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Jornal Diário de Suzano - 22/10/2020
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Incêndio destrói galpão de materiais recicláveis em Mogi

01 JUL 2016 - 08h01

Um incêndio de grandes proporções destruiu um galpão de produtos recicláveis na Rua Dolores de Aquino, situada no bairro Jundiapeba, em Mogi das Cruzes. O fogo começou às 3 horas e se estendeu por toda a noite. Após três minutos de a ocorrência ter sido iniciada, 11 viaturas do Corpo de Bombeiros, sendo de Ferraz de Vasconcelos, Mogi, Suzano e São Paulo, foram deslocadas ao local. Ao todo, 28 agentes trabalharam para conter as chamas. Não houve feridos.

Por volta das 10h30 ainda havia foco de incêndio. Por conta disso, os bombeiros retiravam diversos materiais para descobrir onde o fogo continuava concentrado. Os serviços não foram fáceis, uma vez que pedaços do teto tinham caído e atrapalhavam os agentes. A estimativa é que os trabalhos de contenção seriam finalizados até de noite. Nas imediações da área, sentia-se um forte mau cheiro. Além disso, na rua havia vários entulhos de materiais queimados do galpão. A Polícia Militar (PM) também compareceu ao local para fazer a segurança. Durante a operação dos bombeiros, o 1º tenente e comandante do Corpo de Mogi, Fernando de Lima Borges, falou que o maior risco no galpão era o colapso estrutural, já que corria risco de cair tudo. "Estamos tirando todos os produtos do espaço com muita cautela, pois ainda há foco de incêndio. O muro do galpão está desidratado e sofre risco de cair a qualquer momento. Para isso, também solicitamos um engenheiro da Prefeitura para acompanhar os nossos serviços", explicou. O secretário de Segurança Pública e responsável pela Defesa Civil, Eli Nepomuceno, que esteve no local, ressaltou que o Executivo aguardará os trabalhos do bombeiro para ver quais medidas serão tomadas diante ao caso. "Pelo o que já fomos procurar, o galpão está legalizado em toda parte administrativa. No momento, vamos aguardar a finalização dos serviços dos bombeiros para ver o que devemos fazer". O ajudante e um dos responsáveis pelo galpão José Cícero disse que nunca imaginou uma situação dessas. "Cheguei aqui para o expediente e fui surpreendido com essa cena horrível. Não pensava que poderia acontecer isso e ainda mais no local do meu trabalho. Fico muito triste, pois quase tudo foi destruído", lamentou.

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