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Jornal Diário de Suzano - 25/10/2020
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Economia da lâmpada

02 JUL 2016 - 08h00

O comércio de Suzano está se adaptando à proibição da venda de lâmpadas incandescentes. O DS trouxe reportagem na edição de ontem mostrando o que as lojas da cidade estão fazendo para garantir a adequação.

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) começou a fiscalizar, por meio dos institutos de Pesos e Medidas (Ipem) estaduais, estabelecimentos comerciais que ainda tenham à disposição lâmpadas incandescentes com potência de 41watts (W) até 60 W. Quem não atender à legislação poderá ser multado entre R$ 100 e R$ 1,5 milhão.

A restrição foi estabelecida pela Portaria Interministerial 1.007/2010, com o objetivo de minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. Se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.

A troca das lâmpadas incandescentes no Brasil começou em 2012, com a proibição da venda de lâmpadas com mais de 150W. Em 2013, houve a eliminação das lâmpadas de potência entre 60W e 100W. Em 2014, foi a vez das lâmpadas de 40W a 60W. Este ano, começou a ser proibida também a produção e importação de lâmpadas incandescentes de 25 W a 40 W, cuja fiscalização ocorrerá em 2017.

O principal objetivo da mudança é garantir economia. Em uma casa com dois quartos, por exemplo, que usaria em todos os cômodos lâmpadas incandescentes de 60 W, gerariam valor em um mês de R$ 20 a R$ 25 para iluminar a casa. Ao trocar por uma lâmpada equivalente fluorescente compacta, essa conta cairia para R$ 4 ou R$ 5 em apenas um mês.

Os números do Inmetro mostram que, em 2010, 70% dos lares brasileiros eram iluminados pelas incandescentes. Agora, somente 30% das residências usam esse tipo de lâmpada, que não pode mais ser comercializada no Brasil, seguindo recomendação da Agência Internacional de Energia (AIE).

Em momento de crise, garantir um “fôlego” para as famílias contribui de forma direta para a economia do País.

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