzano - 14/09/2019
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Espetáculo Adiós Paraguay chega neste sábado no Espaço Opereta em Poá

Evento do grupo Contadores de Mentira terá única apresentação em Poá e reconta a disputa na Tríplice Fronteira

Por de Poá07 SET 2019 - 07h00
"Adiós Paraguay" aborda a o tema histórico da Guerra da Tríplice Aliança contra o ParaguaiFoto: Alessandro Silva/Divulgação
A nova epopeia dos Contadores de Mentira será apresentada neste sábado, dia 7 de setembro, às 19h30, no Espaço Cultural Opereta. Depois da estreia no último final de semana em Suzano, chegou a vez do público de Poá assistir ‘Adiós Paraguay’, o mais novo espetáculo produzido pelo grupo. 
 
A entrada é gratuita, mas limitada a 40 lugares, que serão distribuídos uma hora antes do início da peça com contribuição dada no chapéu. A classificação indicativa é de 14 anos.
 
TEMA HISTÓRICO
 
"Adiós Paraguay" aborda a o tema histórico da Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai. A obra traça um panorama sobre os 6 anos do conflito que dizimou cerca de 70% do povo paraguaio. Uma mulher encontra um fio, ao puxá-lo toda uma história é retirada debaixo do tapete, detrás de quadros, da poeira de livros antigos. Figuras como Solano Lopez (presidente do Paraguai na época), Madame Lynch (esposa de Solano), um velho, duas jovens, um cavalo e um soldado corneteiro são trazidos por este fio da memória que a cada momento cria questionamentos e provocações acerca do que se sabe da história
 
Guerra do paraguai
 
A Guerra do Paraguai foi um dos maiores conflitos armados ocorridos na América do Sul. Teve duração de seis anos, de 1864 a 1870. A chamada Tríplice Aliança fora formada por Brasil, Uruguai e Argentina e que provocaram
um massacre de 70% da população paraguaia e o empobrecimento desta nação até os dias atuais.[INTERTITULO_]
 
MOTIVAÇÕES
 
Para entender as motivações e as consequências que essa disputa bélica gerou no povo da Tríplice Fronteira, parte do elenco dos Contadores viajou até os países envolvidos para conhecer as histórias, as marcas e cicatrizes deixadas sobretudo na população. "Pedimos licença ao povo Paraguaio para tocar nesta história. Esta obra é nossa maneira de dizer que é preciso estar sempre atentos à nossa história. O Brasil, este país continente, desconhece a violência que carrega em sua bandeira, fecha os olhos para o passado e, muitas vezes, tenta negar que seu presente é consequência dessa mão opressora, endireitada e violenta”, afirma o manifesto do grupo.

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