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Jornal Diário de Suzano - 23/01/2022

Combate à dengue

12 JAN 2022 - 05h00

A dengue é uma doença que se caracteriza por febre alta que se inicia de maneira abrupta, dores no corpo, dor de cabeça e surgimento de manchas vermelhas pelo corpo.
É transmitida por meio do mosquito chamado Aedes Aegypti.
Combatê-lo é um dos desafios das administrações públicas. 
Na região, o trabalho de combate à doença foi retomado com reforço nesta semana, em Suzano.
O DS trouxe reportagem, na edição de ontem, mostrando que a Secretaria de Saúde tem visitado estabelecimentos e pontos da cidade para combater o mosquito Aedes aegypti, com intuito de impedir a transmissão da dengue e de outros antígenos como zika vírus, chikungunya e febre amarela ao remover focos de água parada na cidade.
É um trabalho importante de retomada para evitar que novos casos surjam na cidade.
O município prioriza visitas a pontos de riscos e imóveis em toda cidade, orientando moradores e comerciantes quanto às atitudes simples para evitar o acúmulo de água, como a verificação de calhas, caixas d'água, pneus descartados, vasos de plantas piscinas e reservatórios para encontrar focos do inseto. Outro processo que continuará sendo feito são as nebulizações nos bairros, que consistem na liberação do inseticida no ar passando pelas ruas para eliminar os mosquitos.
É importante também que exista conscientização da população.
Além de residências, em que os agentes municipais oferecem orientações aos moradores, os espaços visitados pelo núcleo de Zoonoses suzanense são sucatarias, borracharias, oficinas e depósitos de reciclagem. 
Estes são locais capazes de criar ambientes propícios ao surgimento de focos do mosquito transmissor que passam a receber uma série de medidas preventivas.
Em 2021, o balanço de casos relacionados à dengue em Suzano registrou 87 casos de infecção, com nenhum óbito confirmado em virtude da doença.
É importante, para que se consiga erradicar de vez essa doença, acabar com seu agente transmissor, evitando que eles se reproduzam em locais com água limpa e parada. 
Para diminuir os riscos de contaminação pelo vírus, recomenda-se que todos colaborem para a redução dos criadouros do mosquito, evitando água parada, tampando bem as caixas d'água, limpando calhas e lajes e sempre evitando que objetos que possam acumular água fiquem expostos. 
Além disso, estudos estão sendo feitos para garantir que mosquitos transgênicos sejam lançados no ambiente para realizar o controle biológico. 
Enquanto isso, é importante que as ações do Poder Público e a conscientização da população sejam reforçados para garantir o trabalho de combate à doença.

 

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