Um avião que levava o time da Chapecoense, de Santa Catarina, caiu na Colômbia na madrugada de ontem, informou o Aeroporto José María Córdova, de Rionegro. A equipe seguia para Medellín, onde iria disputar hoje a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional da Colômbia. A tragédia que atingiu a equipe do Chapecoense matou 19 dos 22 jogadores que estavam no voo para Colômbia. Apenas Alan Ruschel (lateral-esquerdo), Neto (zagueiro) e Follmann (goleiro) sobreviveram e continuam internados em Medelín. De acordo com o último comunicado da Aeronáutica Civil da Colômbia (Aerocivil), o acidente deixou 75 mortos. Seis sobreviveram. Até agora, 72 pessoas foram encontradas. Os quatro que não embarcaram são o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon; o presidente do Conselho Deliberativo da Chapecoense, Plínio David de Nes Filho; o presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), Gelson Merisio (PSD); e o jornalista da rádio Super Condá, de Chapecó, Ivan Carlos Agnoletto. O governo brasileiro colocou à disposição da Colômbia equipes das Forças Armadas especializadas em resgate de tragédias e na investigação de acidentes aéreos para dar suporte na queda do avião do time da Chapecoense. O Brasil só pode atuar na investigação da causa do acidente se for solicitado, já que o avião é boliviano e o território colombiano.
Luiz Benavides