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Jornal Diário de Suzano - 18/09/2020
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Para Borges, piscinão foi responsável por evitar enchentes em Poá na segunda

18 MAI 2016 - 08h01

 Durante vistoria às obras do Piscinão de Poá, ontem, que está em construção na Vila Romana, o prefeito Marcos Borges (PPS) atribuiu ao local a responsabilidade por não ter havido ocorrências de enchentes na cidade na segunda-feira, quando temporal atingiu a região e deixou estragos nas cidades (veja mais no caderno Cidade). O Piscinão atualmente tem 60% das obras concluídas e servirá para conter água da chuva, a fim de prevenir enchentes no município.

Borges afirmou que com o avanço da obra, a população já teve uma resposta positiva. Ainda segundo o prefeito, o objetivo continua sendo concluir a obra, porém frisou que com os serviços contínuos para cumprir o cronograma de trabalho para que o piscinão fique pronto em dezembro, demonstraram resultados, isso, porque a fase de escavação adiantada, permitiu em certo trecho do reservatório ter alcançado 10 metros de profundidade, dos 14 metros total que terá. "O piscinão já suportou a água oriunda da forte chuva de ontem (segunda-feira), e deu tranquilidade aos munícipes e a cidade que não sofreu consequências", disse.

Acompanhado dos secretários municipais Paulo Silas Dornelas (Obras), Ezequiel Jacinto (Serviços Urbanos), e os vereadores Diogo Reis da Costa (Pernoca) e Luiz Antônio Soares de Oliveira (Tonho de Calmon), o chefe do Executivo poaense também constatou que os operários continuam em ação para finalizar a obra que está em 60% executada. A água da última chuva que ficou retida no piscinão será retirada por meio de bombas.

Reservatório

O piscinão, assim que estiver pronto terá capacidade para 200 milhões de metros cúbicos (m³) de água, com 14 metros de profundidade e cerca de 350 metros de extensão. Uma etapa extensa e importante, já foi concluída, que foram as chamadas paredes de contenção.

Agora a fase de escavação deve seguir de dois a três meses e por dia na execução deste serviço, 35 caminhões fazem 10 viagens para a retirada de terra, que é destinada, conforme informação da empresa responsável pela execução da obra, ao local específico chamado de 'bota fora' e que possui licenciamento da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

As próximas fases da obras serão a construção da casa de bombas, que abrigará seis bombas e a concretagem.

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