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A perda do emprego

22 JAN 2016 - 07h00

A crise do País reflete diretamente no fechamento de postos de emprego. Os números do Alto Tietê preocupam. Durante todo o ano de 2015 foram fechados 11,4 mil empregos.

Os números mostram que, por parte da maioria das indústrias, não houve novos investimentos. Houve compasse de espera, por conta da crise financeira.

Em nível nacional, o Brasil registrou a perda de 1,542 milhão postos de trabalho formal no ano passado, representando queda de 3,74% em relação ao estoque (número total de empregos formais) do ano anterior.

O estoque de empregos para dezembro deste ano atingiu o total de 39,663 milhões, resultado inferior ao registrado em dezembro de 2014 (41,205 milhões) e de dezembro de 2013 (40,785 milhões).A perda do emprego

Os postos de trabalho sempre movimentam a economia do País. Isso porque garantem a oportunidade para que o trabalhador possa gastar e investir seu dinheiro. Com isso, a economia “gira”. Sem emprego, sem dinheiro na praça, a crise se agrava ainda mais.

Só para se ter uma ideia, os setores que mais registraram queda foram a indústria de transformação e a construção civil - 608.878 e 416.959 vagas, respectivamente.

Mas existem outros setores em crise também. Somente a agropecuária foi o único setor que apresentou resultado positivo em 2015, com 9.821 postos de trabalho a mais do que no ano anterior.

Será importante tentar recuperar a perda desses postos de trabalho. O desafio é muito difícil. Será preciso uma boa dose de criatividade por parte das prefeituras, que já vivem em dificuldades; incentivo das indústrias para abrir portas de trabalho e ainda garantir oportunidade para quem quer investir em um negócio.

Uma boa parte de analistas acreditam que a situação do emprego no País tende a piorar. Basta pesquisarmos os números da economia para ter essa preocupação.

Se a indústria não investir o grau de contratação de novos empregos deve se manter no patamar negativo.

Pelo visto, neste ano, será preciso buscar alternativas para garantir o mínimo possível para não piorar ainda mais as perspectivas de abertura de novos empregos.

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