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Estado tenta impedir fechamento de quatro unidades do Bom Prato

07 JUL 2016 - 08h01

O governo do Estado tenta impedir o fechamento de quatro unidades do Bom Prato na região. Na região, os restaurantes funcionam em Mogi, Ferraz, Suzano e Itaquá. Gestores da entidades que administram as unidades ameaçaram encerrar as atividades em todo o Estado. A manifestação foi feita por meio de uma carta com 20 assinaturas. Eles alegam que estão à beira de um colapso financeiro e que oferecem "alimentação de qualidade inferior ao padrão", por falta de recurso.

Segundo eles, o Estado chegou a sugerir que itens mais caros, como o feijão, sejam trocados do cardápio, ou seja, comprar o mesmo produto por um preço mais barato. No documento entregue, os gestores afirmam que o subsídio não é suficiente para realizar o atendimento e dizem que serão "obrigados" a encerrar as atividades "em um curto período de tempo", caso não haja reajuste.

De acordo com as entidades, a defasagem acumulada desde 2006 é de 34,15% no custo do almoço e de 17,99% no café da manhã. A recente alta dos alimentos - a exemplo do feijão, com inflação de 106,34% nos últimos 12 meses - teria tornado a situação ainda pior.

Ontem, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) prometeu reajuste a partir de outubro (veja mais abaixo). Para os gestores, porém, "não adianta dar aumento que não é condizente com a necessidade". "No ano passado, houve reajuste de R$ 0,31 no almoço", disse um representante das entidades, que preferiu não se identificar. "Nós não temos dissídio coletivo, data-base, nada disso”, disse. "Se os preços começarem a aumentar, com certeza vai ter unidade devolvendo o restaurante nesse período", afirmou o gestor.

OUTRO LADO

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo (Seds), informou que o programa Bom Prato não fechará seus restaurantes. “Esclarecemos que há oito meses, em outubro de 2015, foi aprovado reajuste de subsídio para as entidades parceiras de cerca de 10%, passando de R$ 3,50 para R$ 3,81 para que o frequentador pague R$ 1 pela refeição”, disse em nota

Já no café da manhã, o aumento do subsídio foi da ordem de 17,6%, com repasse de R$ 1,30 para R$ 1,53 pela refeição matinal oferecida à R$ 0,50 para a população. Desde a inauguração do Bom Prato em 2000, a somatória dos reajustes realizados chegou a 154% para que os frequentadores do Bom Prato continuem a se alimentar pelo valor de R$ 1.

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