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Arrastão em trem provoca pânico na região

24 ABR 2016 - 08h01

Um arrastão registrado na Linha 11-Coral, na sexta-feira à noite, entre as estações Ferraz de Vasconcelos e Antonio Gianetti Neto, causou pânico nos passageiros. Três homens - sendo que um estava armado - entraram no trem, como se fossem passageiros, e quando a composição estava em movimento, o trio começou a roubar os pertences das vítimas de três vagões, entre eles, celulares, carteiras e objetos pessoais. Segundo testemunhas e o Sindicato Central do Brasil, cerca de 25 pessoas tiveram seus pertences roubados. A assessoria de imprensa da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) alega que somente seis pessoas foram roubadas (leia mais abaixo). Uma das vítimas foi agredida. O trio fugiu pela linha férrea, no sentido Ferraz.

O ataque aos passageiros aconteceu entre 20 e 21 horas. A suspeita é de que o trio tenha embarcado na Estação Ferraz de Vasconcelos, às 20h05. O trem fazia viagem sentido à Estação Guaianases.

Quando foi iniciado o arrastão, um assaltante deixou os usuários do transporte em pânico. Isto porque o criminoso usava um revólver e intimidava as vítimas, enquanto os outros homens recolhiam itens de valor e os colocavam em duas mochilas. A ação foi repetida do primeiro ao terceiro vagão.

Assim que chegaram na estação, os passageiros pediram socorro, no entanto, o suspeito desceu mirando o revólver para um segurança terceirizado, que não pôde reagir.

SINDICATO

O sindicato, que atende funcionários que atuam nas linhas 11-Coral e 12-Safira, informou que um ofício sobre o caso será encaminhado amanhã à CPTM. “Mandaremos um ofício para a empresa a respeito da violência. Em posse disto, pediremos mais esclarecimentos”, ressaltou a diretora da entidade Sonia Marques da Silva.

Ela ainda acrescentou dizendo que crimes deste tipo acontecem normalmente na Linha 12 e, geralmente, nas últimas composições. “Às vezes acontece na Linha 12, e o horário é bem tarde quando há poucas pessoas no trem”, disse.

INVESTIGAÇÃO

A Polícia Civil vai instaurar um inquérito policial para analisar o caso. Até o momento, não há pistas sobre o paradeiro dos criminosos.

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