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Jornal Diário de Suzano - 29/10/2020
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Campanhas ‘virtuais’

22 SET 2020 - 05h00
A pandemia vai mudar a forma de se fazer campanha nas eleições deste ano.
A campanha presencial será cada vez mais restrita.
O DS trouxe, na semana passada, reportagem mostrando que, com as limitações impostas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e a redução de eventos e reuniões presenciais para fortalecer o isolamento social, os candidatos a prefeito de Suzano dizem que vão aproveitar “lives” e redes sociais nas campanhas eleitorais deste ano.
Ou seja, as redes sociais vão ser muito mais importantes, neste ano, uma vez que a pandemia exigirá restrições.
Quase todos realizarão reuniões presenciais, porque entendem que o contato com a população é importante para entender as necessidades em cada ponto da cidade. Todos os candidatos que adotarão este caminho, dizem que o farão respeitando as recomendações sanitárias.
Porém, a ideia é dar prioridade para as redes sociais na maioria dos casos. Lives devem se tornar mais frequentes a partir de agora, e a relação entre o candidato e o “eleitor internauta” vai, novamente, marcar as eleições municipais, assim como em 2018, quando Jair Bolsonaro (sem partido) usou e abusou das redes, terminando o pleito daquele ano eleito como presidente do Brasil.
Os candidatos ouvidos pelo DS afirmaram que as redes sociais farão muita diferença nestas eleições. 
A internet será importante para levar as propostas até a população, assim como os plano de governo.
Como afirmou um dos candidatos, na reportagem, a campanha vai se dividir em “50% offline” e “50% online”.
Será preciso buscar uma interação online com essa divisão, para abranger a cidade inteira com temas e propostas. 
Será preciso respeitar a quarentena e o isolamento.
Lembrando que, neste ano, o tempo será mais curto para campanha – entre 40 e 45 dias.
O candidato está se preocupando também com a forma como a campanha será feita pela internet. 
Portanto, a pandemia veio para fazer os candidatos refletirem sobre formas de se fazer campanha. 
Desde o início da pandemia as mudanças nas regras eleitorais já previam que as eleições municipais de 2020 teriam elementos novos. Porém, foi o cenário imposto pela pandemia da Covid-19 que realmente ampliou o panorama inédito deste pleito. Ao contrário do modelo tradicional, a maneira de se fazer campanha este ano desafia partidos, candidatos, autoridades e, claro, os eleitores. 
Sai o tão comum corpo a corpo e entra uma presença mais massiva e efetiva no mundo virtual. Será pelas plataformas de comunicação virtuais que ocorrerão, por exemplo, as convenções partidárias, autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a recomendação de que não ocorressem aglomerações.
Portanto é importante que as eleições aconteçam com plena segurança garantindo o direto e dever ao cidadão comum, que é o de votar.

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