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Editorial

A esperança

31 dezembro 2017 - 05h00 Por Gabriely Machado
A esperança
2017 se finda e a esperança para o ano novo se renova. O País passou este ano por muitas dificuldades. Verdade que conseguiu pequena recuperação, mas não o suficiente para retomar o emprego e garantir mais oportunidades.
As crises políticas e econômicas ‘travaram’ o País. A crise de representatividade política, marcada por escândalos envolvendo “figurões da política nacional” abalou o cenário. Trouxe perplexidade aos brasileiros e gerou indignação.
A classe ficou desacreditada. Bem verdade, que a esperança é a “última que morre”. E não se pode negar que na política é preciso ter um mínimo de esperança de que as coisas vão melhorar.
Olhemos para a Operação Lava Jato, que levou dezenas de corruptos de “colarinho branco” para a cadeia. Verdade que a operação teve questionamentos, de supostos erros em sua operação. Mas em um todo, nunca antes de viu uma ação da Justiça que gerasse tanto resultado. O País, em meio à toda turbulência, tem tudo para entrar nos trilhos. 
Trazendo para o Alto Tietê, 2017 foi marcado pela expectativa de ver os prefeitos eleitos tentando melhorar as cidades. 
As dificuldades com dívidas, falta de infraestrutura, recursos e logística para executar obras prejudicaram o planejamento das administrações municipais.
Há quem tenha utilizado da criatividade, cortado gastos desnecessários e aprimorado o quadro administrativo.
O esforço foi grande. Vimos algumas obras saíram do papel, mas ainda não o suficiente para atender a demanda da população que cobra mais remédios, mais vagas em creches, buracos de ruas tapados, pavimentação em seu bairro, mais segurança e outros pedidos praticamente que se repetem ao longo dos anos.
Com a entrada de 2018 é preciso ter esperança. Será um ano importante, de Copa do Mundo na Rússia, ano de eleições. E aí que surge uma intensa responsabilidade sobre a população: ir às urnas para escolher seu próximo representante. É exatamente esse recurso que pode ajudar a modificar o cenário.
Mas, em meio à todas as dificuldades é preciso ter esperança de que o Brasil, um País de dimensões continentais, tome seu rumo.
O desenvolvimento que todos nós esperamos pode garantir um ano melhor para todos. Um feliz ano novo a todos nós!