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Jornal Diário de Suzano - 17/10/2021
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Coronavac e a redução de mortes

26 SET 2021 - 05h00

A vacinação avança no Estado de São Paulo com uma porcentagem cada vez maior entre a população adulta.
Nesta semana, a imunização com a vacina do Instituto Butantan reduziu em 90%, em média, as mortes por Covid-19 entre os idosos com mais de 70 anos no Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Piauí. 
Segundo o Estado, a queda indica a eficiência do imunizante que foi utilizado na vacinação de 80% das pessoas nesta faixa etária em todo País. Na quarta-feira (22), os cinco estados formalizaram a aquisição de mais 2,5 milhões de doses da Coronavac para fortalecer os respectivos planos de imunização.
De acordo com o Estado, na soma dos cinco estados, a média semanal de mortes por Covid-19 entre as pessoas com 70 anos chegou a 148 por dia em 28 de março e caiu para apenas 15 em 20 de agosto. 
Esse resultado, de 90% na redução dos óbitos, é superior à média nacional, que ficou igualmente alta, em 88%.
No Brasil, a média semanal de mortes por Covid-19 entre as pessoas com 70 anos ou mais caiu de 1.316 por dia em 28 de março para 164 em 20 de agosto. Os dados são do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), do Ministério da Saúde.
De acordo com o Estado, a vacina produzida pelo Instituto Butantan teve papel fundamental na queda dos óbitos, uma vez que oito de cada 10 pessoas com mais de 70 anos foram imunizadas com Coronavac no país. 
Em 28 de março as vacinas da Pfizer e da Janssen ainda não eram aplicadas no Brasil e a proporção de imunizantes disponíveis no País era de oito doses de Coronavac para cada duas da Astrazeneca.
Com a entrega de 100 milhões de doses e conclusão do contrato com o Ministério da Saúde, o Governo de SP e o Instituto Butantan puderam iniciar a entrega das doses aos estados que haviam realizados acordos prévios para aquisição da Coronavac.
Independentemente da marca da vacina, é importante que a população seja vacinada. E que a imunização seja aceita como o meio de combater a doença e, principalmente, evitar mortes por Covid-19. Pelos atuais números a esperança deve ser reforçada.

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