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Jornal Diário de Suzano - 20/09/2020
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13º salário na economia

12 NOV 2015 - 07h00

O pagamento do décimo terceiro salário injeta recursos na economia brasileira e movimenta o cenário no final de ano. O DS trouxe reportagem mostrando o valor que a economia do Alto Tietê pode receber a mais nesse período do ano.

Em todo o País, cerca de R$ 173 bilhões serão pagos até dezembro de 2015, segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em 2014, foram R$ 158 bilhões. O valor representa 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o Dieese, aproximadamente 84,4 milhões de brasileiros devem receber o décimo terceiro salário este ano, o que vai significar renda extra de R$ 1.924.

No Alto Tietê, o pagamento do 13º deve injetar R$ 192 milhões em sua economia por conta do 13º salário a ser pago pelas indústrias da região. A estimativa é da Diretoria Alto Tietê do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e se baseia no número de trabalhadores – são aproximadamente 71 mil pessoas, já descontadas as demissões acumuladas até setembro – e na média salarial do setor, que é de R$ 2,7 mil.

Por ser um forte impulso para o consumo no final do ano, o 13º salário é “disputado” pelo comércio.

Além das compras de Natal, o valor costuma ser usado para pagamento de débitos e tributos ou ainda para entrar o ano com uma reserva financeira. De olho na fatia destinada aos presentes, o comércio espera parte do 13º salário para recuperar as vendas do terceiro trimestre, que tiveram uma desaceleração.

A previsão de receita com o 13º salário neste ano é 11% superior à registrada no ano passado, sendo a diferença resultado basicamente do reajuste salarial dos industriários.

A direção do Ciesp ressalta que este ano tem sido de muita dificuldades para as indústrias. Mesmo com as dificuldades registradas ao longo do ano, a expectativa é de que a maioria das indústrias pague normalmente o 13º salário aos trabalhadores nas duas parcelas previstas na lei: a primeira até 30 deste mês e, a segunda, até 20 de dezembro.

As expectativas podem ser menores neste ano, mas é evidente que o recurso extra gera grandes expectativas para todos: o comerciante, que espera vender mais, o trabalhador que espera fazer compras de fim de ano e, ao mesmo tempo, pagar contas. Com isso, toda a economia gira e vai abrindo caminho para melhorar a situação de crise vivida pelo País.

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