O mês de outubro está em andamento e, com ele, uma campanha muito importante de prevenção e conscientização sobre o câncer de mama, chamada Outubro Rosa. Esse movimento teve início na década de 90, quando aconteceu, em Nova York, a primeira Corrida pela Cura do Câncer de Mama. Porém, somente sete anos depois que entidades de outras cidades americanas começaram a promover ações voltadas para o diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de outubro como o principal. Esse tipo de câncer é a segunda causa de morte entre mulheres no mundo todo. A campanha vem para trazer um alerta às mulheres para que façam o autoexame e, a partir dos 50 anos, a mamografia, já que quanto antes diagnosticado melhor. Por isso, diversas cidades da região aderem a campanha realizando ações importantes. A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama e promover a conscientização sobre a importância da detecção precoce da doença. Neste ano, a campanha tem como objetivo fortalecer as recomendações para o diagnóstico precoce e rastreamento de câncer de mama indicadas pelo Ministério da Saúde, desmistificando crenças em relação à doença e às formas de redução de risco e de detecção precoce. Espera-se ampliar a compreensão sobre os desafios no controle do câncer de mama. Esse controle não depende apenas da realização da mamografia, mas também do acesso ao diagnóstico e ao tratamento com qualidade e no tempo oportuno. Ressalta-se ainda a necessidade de se realizar ações ao longo de todo o ano e não apenas no mês de outubro. O importante é, na realidade, focar este sério assunto nos 12 meses do ano, já que a doença é implacável e se faz presente não só no mês de outubro. No entanto, este mês é representativo para a causa, tornando-se especial e destacado dos demais. Os institutos de combate ao câncer orientam que todas as mulheres conheçam seu corpo e sempre que possível, seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano, façam o autoexame das mamas. Não há técnica específica para a autopalpação e deve se valorizar a descoberta casual de pequenas alterações mamárias durante o toque. Todas essas práticas são importantes, assim como a campanha que, cada vez mais, abre oportunidade de conseguir vencer a doença, alertando também para a prevenção.