Retomar a economia do País é um grande desafio. É preciso garantir políticas públicas para geração de empregos e incentivo às empresas com novos investimentos.
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que a retomada da atividade econômica vai se fortalecer nos próximos meses.
A expectativa é de que o Brasil entrará em 2018 num ritmo forte e constante.
O governo federal precisa, mais do que nunca, trabalhar para garantir que essa expansão seja longa e duradoura, gerando emprego e renda para os brasileiros.
Nesta semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o PIB fechou o segundo trimestre do ano com alta de 0,2% na comparação com primeiro trimestre, na série ajustada sazonalmente. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, a variação do PIB foi de 0,3%.
O ministro destacou que, entre abril e junho, foi registrado o segundo trimestre consecutivo de crescimento, “depois de dois anos de retração, inflação recorde e desemprego crescente”.
As medidas que o governo federal adotou só vão dar certo se o Brasil for recolocado no caminho do crescimento sustentável.
As empresas precisam voltar a contratar. A inflação baixa e a queda consistente dos juros contribuem para a retomada do consumo das famílias. O IBGE mostrou que o consumo familiar voltou a crescer depois de nove trimestres de retração.
Para o Ministério do Planejamento, o próximo ano será "bastante promissor para o setor produtivo e para as famílias".
O principal destaque foi a retomada do consumo das famílias e do setor de serviços, resultante de medidas propostas pelo governo, de aperfeiçoamento de importantes instrumentos econômicos, como a permissão de saques das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), e de destravamento do crédito às famílias, como a redução dos juros do crédito consignado e do cartão de crédito, avaliam especialistas.
Nos próximos meses, outras medidas favoráveis ao crescimento econômico deverão alcançar resultados similares, garantindo a manutenção da retomada da atividade, do emprego e da renda, de maneira sólida e sustentável.
É preciso, mais do que nunca, retomar o crescimento. Fazer o País novamente crescer e garantir mais emprego e renda.