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Jornal Diário de Suzano - 20/09/2020
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Direitos trabalhistas

27 JUL 2016 - 08h00

A manutenção dos direitos trabalhistas no governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) tem sido uma das grandes discussões.

Os trabalhadores temem qualquer mudança e querem manter tudo que conquistaram ao longo dos anos.

O assunto também é tratado com certa preocupação nas cidades do Alto Tietê. Sindicatos querem discussões mais ampliadas.

Ontem, dirigentes das seis principais centrais sindicais do País se uniram, na Capital paulista, para uma assembleia nacional em que foram debatidas estratégias de garantia da manutenção de direitos trabalhistas.

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse, no último dia 20, que o presidente interino Michel Temer vai encaminhar a reforma trabalhista ao Congresso Nacional até o fim deste ano e a flexibilização deve atingir a questão salarial e a jornada de trabalho.

As centrais reconstruíram a unidade para defender a pauta única sobre direitos trabalhistas e Previdência, apesar de algumas discordâncias.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) já admitiu que está preocupada com as reformas que alteram a idade mínima para a aposentadoria e que igualam homens e mulheres. Tratando da mesma forma quem começou a trabalhar com 12 ou 30 anos.

As discussões devem ser ampliadas com todo cuidado para que esses direitos sejam mantidos.

A situação do País, com mais de 10 milhões sem emprego não pode piorar mais ainda.

Por isso, é preciso investigar. Garantir que as leis trabalhistas sejam cumpridas e garantidas para que o trabalhador tenha mantido seus direitos.

Nesse momento, não se pode perder o patamar da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

É preciso também que sejam tomados outras medidas de enfrentamento à crise econômica, como redução da taxa básica de juros.

As centrais sindicais concordam que uma greve geral ou de categorias é possibilidade no caso de confirmação de perdas de direitos.

No dia 16 de agosto, o movimento sindical fará o Dia Nacional de Luta nas capitais brasileiras.

Devem participar membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).

A discussão em torno dos direitos trabalhistas devem continuar até que as decisões sejam tomadas sem prejudicar os trabalhadores de todo o País.

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