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Jornal Diário de Suzano - 22/07/2019
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Ainda estarrecidos

14 MAR 2019 - 23h59
O massacre na Escola Raul Brasil não é uma tragédia apenas de Suzano. 
O episódio gerou comoção nacional e, porque não dizer, mundial.
Muitas ações estão sendo tomadas após o episódio. É importante que providências sejam tomadas após esse triste fato.
Na manhã de ontem, o prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PR), foi o primeiro a apresentar, ao lado de representantes da Secretaria de Educação e do Ministério da Educação, medidas que podem contribuir de alguma forma.
Disse que vai propor que as escolas tenham a presença de policiais da reserva (aposentados) nas escolas. 
Seriam para atuar no setor administrativo.
A medida precisa seguir para uma parceria com o governo de João Doria (PSDB) e também com o Ministério da Educação.
A situação realmente é muito triste, uma vez que oito vidas, sendo de cinco estudantes, além de duas funcionárias e do tio de um dos atiradores foram ceifadas.
Os dois atiradores, como se sabe, cometeram suicídio.
A questão, como bem falou o prefeito Rodrigo Ashiuchi ontem, é bem maior. O assunto é complexo.
É preciso que se crie programas de proteção, com combate a vários problemas que existem nas escolas, nos colégios e que somente professores e estudantes sabem dizer “muito bem”. São eles que estão no cotidiano diário da vida escolar.
Outra medida, desta vez apontada pelo governador João Doria, é de que as famílias vão ser indenizadas. Os valores, que ainda serão calculados podem chegar a R$ 100 mil. É evidente que o valor não vai trazer de volta a vida dos estudantes. Mas é preciso que o Estado cumpra com essa obrigação. 
Afinal os garotos estavam dentro da escola. Mereciam ter proteção, segurança do Estado, no interior do prédio.
É muito triste fatos como este ocorrido no Raul Brasil. A educação, que tem sido a base para as melhores nações, precisa ser valorizada de forma a atender e garantir o atendimento público necessário a todos que escolhem uma escola para estudar.
No decorrer da semana novos capítulos desta triste história vão se desenrolar com a expectativa de que providências futuras possasm ser tomadas.
Que fique para as autoridades uma lição, realmente triste porque se dá ao custo de muitas vidas.
Mas é preciso que novos caminhos sejam tomados, com propostas que venham garantir para os estudantes que ficaram. 
A partir de agora é lembrar sempre, com certa gratidão e carinho de todos os estudantes vítimas - que de uma maneira ou outra - só fizeram o bem, enquanto estiveram em vida.

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