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Dados do IBGE

09 MAI 2020 - 23h59
Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou uma importante pesquisa mostrando que a maior parte dos brasileiros mora principalmente em casas e em imóveis próprios, já pagos.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua 2019. As casas representam 85,6%, o equivalente a 62 milhões de moradias no País. A maior parte dos lares é própria e quitada, o equivalente a 66,4%, ou 48,1 milhões.
Uma pesquisa muito importante, sobretudo, para esta época de quarentena em que ficar em casa tem sido a principal recomendação.
De acordo com a pesquisa, além das casas, são cerca de 10 milhões de apartamentos no país, o equivalente a 14,2%. Já as casas de cômodos, cortiços ou cabeça de porco são 126 mil, o equivalente a 0,2%. Entram nessa classificação, por exemplo, moradias onde as pessoas utilizam o mesmo ambiente para diversas funções como dormir, cozinhar e trabalhar.
A Agência Brasil também esmiuçou a pesquisa e mostrou que a maior parte desses imóveis é de algum dos moradores e já está quitado. Outros 6,1%, ou 4,4 milhões, são próprios, mas ainda estão sendo pagos. Os imóveis alugados representam 18,3% das moradias, o equivalente a 13,3 milhões, e os cedidos, 8,9%, ou 6,4 milhões.
O maior percentual de domicílios já pagos em relação ao total está no Norte, com 74,1% dos lares, e no Nordeste, com 73,6%. Já os alugados estão principalmente nas regiões Sudeste, com 20,8%, e, Centro-Oeste, com 23%.
Outros dados da pesquisa também foram divulgados. Por exemplo: de acordo com o IBGE, a participação da população declarada de cor branca diminuiu em todas as regiões de 2012 para 2019, principalmente no Sudeste, onde teve queda de 5 pontos percentuais, e no Sul, com menos 5,8 pontos percentuais.
A região Nordeste registrou expansão da participação de pessoas declaradas pretas em 3,2 pontos percentuais, e o Sul teve aumento de 4,8 pontos percentuais das pessoas declaradas pardas.
Em todo o País, pretos e pardos são a maioria. Os dados mostram que a população que se declara preta representa 9,4%, e parda, 46,8%. Juntos, equivalem a 56,2% da população, enquanto os brancos são 42,7%. Em 2012, os pretos representavam 7,4%, os pardos, 45,3%, e os brancos, 46,6%. Na pesquisa constam apenas essas três opções.
As mulheres são maioria, representando 51,75% da população, índice que se mantém mais ou menos constante desde 2012.
Os dados estão postos e são importantes para a implementação de políticas públicas no País, sobretudo para se criar estratégias em época de pandemia.

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