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Jornal Diário de Suzano - 07/08/2020
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Antes da pandemia

15 ABR 2020 - 23h59
Muito antes da pandemia do coronavírus assolar o mundo, os casos de doenças respiratórias traziam grande preocupação.
Na edição de ontem, o DS trouxe reportagem com dados importantes do Alto Tietê sobre este tema.
De acordo com informações do Seade, 2.444 pessoas morreram por doenças respiratórias na região.
Os óbitos foram registrados entre os anos de 2015 e 2017. No Estado, as mortes por problemas respiratórios representam o terceiro principal grupo de causas de morte, ficando atrás somente das doenças do aparelho circulatório (85.011 óbitos) e das neoplasias (54.286 óbitos).
De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, as doenças respiratórias crônicas são tanto das vias aéreas superiores como das inferiores. A maioria dessas doenças é prevenível e inclui a asma, a rinite alérgica e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). 
Representam um dos maiores problemas de saúde mundial.
Centenas de milhões de pessoas de todas as idades sofrem dessas doenças e de alergias respiratórias em todos os países do mundo e mais de 500 milhões delas vivem em países em desenvolvimento. 
As doenças respiratórias estão aumentando em prevalência particularmente entre as crianças e os idosos. 
Afetam a qualidade de vida e provocam incapacidade nos indivíduos afetados, causando grande impacto econômico e social.
Nos dados regionais divulgados ontem pelo DS, se for levar em contar a situação no Estado, a região seguiu o mesmo ritmo de aumento. Em 2015, as dez cidades do Alto Tietê contabilizaram 792 mortes. Um ano depois, houve um acréscimo de mais 20 óbitos, totalizando 812 mortes em 2016. E, em 2017, a elevação de mais 28 mortes, o que totalizou 840. 
Segundo a Fundação Seade, a população com 60 anos é a mais atingida. Em 2020, o número esperado de óbitos no Estado seria de 40,5 mil, sem a interferência da atual pandemia causada pelo novo coronavírus. 
A preocupação é muito maior agora. Em tempos de pandemia da Covid- 19 infectologistas ouvidos em uma reportagem da Agência Brasil dão recomendações sobre como pacientes com quadros respiratórios graves como asmáticos e os que tem doenças pulmonares crônicas devem agir. Para o diretor científico da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, José Davi Urbaez, esses pacientes já devem estar em contato com seus médicos, já que, independentemente do novo coronavírus, são pacientes crônicos e devem ser acompanhados constantemente.
É importante então que as precauções sejam tomadas para garantir, em tempos de pandemia, uma segurança médica para essas pessoas.

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