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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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A ‘lendária’ Manikraft

12 JAN 2016 - 07h00

O DS trouxe à tona, na edição de domingo, mais uma reportagem mostrando que oito anos após a área da Manikraft ser desapropriada para a conclusão das obras de ampliação da Represa de Taiaçupeba, a área de 2.959 hectares ainda não foi alagada.

Esse procedimento seria muito importante para aumentar a capacidade de vazão de água que abastece a população de Suzano e da Grande São Paulo.

A história da Manikraft começa nos anos de 1970, quando o governo estadual avisou a empresa, e entrou na Justiça para isso, que precisaria da área onde se encontrava a fábrica.

Houve um longo processo de desapropriação com questionamentos na Justiça até a retirada definitiva da empresa.

O problema é que desde a sua efetivação, com confirmação da desapropriação, se arrastaram cerca de 30 anos.

Chegou aos dias de hoje. Todas essas informações, apuradas pelo DS, constam em uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público (MP) que aponta uma possível improbidade administrativa de seis funcionários do Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE) e três funcionários da Companhia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Sabesp).

O documento assinado pelo promotor Ricardo Manuel Castro afirma que a falta de licença prejudicou o alagamento do local.

É interessante ressaltar que parcela da área que seria inundada e utilizada para a ampliação desta Estação de Tratamento de Água (ETA), mais especificamente, uma parcela correspondente a 2.959 hectares, era ocupada pela empresa Manikraft, cuja desapropriação somente veio a ser resolvida judicialmente em 2008, sem que até o presente momento a área tenha sido efetivamente disponibilizada para a inundação. Mas isso não aconteceu.

Mais de 30 anos de impasse, o que se esperava era a possibilidade de agilizar as obras, para garantir um abastecimento de água maior.

A ação afirma que o Departamento de Água e Energia Elétrica (DAEE) obteve autorização para retirar a vegetação de uma área de 545,48 hectares. Isso iria aumentar a área inundável da ETA de Taiaçupeba.

Espera-se que a situação seja normalizada garantindo enfim as obras na represa, tão esperadas para beneficiar a população.

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