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Jornal Diário de Suzano - 16/01/2021

A luz no fim do túnel

09 JAN 2021 - 05h00
Enfim começamos a enxergar luz no fim do túnel. Pelo menos duas vacinas contra a Covid-19 estão muito próximas de serem aplicadas no Brasil. A do Butantan, em parceria com a empresa chinesa Sinovac. E a de Oxford, em parceria com a Fiocruz. 
Há um ano o País, e o mundo de modo geral, entrava em um momento obscuro. Cientistas apontam para a maior pandemia da história.
A Covid-19, popularmente conhecida como coronavírus, matou, até esta sexta-feira (08), 200.498 pessoas e infectou outras 7.961.673. Cerca de 7.081.521 conseguiram se recuperar. Os números são referentes ao Brasil.
No mundo os dados indicam 1.901.510 óbitos e 88.203.229 contaminados. Recuperados somam 49.203.004.
Depois de um isolamento rígido em abril, maio e junho de 2020, o País voltou “ao normal”. Infelizmente, pois recursos federais para microempreendedores e auxílios para a população em geral poderiam manter as pessoas em casa. A economia se deterioraria, mas vidas importam mais. 
Enfim, não foi o que ocorreu, e a vida seguiu. O isolamento caiu mais a cada mês a partir de julho, como o DS informou. 
Enquanto isso, cientistas pelo mundo correram contra o tempo para encontrar um imunizante eficaz e seguro. E aconteceu. A vacina mais rápida já produzida na história. Em menos de um ano o Reino Unido começou a aplicar a vacina produzida pela Pfizer. E foi se seguindo. Pelo menos outros 40 países já iniciaram a imunização. 
O Brasil, atrasado, começou a ver luz no fim do túnel nesta semana. O imunizante chinês teve 78% de eficácia. Um número positivo. Agulhas e seringas já haviam sido comprados. O plano segue como elaborado: iniciar a vacinação em 25 de janeiro. 
O avanço da Coronavac fez a corrida entre o governo estadual e o federal acirrar. Com isso, o presidente Bolsonaro enviou carta, também nesta sexta (leia mais no caderno de Nacional), para a Índia, solicitando exportação de doses do imunizante de Oxford urgentemente.
Apesar das brigas políticas que tomou essa questão, ela está nos permitindo ver esperança. A imunização sairá neste mês. Os primeiros brasileiros a serem imunizados em território nacional está próximo. Há um ano, não sabíamos quando esse momento chegaria. 
Isso, claro, não traz alívio total. Precisamos entender que mesmo em países que já começaram a imunizar, os números de infectados ainda continuam a crescer. O exemplo é a Inglaterra. 
Mas sem sombra de dúvidas já enxergamos um novo mundo. Esperamos e contamos com as autoridades públicas para elaborarem o melhor plano e iniciarem o quanto antes a aplicação das doses. 

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