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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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Aumento dos preços

13 SET 2020 - 05h00
O aumento dos preços dos alimentos preocupa e gera grandes reclamações da sociedade.
Suzano passou a acompanhar, nesta semana, a situação.
O DS trouxe reportagem mostrando que o Procon de Suzano está acompanhando o recente aumento dos preços dos itens da cesta básica e que está atento a possíveis abusos. Inclusive, como integrante da Associação Brasileira de Procons (ProconsBrasil), o órgão municipal participou da elaboração e do envio de um ofício à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) que cobra providências do governo federal em relação a essa alta dos valores dos produtos no varejo.
A medida foi tomada em conjunto com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Comissão Especial de Direito do Consumidor e a Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON). O documento encaminhado na última sexta-feira (04/09) expõe a imediata necessidade de intervenção do Poder Público, em especial dos Ministérios da Justiça, da Economia e da Agricultura, para a contenção dos frequentes aumentos a que os alimentos que compõem a cesta básica – como arroz, feijão, leite, óleo de soja e carne – estão expostos, prejudicando a saúde financeira do consumidor.
Após as manifestações públicas do presidente Jair Bolsonaro, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça, notificou hoje as principais empresas e associações ligadas à produção e distribuição de alimentos da cesta básica. Todos terão cinco dias para responder aos questionamentos.
Na semana passada, o preço dos alimentos foi destaque pela alta de 0,24% da inflação oficial do País em agosto, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Índice de Preços para o Consumidor Amplo (IPCA) subiu 2,44% em 12 meses, enquanto a inflação dos alimentos subiu 8,83% no período.
Esta alta não tem apenas um alimento responsável, pois a maioria deles está com preços recordes no campo. Porém, dois chamaram a atenção nos últimos dias: o arroz, com valorização de 19,2% no ano, e o óleo de soja, que subiu 18,6% no período.
A situação prejudica muitos consumidores por conta do aumento inesperado.
O Procon de Suzano esclareceu, em comunicado, que não é um órgão de controle de preço, mas que atua com firmeza e empenho para coibir os abusos por meio de notificações a supermercados e hipermercados da cidade, de modo que apresentem notas fiscais de entrada e saída dos produtos dos últimos seis meses, a fim de verificar se estão se aproveitando da situação para aumentar a margem de lucro. Mas é importante ter o órgão por perto acompanhando esses casos.

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