O DS trouxe reportagem na edição de ontem mostrando que os produtos da indústria de Suzano seguem para diversos outros países do mundo.
Só para se ter uma ideia Ilhas Cayman, Estados Unidos, Argentina, Paraguai e China estão entre os cinco países que mais compram produtos da indústria de Suzano.
A informação foi passada pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. As exportações (venda de produtos) da produção suzanense, no mês de janeiro, tiveram trinta principais destinos no mundo, que gerou US$ 46.871.930 em vendas. De acordo com dados da balança comercial brasileira, as Ilhas Cayman e os Estados Unidos compraram 46,1% dos artigos de Suzano destinados à exportação. Entre eles, está a produção de papel, cartões, pastas químicas, objetos de vidro, chapas e filmes.
A ilha britânica, localizada próximo a Cuba, na região do Caribe, foi responsável pela exportação de 23,4% dos produtos suzanenses. Em seguida, os EUA detiveram 22,7% da produção do município. Ambas as exportações somam US$ 21.624.694, somente em janeiro. Em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando as vendas a esses dois países somaram US$ 16.360.918, o valor arrecadado cresceu 32,1%.
A importância das exportações de produtos traz uma benefício enorme para um município. É mais recursos que entram na receita local, mais geração de emprego e reforço da economia.
Na reportagem do DS, só para se ter uma ideia, Argentina, Paraguai e China completam o quadro dos cinco principais destinos de exportação suzanense.
O material enviado para essas nações representa 26,7% da quantia exportada, o equivalente a mais US$ 12.546.979.
Outros 25,7% da produção estão divididos nas vendas para mais 25 países, que representam parcelas entre 2,81% e 0,17% do todo, são eles: Peru, México, Chile, Bolívia, Reino Unido, Colômbia, Canadá, Alemanha, Panamá, Arábia Saudita, Uruguai, Equador, Espanha, África do Sul, Guatemala, Cingapura, Japão, Israel, França, Nigéria, Trinidad e Tobago, Costa Rica, Tailândia, República Dominicana e Itália. Demais territórios, não classificados, representam 1,3% das exportações.
Pela quantidade de países que compram os produtos dá para perceber a importância da necessidade de manutenção e reforço da venda dos produtos para o exterior. Só assim, a situação econômica pode, sensivelmente, cada vez mais melhorar e ser reforçada localmente trazendo benefícios indiretos para o cidadão comum. E de que forma? Por meio dos recursos que entram para as prefeituras sendo revertido em obras públicas.