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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
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SOUZA ARAUJO

Conta mais barata

03 ABR 2016 - 08h00

A tarifa de energia elétrica foi uma das vilãs da inflação em 2015, com alta de 49% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre janeiro e outubro. A falta de chuvas, que reduziu o nível de água nos reservatórios das hidrelétricas e obrigou o acionamento de usinas termelétricas, foi um dos principais fatores para o aumento do custo da energia sentido na conta de luz da maioria dos brasileiros.

O cenário deve melhorar para este ano. Na avaliação de Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as tarifas em 2016 tendem a subir em níveis próximos aos da inflação, porque a situação hidrológica deverá ser melhor e poderá haver aumento da oferta de energia, com a entrada em funcionamento de novos empreendimentos de geração.

Apesar disso, o sistema de bandeiras tarifárias, que permite o repasse mensal dos custos extras da geração de energia térmica para as contas de luz do consumidor, deve continuar sendo acionado pelo governo, de modo a evitar que as distribuidoras de energia tenham novamente problemas financeiros.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que as condições hidrológicas e climáticas previstas para 2016, com previsões de chuvas provocadas pelo fenômeno climático El Niño nas regiões Sul e Centro-Oeste, devem garantir o atendimento à demanda de energia do Brasil.

Na semana passada, o DS trouxe uma notícia importante dando conta de que cerca de 98 mil pessoas em Suzano serão beneficiadas com a implantação da bandeira tarifaria verde, que elimina a cobrança de taxa a mais na conta de luz. As bandeiras sinalizam, mês a mês, o custo de geração da energia elétrica que será cobrada dos consumidores.

O sistema de bandeira tarifária foi implantado em janeiro de 2015, com o objetivo de estabilizar os reservatórios que geram energia. Na ocasião eram cobrados R$ 5,50 a mais. Ainda no ano anterior, o valor diminuiu duas vezes, sendo R$ 4,50 na primeira e R$ 3,50 na segunda. Após a saída da bandeira vermelha, neste ano, a amarela assumiu o lugar, na qual houve a redução novamente em dois patamares. Sendo R$ 2,50 e depois R$ 1,50. No momento, a bandeira verde será estabelecida.

A notícia chega em bom momento, em que a crise financeira do País impede novos investimentos e a taxa de desemprego aumenta a cada novo levantamento divulgado.

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