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Jornal Diário de Suzano - 25/10/2020
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Crise em 2016?

10 DEZ 2015 - 07h00

O que esperar de 2016? Esta é a principal pergunta que deve passar pela cabeça dos prefeitos municipais não só da região, mas de todo País.

Isso porque as administrações municipais enfrentam momentos difíceis financeiramente, tem cortado horas extras e funcionários.

A perspectiva para o próximo ano não é boa. O próprio presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, afirmou que as cidades encerrarão o ano de forma caótica e iniciarão 2016 com o mesmo cenário.

A principal questão é que 2016 é ano de eleição municipal. Ele afirma que diante da dificuldade em acertar receitas e despesas, a tendência é que aumente o número de prefeitos com contas rejeitadas e impossibilidade de se reeleger.

O presidente afirmou em entrevista a um jornal mineiro que quase dois terços dos municípios estão em situação de alerta, com relação aos gastos com folha de pagamento.

A própria CNM fez um estuto para verificar o cenário de crise das cidades. Dos 4.080 municípios pesquisados, 98,5% afirmaram sentir os efeitos da crise em sua região.

Entre as áreas mais afetadas estão a Saúde e a Educação. Entre os meses de setembro e meados de novembro deste ano, ocorreu a fase de pesquisa. A entidade elaborou um questionário e enviou para os 5.568 Municípios existentes. Ao todo, 4.080 responderam o que representa uma cobertura de 73% das cidades brasileiras.

Os gestores foram entrevistados sobre a existência de efeitos da crise, quais áreas mais atingidas e quais as providências tomadas, dentre outras. Para 98,5% deles, a crise instalada no País já chegou à esfera municipal. Os efeitos recaem, segundo a pesquisa da CNM, em duas áreas principais: a Educação e a Saúde.

Diante deste cenário, os prefeitos já se articulam para tentar superar as dificuldades financeiras. É necessário cautela e articulações principalmente com os governos estadual e federal para que os projetos municipais consigam evoluir.

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