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Jornal Diário de Suzano - 22/02/2020
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Editorial

24 JAN 2020 - 23h59
O Brasil encerrou o ano de 2019 com o maior saldo de empregos com carteira assinada em números absolutos desde 2013. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de dezembro mostram que houve a geração de 644.079 novas vagas de emprego formal no País em 2019, o que significa 115 mil postos a mais do que o registrado em 2018. Com isso, o estoque de empregos com carteira assinada chegou a 39 milhões de vínculos – em 2018, esse número tinha ficado em 38,4 milhões.
Todos os oitos setores da economia registraram saldo positivo em 2019. O destaque do ano ficou com Serviços, responsável pela geração de 382.525 postos. No Comércio foram 145.475 novas vagas e na Construção Civil, 71.115. O menor desempenho foi o da Administração Pública, com 822 novas vagas.
Os dados do Alto Tietê também são positivos, conforme reportagem do DS divulgada hoje.
O Brasil é uma das dez maiores economias do planeta, com população estimada em 209 milhões de pessoas, segundo a Pnad Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Cerca de 170 milhões têm 14 anos ou mais e, desses, 105 milhões compõem atualmente a força de trabalho, distribuída em 92 milhões de ocupados e 13 milhões de desempregados. Estão fora da força de trabalho aproximadamente 65 milhões de pessoas.
Segundo reportagem do Jornal O Estado de S. Paulo, desenvolver o mercado de trabalho deve ser um dos mais importantes desafios da economia brasileira em 2020, quando as condições apresentadas para o crescimento serão bem melhores do que as encontradas no 2019 que se encerra. O crescimento econômico sem geração de empregos é efêmero, desalinha a sociedade e gera o fenômeno de incluídos e excluídos, afirmam especialistas.
Nos manuais clássicos de economia, o trabalho é definido como um dos cinco fatores de produção. A terra, o capital, a organização empresarial e a técnica, ou conhecimento, são os demais fatores que, combinados, produzem riqueza na forma de bens necessários para a sobrevivência, o desenvolvimento e o bem-estar da sociedade. 
Esse conceito tradicional tem sido revisto diante do impacto provocado pela revolução tecnológica que se intensificou ao longo dos últimos trinta anos. 
Não há dúvida de que a geração de empregos é um grande desafio das admininistrações municipais.
Uma economia forte se faz com a geração de trabalho, que garante o giro da economia e o desenvolvimento de uma cidade e do País.

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