Um dos importantes projetos que deram certo e vêm atendendo uma quantidade muito importante de pessoas, o Programa da Boa Visão encerra o ano com mais de 30 mil atendimentos. O balanço foi divulgado nesta semana pela vice-prefeita Viviane Galvão. Ela fez balanço das atividades desenvolvidas pelo Serviço de Ação Social e Projetos Especiais (Saspe) dos últimos quatro anos. É sempre importante que os municípios garantem uma política de ação social consistente. Ela é importante para garantir um atendimento para quem precisa, sobretudo, os carentes. Nesta semana, Suzano informou que o projeto garantiu acessibilidade à consultas e distribuiu óculos aos pacientes. Cerca de cinco mil pessoas também participaram de cursos e oficinas do Saspe no último mandato. De acordo com o balanço, 30.159 pessoas foram beneficiadas pelo Boa Visão. Nos últimos quatro anos, o programa realizou 18.246 consultas oftalmológicas e 10.373 óculos foram doados. Além disso, 1.742 casos especiais, como cataratas e glaucoma, foram levados à Secretaria de Saúde. Cerca de 80% dos atendimentos foram para crianças com estrabismo. O programa é executado desde 2013 e o número de participantes tem caído à medida que os pacientes são tratados. O êxito do Saspe de Suzano não ficou registrado apenas no Boa Visão. O serviço social também ofereceu cursos e oficinas à população. Foram 5.797 alunos em 199 cursos desenvolvidos no mandato. Eram cursos rápidos que permitiam qualificação profissional, tal que as pessoas poderiam começar a fazer e já trabalhar com isso. O serviço também desenvolveu diversos projetos com idosos e voltados à cidadania, em parceria entre a educação municipal e o 32º Batalhão da Polícia Militar. Em três anos, foram 32 escolas e 2.120 alunos recebidos no batalhão. Em todo País, ações como esta são sempre importante, mesmo porque o atendimento pode focado nos interesses sociais e aspirações da população em situação de risco social; realizar as políticas setoriais visando o combate à pobreza, a garantia dos mínimos sociais e provimento de condições para atender contingências e a universalização dos direitos sociais; propiciar a participação da população, por intermédio de organizações representativas, na formulação das políticas sociais e no controle das ações; coordenar programas de amparo à família, às mulheres, ao idoso, às pessoas portadoras de deficiência, à população em situação de rua, e a crianças e adolescentes em situação de risco; coordenar as políticas de promoção da igualdade racial e de gênero, bem como de combate a todas as formas de discriminação. Quando tudo isso for feito, aí sim o atendimento será integralmente garantido com atendimento 100%. Em Suzano, por exemplo, em que pede todas as dificuldades do atual governo, o Saspe finaliza os quatro anos de mandato com saldo positivo.