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Jornal Diário de Suzano - 25/10/2020
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13º para pagar dívida

19 DEZ 2015 - 07h00

A segunda parcela do 13º salário injeta um importante recurso financeiro na economia dos municípios. Enquanto prefeituras e empresas pagam o valor, milhares de consumidores saem às compras. A economia aquece e favorece a localidade que recebe os recursos.

Mas a situação financeira de crise no País levou o brasileiro a ficar mais precavido. Tanto é que o destino do 13º salário da maior parte dos consumidores não serão utilizadas as compras de Natal.

Na semana passada, pesquisa divulgada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) indica que 68% dos consumidores pretendem usar a renda extra para quitar dívidas.

Apenas 11% devem gastá-lo com presentes, uma queda de 21,43% em relação a 2013. Houve redução também no percentual dos brasileiros que vão destinar o 13º à poupança. Somente 2% dos consumidores farão reservas, metade do que no ano anterior.

Segundo a Anefac, a explicação para esses índices está no maior endividamento do brasileiro em 2014, provocado pela redução da atividade econômica, elevação das taxas de juros e aumento da inflação. Cartão de crédito e cheque especial representam a maior parte dessas dívidas: 81%.

A escolha dos presentes de fim de ano reforça esse cenário. No comparativo com 2013, o estudo demonstrou uma queda na intenção de compra de produtos de maior valor agregado, como eletrônicos (-1,47%), informática (-2,44%) e itens de linha branca (-11,11%).

A Anefac aprova a cautela da maior parte dos consumidores, recomendando que a prioridade para o gasto do 13º salário seja para o pagamento de dívidas. Quando estes compromissos forem quitados, a instituição aconselha ao consumidor guardar o valor restante para os gastos típicos de começo do ano, como o Imposto Predial e Territorial e Urbano (IPTU), Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e despesas escolares.

A situação não é previsível porque a expectativa dos comerciantes era de receber maior movimento nas lojas e vender mais. No entanto, se houver redução nas vendas deste ano não será novidade em meio à crise nacional que o País atravessa.

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