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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
PMMC COVID SAÚDE
ÚNICCO POÁ
Pmmc Sarampo
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO

Dificuldade na Saúde

31 JAN 2016 - 07h00

Saúde é uma das principais preocupações do brasileiro e também um dos maiores desafios dos governantes, seja nas prefeituras, nos Estados ou na União.

O atendimento aos milhares de pacientes e de quem utiliza o Sistema Único de Saúde (SUS) demanda grandes investimentos e, muitas vezes, por conta da crise, cidades são obrigadas a reduzir os custos no setor. Na edição de hoje, o DS traz um pouco do panorama em Suzano.

Mas, o problema não é privilégio apenas de Suzano. Em um levantamento do Ministério da Saúde para atestar a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS), a média nacional ficou em 5,5, em uma escala de zero a 10.

O sistema de saúde pública, em todo o País, que tem a pretensão de atender a todos os brasileiros, sem distinção, apresenta falhas em seus principais programas. Um exemplo é o Saúde da Família, que tem o objetivo de atuar na prevenção de doenças, alterando um modelo de saúde centrado nos hospitais.

Em 20 anos, no entanto, nenhum estado alcançou cobertura completa. Apenas dois ultrapassaram os 90% de cobertura: Piauí e Paraíba. Na outra ponta, sete estados têm atendimento abaixo da metade: Amazonas, Rio de Janeiro, Paraná, Roraima, Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal, com 20%.

A consequência dessa e de outras falhas são hospitais lotados. Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) indicam que 64% dos hospitais estão sempre com superlotação. Apenas 6% nunca estão cheios.

Outro problema nacional é a mão de obra. Não só faltam médicos no interior, mas também estrutura para o atendimento e oportunidades para a capacitação dos profissionais. A formação dos médicos também é questionada.

Em Suzano, o investimento ainda está aquém do necessário. As dificuldades são muitas. Se agravou sobretudo por conta do fechamento de hospitais na década passada.

As previsões de que novos hospitais chegam à cidade podem ser algum alento para quem depende de atendimento. Mas uma coisa é certa: será preciso muito mais do que investimento, uma criatividade maior dos governantes, em todas as esferas, para que se consiga uma melhora no atendimento.

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