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Jornal Diário de Suzano - 16/08/2022
SESC AGOSTO 2022

Antiviral para tratar varíola

02 AGO 2022 - 05h00

O DS traz, na edição desta terça-feira (2), os dados atualizados sobre os casos de varíola dos macacos no Alto Tietê. Com novos registros, agora são oito.
Os municípios reforçam ações para combater a doença e evitar a proliferação.
Ontem, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou pelo Twitter que o Brasil receberá, por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o antiviral Tecovirimat para “reforçar o enfrentamento ao surto” de varíola dos macacos.
Segundo o ministro, serão contemplados casos mais graves em um primeiro momento. 
O Tecovirimat tem sido oferecido como opção de “uso compassivo [autorização de uso de medicamento novo por agência reguladora, ainda sem registro definitivo]” nos Estados Unidos. Entretanto, ainda não há dados que demonstrem a eficácia do antiviral para o tratamento da varíola dos macacos.
Segundo dados do Ministério da Saúde, 1.342 casos de varíola dos macacos foram registrados no País. Na última sexta (29) a pasta confirmou a primeira morte pela doença no Brasil.
A vítima era um homem, de 41 anos. Ele estava internado em Belo Horizonte (MG) e tinha comorbidades que podem ter prejudicado o quadro clínico. 
O Ministério da Saúde investiga as circunstâncias da morte.
A varíola dos macacos é uma doença causada pela infecção com o vírus Monkeypox, que causa sintomas semelhantes aos da varíola. Ela começa com febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão e inchaço dos linfonodos.
Uma erupção geralmente se desenvolve de um a três dias após o início da febre, aparecendo pela primeira vez no rosto e se espalhando para outras partes do corpo, incluindo mãos e pés.
Em alguns casos, pode ser fatal, embora seja tipicamente mais suave do que a varíola. A doença é transmitida para pessoas por vários animais selvagens, como roedores e primatas, mas também pode ser transmitida entre pessoas após contato direto ou indireto.
O surto de varíola dos macacos, que já foi confirmado em 16 países e várias regiões do mundo, ainda pode ser controlado e a OMS garantiu que o risco de transmissão é baixo.
A prevenção e o controle dependem da conscientização das comunidades e da educação dos profissionais de saúde para prevenir a infecção e interromper a transmissão.

 

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